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Como aumentar o tráfego para e-commerce?

Aumentar o tráfego para e-commerce é um dos principais desafios do segmento. Afinal, o resultado dessa tarefa é o aumento das vendas e a melhora da posição do site nos motores de pesquisa.

Por isso, confira dicas para colocar em prática ainda hoje!

O que é tráfego para e-commerce?

Antes das dicas, vamos explicar o que significa, exatamente, tráfego para e-commerce.

O tráfego nada mais é do que a quantidade de pessoas que entram em sua loja virtual. Mais especificamente, é a quantidade de visitantes únicos – e não o número total de visitas.

Quanto mais pessoas acessam o seu e-commerce, maiores são as chances de você vender mais. Sabe o por quê? Eis alguns motivos:

  • Se mais pessoas entram em sua loja virtual, mais pessoas saberão da existência do seu negócio;
  • Mais pessoas poderão se interessar pelos seus produtos, aumentando as vendas;
  • Você consegue trabalhar com estratégias de marketing para atrair mais clientes e fidelizá-los;
  • Se o seu e-commerce tem muitas visitas, o Google entende que ele é relevante e coloca-o bem posicionado nos resultados da pesquisa;
  • Isso significa que o seu e-commerce conquistou autoridade e relevância, o que automaticamente atrai ainda mais visitantes e aumenta o seu negócio.

Interessante, não é mesmo? Pois é aí que temos o grande desafio: atrair mais tráfego para e-commerce. Como fazer isso?

Bom, existem dois tipos de tráfego: o tráfego pago e o tráfego orgânico.

Tráfego pago 

O tráfego pago é quando você investe em anúncios pagos para atrair mais visitantes para seu e-commerce.

Na prática, você investe dinheiro em diferentes plataformas de anúncios, como o Google Ads, o Instagram Ads, o Facebook Ads, o LinkedIn Ads, etc. Os locais certos para você anunciar dependerão do tipo de público que você quer atrair.

Por isso, ao investir em tráfego pago para loja virtual, as pessoas entram em seu e-commerce ao clicarem em seus anúncios, que podem ter vários formatos:

  • links de texto;
  • vídeos;
  • posts patrocinados nas redes sociais;
  • imagens.

Tráfego orgânico

Já no tráfego orgânico, você cria estratégias para atrair os visitantes de forma espontânea, sem anúncios. Eles podem chegar ao seu e-commerce pelos mecanismos de pesquisa ou por um post nas redes sociais, por exemplo. 

Mas qual dos dois tipos de tráfego para e-commerce é o melhor para se investir? A resposta é: os dois.

Tanto o tráfego pago para e-commerce quanto o tráfego orgânico são estratégias que se complementam. Enquanto o primeiro traz resultados mais rápidos, o segundo pode trazer resultados mais duradouros.

Por isso, quando te perguntarem como fazer o e-commerce bombar, a resposta é: investindo em tráfego!

Tráfego pago: dicas para aumentar o tráfego para e-commerce

Como explicamos, no tráfego pago você investe em anúncios pagos para atrair mais visitantes à sua loja virtual. Eis algumas dicas:

Configure o objetivo certo da sua campanha de anúncios

Quando você configura os seus anúncios nas plataformas, uma das primeiras dúvidas está em relação aos objetivos de cada campanha. 

Definir esses objetivos corretamente faz a diferença na forma como as plataformas entregarão os anúncios aos usuários.

No caso de aumento de tráfego, trabalha-se a etapa de consideração do cliente, por este motivo, basta definir o objetivo como “tráfego” otimizado para cliques no link ou visualização da página de destino. Dessa forma, os anúncios não só vão alcançar, como irão atrair o máximo de visitantes para o seu e-commerce e com o menor custo possível.

Invista em remarketing

O remarketing é uma excelente estratégia para você “insistir” em alguns usuários que ainda não acessaram a sua loja virtual ou ainda não compraram nada.

Nessa estratégia, você pode criar anúncios de remarketing de acordo com cada etapa do funil de vendas. Por exemplo, se o usuário entrou na loja mas não comprou nada, o próximo anúncio que ele pode ver é sobre uma oferta do produto que ele visualizou.

Para isso, não se esqueça de instalar os pixels das plataformas de anúncios dentro das páginas do seu e-commerce. Somente dessa forma você conseguirá rastrear as páginas que os usuários estão entrando, criando anúncios mais atraentes.  

Acerte na copy dos seus anúncios

Esta dica faz toda a diferença na hora de converter os anúncios em visitas ao e-commerce. Copy é o nome resumido de “copywriting”, que nada mais é do que um texto escrito (ou narrado) de forma mais persuasiva para se atingir o objetivo. 

Isso quer dizer que o conteúdo do seu anúncio precisa ser adequado para o público. Um anúncio precisa conversar com a pessoa, ela precisa se identificar de alguma forma. 

De nada adianta você investir centenas de reais em links patrocinados se os anúncios são escritos de forma robotizada, sem vida. Se a sua loja virtual vende produtos para jovens, fale a linguagem deles. 

Para mensurar o sucesso de sua campanha, você ainda pode acompanhar a taxa de interação dos anúncios pelo CTR. O CTR é uma métrica utilizada para acompanhar o engajamento das pessoas com seu texto e criativo. Quanto maior for essa métrica, melhor será o alcance e o custo do seu anúncio.

Tráfego orgânico: dicas para aumentar o tráfego para e-commerce

O tráfego orgânico é a forma de atrair visitas ao e-commerce de forma espontânea, sem anúncios. Eis algumas dicas importantes:

Invista em SEO 

As técnicas de SEO On-Page e Off-Page são fundamentais para aumentar o tráfego para e-commerce.

Elas preparam o site para que ele seja otimizado e facilitado para a navegação do usuário. Além disso, quando se investe em otimizar a loja virtual para que ela seja encontrada nos mecanismos de busca, o Google prioriza e ranqueia melhor as páginas nos resultados.

Existem centenas de melhorias de SEO que podem ser feitas. Portanto, mãos à obra!

Produza conteúdo de qualidade em sua loja virtual

Outra forma de aumentar o tráfego para e-commerce e forma orgânica é investindo em produção de conteúdo.

Isso mesmo – lojas virtuais também precisam oferecer informações de qualidade e que atraem seu público-alvo de forma estratégica. 

O conteúdo inclui:

  • Descrição detalhada dos produtos;
  • Informações relevantes sobre os produtos;
  • Dicas para os clientes sobre assuntos de interesse deles;
  • Vídeos de review e unboxing dos produtos.

Produzir conteúdo aumenta a relevância e a autoridade do seu e-commerce nos mecanismos de busca e também da sua marca de forma geral.

Construa um relacionamento com seus seguidores nas redes sociais

O que atrai mais atenção em um perfil de loja virtual na rede social: postagens no estilo produto + descrição + preço, ou postagens que também incluam dicas de uso dos produtos, depoimentos dos clientes, vídeos de unboxing e assuntos que os interessem?

A segunda opção, é claro. Ao estimular a interação com seus seguidores, você conquista mais do que clientes, mas clientes fãs da sua marca. E o cliente que é fã, além de comprar mais, também indica a sua loja para outras pessoas!

Black Friday: um novo olhar para o consumo consciente

Por Julia Capelaro

A preocupação com o meio ambiente, com a diversidade e com a inclusão social tem pautado ações de empresas mundo afora. Com um público cada vez mais consciente sobre suas decisões de compra, e exigente em relação ao posicionamento das empresas frente a essas questões, grandes marcas vêm revisando seu plano de ação e suas estratégias no mercado. Embora a mudança seja global, especialmente no Brasil esse posicionamento dos consumidores tem sido ainda mais visível.

Um estudo realizado pela consultoria KPMG, em 12 países com mais de 75 mil entrevistados, aponta que o brasileiro é o que mais se preocupa com os fatores socioambientais e de governança das empresas no momento de decidir por uma compra. Para um quarto deles, ao menos um fator ESG é importante e 16% consideram relevante o aspecto de consciência social das marcas. 

O Relatório Brasil 2020 – Vida Sustentável, realizado pela Akatu junto à GlobalScan, mostra que mais de 80% dos consumidores esperam que as empresas informem sobre os seus processos produtivos. Outros 70% buscam companhias que não agridam o meio ambiente, enquanto 60% afirmam que as organizações devem estabelecer metas para tornar o mundo melhor, priorizando questões relacionadas aos colaboradores, produtos e às questões ambientais.

Já consolidada no dia a dia, essa mudança dos hábitos de consumo também tem se estendido para os grandes eventos sazonais do varejo. Datas como Dia das Mães, Natal e, principalmente, a Black Friday, têm sido diretamente impactadas pela compra consciente. E se algumas gigantes do setor ainda insistem nas tradicionais estratégias para alavancar as vendas, marcas menores e independentes trabalham para ganhar o consumidor com menos descontos, mas impactos mais positivos.

Black Friday x Green Friday

De acordo com definição do Instituto Akatu, consumo consciente é aquele “com consciência e voltado à sustentabilidade”. Ou seja, toda vez que utiliza algo ou vai às compras, o consumidor consciente leva em conta o impacto dessas ações na economia, na sociedade e no meio ambiente. Um pensamento diretamente oposto ao da Black Friday que, ao oferecer grandes descontos, fomenta a compra por impulso, muitas vezes de forma desnecessária. 

Patsy Perry, professora sênior de marketing de moda da Universidade de Manchester, no Reino Unido, afirma que, apesar da Black Friday ser um ótimo momento para aproveitar os descontos, vai contra tudo aquilo que tem se pregado sobre sustentabilidade.  Buscando transformar esse cenário, em 2019, mais de 300 marcas de vestuário se uniram para que o público não comprasse nada durante a data que não estivesse realmente precisando. A campanha Make Friday Green Again (faça a sexta-feira verde de novo, em tradução para o português), se propunha a conscientizar os consumidores de que, quanto menos compras, menor o impacto negativo para o ecossistema. 

No Brasil, muitas marcas também vêm trabalhando iniciativas que disseminam a mesma ideia, como é o caso da Herself, cliente da Adtail. A empresa de calcinhas absorventes totalmente desenvolvidas e fabricadas no país enxerga a data como um estímulo do consumo exacerbado de produtos e utiliza o período para campanhas de conscientização. Por ser um negócio de impacto, engajado e com o propósito de transformação social, a marca acredita que tem a responsabilidade de abrir um diálogo sobre sustentabilidade e repensar as formas de consumo. 

Essas ações educativas, no entanto, ainda se restringem a empresas de slow fashion, coletivos ou companhias que notadamente já se posicionam como sustentáveis. O movimento, contudo, tem crescido nos últimos anos, com cada vez mais marcas atualizando seu posicionamento, antes focado nos mega descontos, para ações mais eco-friendly e verdadeiramente inclusivas. A inclusão, aliás, é outro ponto de atrito entre a Black Friday e o consumo consciente. Tornar o produto acessível a uma gama maior de pessoas somente em um dia ou durante um período do ano, amplia a conversa sobre a profundidade das iniciativas para ampliar a equidade. 

Negócios, mas com impacto positivo

A tendência é que cada vez mais companhias façam uma releitura das sazonalidades. O futuro exige um relacionamento mais duradouro com os consumidores, que não pode estar pautado apenas em alguns momentos do ano. O foco das empresas precisa estar na construção de relações mais transparentes, diretas e com conteúdos que se comuniquem com o público, atendendo os desejos e anseios de uma comunidade cada vez mais integrada e sustentável.

A fim de estimular esse tipo de debate, a Adtail criou um projeto interno conhecido como Plural. A iniciativa conta com quatro comitês nos quais os colaboradores participam para criar ações junto a área de People&Culture para promover a discussão de temas relevantes dentro da agência e para o mercado publicitário como um todo.  Um deles é justamente o de Sustentabilidade, com foco em ações e reflexões sobre meio ambiente. Nas reuniões, o comitê debate iniciativas que podem trazer um impacto mais positivo, considerando os três pilares da sustentabilidade: social, econômico e ambiental.

Para as próximas datas comemorativas, sejam elas Black Fridays, Natais ou Dia das Mães, especialistas entendem que as marcas que vão ter mais destaque são aquelas que já revisitaram a sua estratégia, se posicionando justamente em prol das causas sociais e proteção ao meio ambiente. Na visão do mercado, trocar os descontos por doações ou outras iniciativas, por exemplo, pode não trazer um retorno financeiro imediato como a compra por impulso, mas possibilita uma reserva positiva de marca fundamental para atrair e reter consumidores. 

Investir na economia circular, com reutilização de embalagens e produtos, valorizar as práticas de responsabilidade social e compartilhar propósito é o caminho. Afinal, tanto a Black Friday quanto qualquer outro ponto de contato com os consumidores deve ir muito além de só descontos: pode impulsionar o consumo consciente e habilitar o crescimento sustentável não somente dos negócios, mas também das comunidades e da sociedade como um todo.

3 formas de aumentar o ticket médio no seu e-commerce

Por Lucas Jordan, Coordenador de Mídia

Aumentar o ticket médio a cada venda em seu e-commerce é um patamar que todos empreendedores desejam alcançar. 

Por isso, é preciso investir nas estratégias certas. Confira!

O que é ticket médio no e-commerce?

Ticket médio é um indicador chave de performance (KPI) que indica o valor médio dos gastos que os clientes fazem em sua loja virtual. Quanto maior for o valor, significa que eles estão gastando mais na hora de comprar. 

Ticket médio não se trata de aumentar a quantidade de clientes, mas de aumentar o valor médio que eles gastam em sua loja

Um exemplo simples: se em determinado período cada cliente gastou uma média de R$ 130,00 a mais em sua loja virtual em relação ao período anterior, cuja média de gastos era de R$ 95,00, isso significa que o ticket médio aumentou. 

Isso também indica que o cliente está satisfeito com o seu e-commerce. Se ele gasta mais em sua loja, pode indicar que o cliente encontrou o que procurava, que a sua loja tem boa variedade de produtos, ou que o cliente considerou vantajoso colocar mais produtos no carrinho.

Caso contrário, se o ticket médio diminuiu no período, isso pode dar alguns insights para você avaliar o que pode ter acontecido. O cruzamento desses valores com outros dados pode indicar pontos de melhorias e estratégias a serem tomadas. 

Em outras palavras: você precisa saber medir o ticket médio do seu e-commerce – e ter o objetivo de sempre aumentá-lo.

Como calcular o ticket médio no e-commerce?

É muito simples calcular o ticket médio do seu e-commerce. Mas antes de partir para o cálculo, você precisa estabelecer dois parâmetros:

  1. O período da análise: de forma geral, o ideal é que você calcule mensalmente o ticket médio da sua loja virtual. 
  2. A quantidade de produtos: ao calcular o ticket médio, você pode escolher o valor de forma geral ou apenas sobre certos produtos e serviços da loja virtual. 

Entendido isso, vamos à fórmula para calcular o ticket médio do seu e-commerce:

Ticket médio = Faturamento total do período / Número de pedidos do período

Vamos a um exemplo.

A sua loja virtual de acessórios de celular obteve 157 vendas no mês, sendo que:

  • 123 vendas tiveram o valor de R$ 35,00 (35,00 x 123 = R$ 4.305,00);
  • 19 vendas tiveram o valor de R$ 59,90 (59,90 x 19 = R$1.138,10);
  • 17 vendas tiveram o valor de R$ 89,90 (89,90 x 17 = R$ 1.528,30).

Número de vendas do período: 157.

Faturamento total do período: 4.305,00 + 1.138,10 + 1.528,30 = R$ 6.971,40.

Ticket médio = Faturamento total do período / Número de pedidos do período

Ticket médio = 6.971,40 / 157

Ticket médio = R$ 44,40

Isso significa que durante o período analisado, os clientes gastaram uma média de R$ 44,40 em sua loja virtual. 

O que isso quer dizer? 

Um ticket positivo ou negativo? A resposta dependerá de algumas análises, como, por exemplo:

  • O valor médio dos produtos;
  • O faturamento dos meses anteriores;
  • A  meta de faturamento estabelecida. 

Lembrando que você também pode calcular o ticket médio de determinado produto ou categoria de produtos. Isso vai te ajudar a saber se as vendas estão indo bem ou não.

Como aumentar o ticket médio da sua loja virtual?

Bom, até o momento você conferiu o que é e qual é a importância do indicador chave de performance do ticket médio. E também aprendeu como fazer esse cálculo e como analisar o resultado.

Agora, eis a missão: aumentar o ticket médio, mesmo que as suas vendas já estejam boas. Quanto mais esse valor aumentar, mais vendas e mais sucesso a sua loja virtual obtém!

Portanto, daremos a seguir 3 dicas básicas:

1. Atraia visitantes mais qualificados para o seu e-commerce

Isso significa atrair pessoas que tenham mais potencial de compra, ou seja, um público que tenha mais perfil para comprar valores maiores em sua loja virtual.

Lembre-se: em relação ao ticket médio, o que importa é o valor de gasto de cada comprador. Então, nada melhor do que concentrar os esforços de marketing para atrair esse perfil específico de cliente.

Existem duas maneiras para essa atração, sendo que as duas precisam ser colocadas em prática:

  • Segmentando os anúncios pagos: é preciso sempre verificar se as configurações de segmentação dos anúncios estão corretas para atrair o cliente ideal. Palavras-chave (incluindo as negativas), local e outras características fazem diferença. 
  • Investindo em Inbound Marketing: essa é a estratégia de atrair clientes de forma orgânica por meio de técnicas de conteúdo e SEO. Dentro do e-commerce, essa linha do marketing também é chamada de Inbound Commerce. 

2. Faça cross selling e up selling na loja virtual

Quando o assunto é e-commerce, sempre reforçamos aqui no blog que é muito válido investir em cross selling e up selling.

Na prática, é preciso preparar a loja virtual para:

  • Assim que o cliente coloca os itens no carrinho, a loja sugere itens complementares (e com preços menores que o item que ele está comprando) para que ele também seja influenciado a comprar. Isso é o cross selling
  • Já se o seu e-commerce proporcionar o up selling, também vale a pena investir. Nele, a loja virtual oferece um upgrade no item que o cliente está comprando a um preço maior, porém, com mais vantagens para ele.

Além disso, dentro dessa estratégia, também pode valer a pena investir em remarketing oferecendo esses upgrades ou os itens complementares, caso o cliente tenha desistido da compra. 

3. Ofereça frete grátis a partir de um determinado valor de compra

Não é à toa que os grandes e-commerces oferecem frete grátis para compras a partir de determinado valor. Essa é uma estratégia de aumentar o ticket médio das vendas.

E, cá entre nós, quem não gosta de um frete grátis, não é mesmo? A gente prefere comprar um item a mais no site para não ter que pagar por ele. 

Isso ocorre porque a gente tem a tendência de associar o frete a um custo extra e que não terá nenhum retorno “palpável” em relação ao produto que estamos comprando. Já um item extra terá, já que ele receberá mais um produto.

Mas atenção: antes de oferecer frete grátis, calcule adequadamente a margem de lucro e também negocie os valores e condições melhores com as transportadoras privadas e com os Correios. 

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