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App commerce: investir em aplicativo é investir em público

Números recentes mostram como 2020 trouxe à luz o potencial dos aplicativos na fidelização dos consumidores, na praticidade, engajamento e muitos outros fatores. A estratégia é tão relevante que a Adtail organizou um Webinar com o Google para discutir o assunto, trazer dados exclusivos e entender os desafios do mercado. A transmissão aconteceu no canal do Youtube da agência na última quarta-feira (17), com Andressa Paola (Head de Mídia da Adtail), Caroline Rocha dos Santos (Coordenadora de Mídia da Adtail) e Gustavo Galli (Gerente de Parcerias para Apps do Google). 

Junto à tecnologia, esses novos canais de venda estão crescendo em ritmo acelerado, chegando a quase 5 vezes mais rápido que as vendas em lojas físicas. Essa afirmação é parte do estudo “Relatório de apps mobile de compras” realizado pela Liftoff em parceria com a Adjust, onde foram analisados 129 aplicativos, entre eles marcas globais de aplicativos de compra.

“Aplicativos são uma das grandes estratégias das empresas na fidelização dos clientes e podem ser aliados na redução de custos de marketing. Talvez seja o momento da sua marca olhar para os aplicativos mobile como uma oportunidade, e não mais como uma opção distante, custosa e sem retorno. Afinal, os números comprovam justamente o contrário!”, argumenta Andressa. 

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Ainda com a situação de pandemia crítica e lojas com aberturas restritas em algumas regiões do país, mesmo com a desaceleração do crescimento no número de downloads, os apps não podem ser ignorados por quem está procurando uma alternativa para fugir ou se recuperar da crise. Os números de conversões remarketing de app chegam a ser 70% maiores e a receita cresceu 45% em apps que não são jogos. Os dados são do State of Mobile 2021, da App Annie.

E se você pensa que o seu nicho não tem espaço para aplicativos, lembre-se que o os mais baixados de 2020 não são nem de comida, nem de varejo, nem de reformas: são do setor de roupas, calçados e acessórios, com um número três vezes maior do que em 2019, e alta de 193% de 12 a 25 de outubro. O mais baixado nessa categoria é o da C&A, seguido por Renner e Centauro. “O consumidor quer ter a mesma experiência de pedir um Uber em dois cliques quando vai comprar um tênis novo de corrida. E só o aplicativo pode oferecer essa comodidade e agilidade”, comenta Gustavo Galli.

Se a sua empresa ainda não tem um aplicativo tenha em mente de que a estratégia precisa ir além: “Quando a marca quer fazer um aplicativo, não adianta fazer apenas uma extensão do site, precisa ter um diferencial, se não o consumidor não vai manter o app no celular e o marketing vai precisar sempre buscar essa pessoa de volta. A pessoa tem que ver valor em ter o app, e a marca precisa ver valor em ter o cliente ali. oferecer um conteúdo exclusivo, uma dica, pra valer o espaço da memória do celular”, enfatiza Caroline. 

Listamos 7 motivos para você considerar ter um aplicativo para sua empresa ou começar a explorar todo potencial que ele pode oferecer.

Todos os pontos foram abordados e explicados no webinar, que você pode assistir clicando aqui.

1 – As taxas de conversão são maiores em aplicativos

A média de conversão tende a ser maior por ser mais cômodo, ágil e personalizado do que outros devices.

2 – Maior engajamento com seus consumidores pelo poder das Push Notifications

A taxa de abertura é pelo menos duas vezes maior do que num e-mail marketing, porque vai impactar num canal onde a pessoa está o dia todo, que é o celular. Além de possibilitar uma segmentação melhor da audiência que receberá a mensagem, tem a opção de Push Notifications grátis pelo Firebase. 

3 – A experiência do consumidor é melhor porque permite a personalização do conteúdo

Permite criar ofertas personalizadas e exclusivas no aplicativo, cashback, promoções e cupons, o que permite uma conexão maior com o consumidor para mantê-lo engajado.

4 – O cliente quer comprar pelo app

Em média 86% do tempo gasto em iOS ou Android é em aplicativos móveis, o que sinaliza que a marca precisa estar onde o consumidor está. 

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5 – Os usuários do seu app gastam mais com a sua marca

Consumidores que usam aplicativos com mais frequência melhoram todas as métricas com as quais os profissionais de marketing devem se preocupar, como satisfação, identificação com a marca e gasto médio. 

6 – Pensando em Lifetime Value, aplicativos fazem muito sentido

Manter um cliente custa de 5 a 7 vezes menos do que conquistar um novo. É claro que o descadastramento existe, e ele é parte do jogo, mas a economia na conversão é evidente. 

7 – As campanhas por si só já são um motivo 

A estratégia de aquisição é muito importante e o Google se tornou o player #1 em publicidade para aplicativos mobile de acordo com o Performance Index da AppsFlyer. 

Pix como recurso de comunicação direta e a segurança de dados

Por Renata Borba, Coordenadora de CRM

Com pouco mais de 5 meses de atuação, o Pix, meio de pagamento eletrônico do Brasil, tem sido usado das mais diversas formas, algumas bastante peculiares – e as implicações desse comportamento já vêm sendo discutidas. Nos três primeiros meses de funcionamento movimentou mais de R$160 bilhões. De acordo com levantamento recente do Banco Central, até o dia 31 de janeiro, 65,5 milhões de pessoas usaram o Pix para movimentar dinheiro entre quase 100 milhões de contas bancárias. Isso acontece porque cada pessoa pode cadastrar mais de uma conta.

Além dos benefícios de fazer transferências entre bancos em qualquer horário e dia da semana, os usuários estão trocando mensagens enviando algum valor em dinheiro (baixíssimo em muitos casos)ou ainda enviando códigos HTML, o que pode sinalizar riscos, já que abre espaços para golpes.

Sobre a segurança de dados, que é um assunto extremamente importante e sensível, algumas medidas já foram tomadas desde que o sistema começou a ser usado como “rede social”. O Banco Central explicou que incluiu a obrigação de os participantes do Pix admitirem somente tags HTML seguras no texto das anotações. A regra começou a valer em 15 de janeiro de 2021.

A funcionalidade de mensagem, que já existia para formatos anteriores, foi pensada para descrições e sinalizações simples sobre o dinheiro que estava sendo enviado. Mas com a criatividade do brasileiro, a utilização começou a tomar outro rumo. 

Foram relatados casos até de pessoas que terminaram relacionamentos, foram bloqueadas em redes sociais e viram o Pix como um canal de comunicação liberado. Fazendo uma transferência de qualquer valor, consegue-se um espaço para envio de mensagem sem a possibilidade da pessoa recusar ou bloquear, segundo o próprio Banco Central.

Do mesmo modo que as pessoas físicas fazem isso, fica a pergunta – as empresas podem passar a adotar o Pix como mensageiro também? Já que é fácil conseguir os dados necessários para contatar um usuário ou cliente, isso seria uma estratégia para fazer disparos em massa e spam. 

Na minha opinião, podemos sim ter algum tipo de comunicação, trocas ou bonificações de marcas através desse recurso no futuro, mesmo que ele não tenha essa finalidade, mas não enxergo esse caminho como uma possibilidade no momento.

A grande perspectiva de vantagens é a facilitação do uso de dados do cliente, já que é bem comum a gente ter e-mail, celular e CPF de um cliente, então um futuro com ações de cashback ou fidelização poderia fazer sentido em uma estratégia muito bem estruturada que usasse o Pix. O próprio Google já tem feito muitas recomendações de abrir o Pix como uma forma de pagamento no ECM. Seria pensar caminhos desse recurso além da forma de pagamento, mas como um canal de retenção ou bonificação em um sistema parecido como já é feito com carteiras digitais.

 A questão da segurança de dados é um assunto muito sensível e costumo ser muito exigente e criteriosa com o aceite do usuário para receber qualquer tipo de comunicação direta. Talvez o grande ponto pra quem gerencia dados de CRM seja a facilidade de testar uma chave Pix e ver se funciona ou não. Seria um processo semelhante a usar uma base de CRM em Mídia, que já está no dia a dia de muitos. Se o email cadastrado na base for o mesmo do Facebook, pode ser utilizado facilmente como segmentação, por exemplo”, arremata.

 A grande desvantagem é a insegurança de dados e LGPD. Seria uma tentativa de usar os dados do usuário com um outro viés e ir contra a proposta do recurso, que é a transferência financeira facilitada, e não a comunicação. Sinceramente, eu não vejo a curto prazo isso sendo utilizado com o objetivo de marketing, mas já tenho acompanhado muitas formas de trocas facilitadas acontecendo entre pessoas.

Já vi vendas de rifas, por exemplo, onde cada número tinha um valor e, para participar, a pessoa tinha que fazer a transferência do valor (vezes quantos números fosse comprar) e digitar o número que estava comprando por mensagem. Parece muito simples nesse contexto, mas é inegável que tem realmente um movimento surgindo entre pessoas nesse sentido e acompanhar essas possibilidades é importante para entender esses movimentos.

 Ainda não vi nenhuma marca fazendo qualquer ação específica por Pix (além de usar como forma de pagamento, claro), mas é aquilo: dependendo da marca, da estratégia estar bem alinhada, a primeira marca que fizer vai certamente ser um marco.

Publicidade para elas: o que as mulheres buscam?

Por Adriana Campos, CEO da Adtail

Empoderadas, engajadas e donas de si mesmas, mas com filhos para criar, contas a pagar e uma série de atividades para equilibrar na balança. A mulher do século 21 é antenada, conectada, e tem uma alta carga de decisões e responsabilidades que só dependem dela mesma. Embora o perfil feminino tenha mudado ao longo dos anos, alguns setores, como a publicidade, não acompanharam essas transformações na mesma velocidade. Ainda hoje, não são poucas as campanhas que insistem em romantizar a mulher e seu dia a dia, passando longe de retratar a realidade e, principalmente, de despertar o interesse do público feminino.

Um estudo feito pela 65|10, consultoria especializada em comunicação para mulheres, mostrou que esse descompasso ficou ainda mais acentuado durante a pandemia. Segundo o levantamento, no período do isolamento social, a jornada de trabalho feminina triplicou. Responsáveis pelo sustento de quase metade dos lares brasileiros, essas mulheres apontam vários problemas na publicidade atual. Entre os temas levantados, além da imagem distorcida, está o fato de algumas campanhas de assuntos relevantes, como serviços financeiros, terem em sua maioria homens como protagonistas, como comprovaram recentes análises de anúncios veiculados no Google e no Facebook.

Essas propagandas não sensibilizam o público feminino, que busca campanhas que reflitam questões reais de seu dia a dia, como a frustração, o estresse e a pressão financeira. As mulheres querem se ver representadas e se sentir compreendidas.

Liderança feminina

À falta de representatividade feminina nas campanhas publicitárias, principalmente quando se referem a assuntos mais densos, traduz o cenário que as mulheres enfrentam também no mundo corporativo. O Índice de Diversidade de Gênero (IDG), pesquisa elaborada pela Kantar, apontou que apenas 10% das 668 maiores empresas da Europa, com ações em Bolsa, têm, em suas lideranças — coordenadores, diretores e CEOs — postos ocupados por mulheres e homens de forma equilibrada.

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta que apenas 7,2% dos membros dos conselhos são mulheres. Em relação aos cargos de liderança, dados do Ministério da Economia mostram que as mulheres detêm 42,4% das funções de gerência, 13,9% de diretoria e 27,3% de superintendência. Ou seja, quanto mais alto o nível dentro de uma companhia, menos elas estão presentes.

Aos poucos as organizações têm tentado mudar esse cenário, mostrando-se mais abertas à inserção de mulheres no alto escalão. Um estudo realizado pela ZRG Brasil, empresa global de Executive Search e consultoria em lideranças, indica um aumento de 50% na participação de mulheres nos conselhos de administração em 2021. Outras companhias, como é o caso da Adtail, mostram uma preocupação genuína com a equidade desde sua fundação.

Nós temos no DNA o respeito à diversidade como premissa fundamental. Hoje, dos atuais 80 colaboradores, mais da metade (49) são mulheres. Destas, dez estão em cargos de liderança, incluindo o posto de CEO. Esse balanço ajuda a trazer visões mais plurais, contribuindo para oferecer aos clientes estratégias que traduzam a realidade das mulheres e consigam conversar com elas de maneira direta e transparente.

Representatividade importa

Para grande parte dos consumidores, a representatividade é muito importante na hora de se tornar cliente de determinada empresa. Pesquisa da Accenture mostra que 46% dos compradores preferem companhias que apresentam em seu quadro de funcionários pessoas diversas, sendo capazes de pagar até 5% a mais no valor final do produto caso percebam que a diversidade é de fato prioritária para as corporações.

Outro estudo da Kantar, o índice Reykjavik, também destaca que 41% dos consumidores brasileiros se sentem muito confortáveis em ter uma mulher como CEO de uma empresa. Na avaliação, que mede de 0 a 100 o nível de conforto que a sociedade sente em ter mulheres e homens em posições de liderança, o Brasil se destaca entre os países do G7, com 66 pontos.

Considerar essa percepção do público-alvo e correlacionar com o posicionamento da marca/empresa é fundamental para a construção de mensagens, estratégias e campanhas que, não só respeitem as mulheres, mas também conversem com elas. Esse diálogo representativo auxilia a estreitar relacionamentos e ressoa no aumento da consideração de compra e conversão de uma fatia importantíssima do mercado.

Muito além de preço e qualidade, hoje, o que diferencia determinado produto ou companhia é, justamente, como ele representa seu público. No marketing, na publicidade, no universo corporativo e na sociedade como um todo, o papel de todos nós é quebrar paradigmas diariamente, buscando construir um futuro mais igualitário e sustentável para as próximas gerações. Caminhando, juntos, seremos capazes de criar iniciativas que promovam mais integração e representatividade, fazendo a equidade prevalecer sempre.   

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