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Os desafios da gestão de pessoas durante a crise

Em meio a circunstâncias tão incertas, encontrar a melhor maneira de realizar a gestão de pessoas durante a crise gerada pela pandemia tem sido uma tarefa complexa. Empresas de todos os segmentos ainda convivem diariamente com as dúvidas sobre quais são as melhores decisões para o seu negócio e, principalmente, seus colaboradores. Nossa coordenadora de Capital Humano, Carolina Cubas, destacou algumas ações que têm sido essenciais para manter boas práticas e transpor os desafios criados por esse período tão delicado.

Aposte em uma comunicação constante e transparente

As preocupações são extremamente naturais nesse momento, principalmente as dos colaboradores. As dúvidas sobre como a empresa está enfrentando a crise e como isso pode impactar em suas vidas pessoais são muitas. Por isso, é importante que exista um canal no qual a empresa fale de forma clara e franca com seus colaboradores, além de deixar o espaço aberto para dúvidas e sugestões. De acordo com Carolina, compartilhar informações sobre os negócios e metas contribui para que os colaboradores sintam como a empresa está caminhando, mesmo que à distância.

Estimule a resiliência

Você já deve ter dado de cara com essa palavra em muitos materiais que abordam questões como gestão, aprendizados e estratégias para o momento. Dentro de qualquer organização, a melhor forma de ajudar a ativar essa resiliência é deixar claro que ninguém está sozinho.

Incentive a atenção e a presença dos gestores

Sabemos que a distância atrapalha o acompanhamento das atividades e também das principais necessidades de cada colaborador, mas é preciso recriar a rotina para que todas as engrenagens sigam operando bem. Para nossa responsável pelo Capital Humano da agência, o importante é o gestor sempre se mostrar presente mesmo longe fisicamente. Isso pode ser feito mantendo conversas com cada colaborador do time para auxiliar no gerenciamento da rotina e identificar possíveis dificuldades. Para os integrantes dos times, manter a comunicação é essencial: identifique seus pontos fortes e fracos e comunique-os. 

Entenda: pressão não é motivação

É claro que o colaborador precisa ter o senso de urgência de cada entrega, mas se a pressão aparecer em excesso, o profissional pode se sentir desmotivado, conforme alerta nossa psicóloga: “A partir do momento que o gestor deixa de instigar isso positivamente e começa a transferir sua ansiedade para seu liderado, torna-se pressão”

Por isso, é importante que os colaboradores não se sintam pressionados, mesmo que apareça algum problema no meio do caminho. Criar uma cultura de motivação e de propósito é muito mais saudável para a empresa como um todo, não é? E está à mão de qualquer gestor.

Cuide dos seus colaboradores

Momentos de descontração e relaxamento fazem do ambiente de trabalho um lugar melhor. Abaixo seguem algumas dicas simples e que podem funcionar para a sua empresa:

  1. Ginástica laboral: estimular uma rotina mais saudável é fundamental!
  2. Vídeo chamadas: momentos assim ajudam a manter a sensação de pertencimento, algo bastante importante.
  3. Instagram para comunicação interna: uma forma bastante eficaz de estimular a interação e a troca. 
  4. Presença ativa do Capital Humano: mais do que nunca, o canal de conversa com os profissionais da área deve estar aberto. O objetivo deve ser sempre ouvir, orientar, conscientizar e, caso seja identificada a necessidade de um auxílio psicológico mais específico, desconstruir possíveis barreiras que possam existir em relação à psicoterapia.

Carolina também ressalta a importância do gestor nesses cuidados:

“Cada gestor deve ficar responsável por reconhecer e motivar seu liderado o desenvolvendo em característica que a função pede, além do crescimento profissional dentro da agência”.

Busque novos talentos

Se houver recursos, continue contratando. Investir em capital humano é uma forma de renovar as metas e traçar caminhos de forma mais criativa, com auxílio de novas ideias e cada vez mais apoio. 

Mostrar-se presente é fundamental em um momento como este, em que nossa rotina de trabalho e nossas relações pessoais estão se reinventando, nossa coordenadora ainda destaca:

“O gestor precisa frequentemente conversar com todos os membros da equipe, afinal mostrar-se presente é fundamental num momento que as pessoas não se veem pessoalmente há meses. Isso traz a sensação de que é um time unido e que procura ao máximo não deixar a distância afetar o engajamento, as entregas e a motivação.”

Estamos todos preocupados com o futuro, mas focar no presente é o melhor a fazer. Por isso, tenha em mente que boas práticas estão a sua disposição para auxiliar no engajamento, nas entregas e na motivação dos colaboradores, mesmo à distância.

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Facebook Shops: 5 vantagens que esperamos

No mês de maio, o Facebook lançou globalmente um serviço de vendas dentro dos seus próprios aplicativos – o Facebook e Instagram Shops.

Esse lançamento já era previsto, mas foi acelerado por causa da pandemia da Covid-19. A iniciativa surge como concorrente da Amazon e outros marketplaces e apresenta funcionalidades que prometem facilitar o processo de digitalização de negócios de todos os portes. Ainda como beta no Brasil, plataforma poderá ser acessada a partir da loja na página da loja no Facebook e no Instagram, além dos Stories e anúncios.

Telas de demonstração do recurso de loja.

Mas o que se pode esperar com esse lançamento? No Brasil, algumas funcionalidades estão sendo liberadas em primeira mão como beta para o Grupo Agilità, do segmento de moda, que é nosso cliente na Adtail. A Marina Nascimento, Mídia responsável pela conta da aqui na agência, fez suas primeiras observações sobre o recurso.

1º: encanto e organização

Independentemente do porte ou orçamento da empresa, o Facebook Shops nasce como um canal direto entre lojas e consumidores através dos seus aplicativos mais conhecidos. Sem a necessidade da instalação de novos apps e contando com a familiaridade das plataformas, a loja foi desenvolvida para ser facilmente configurada e organizada. 

Se antes a marcação de produtos nas publicações oferecia pouco controle e nenhuma categorização, a primeira observação é justamente a possibilidade de customizar a loja, com maior alinhamento estético à marca – site, campanhas, conteúdo orgânico e anúncios – assim como a organização de produtos em coleção. 

“Ao invés de se deparar com todos os produtos do catálogo da marca, misturando roupas de festa e casuais, por exemplo, vai conseguir encontrar as mesmas categorias e agrupamentos feitos no site. Dessa forma, além de poder navegar de forma mais organizada, o cliente também consegue visualizar a ampla gama de categorias e estilos que a marca disponibiliza.”

Marina também explica que, a médio prazo, esse formato de apresentação e o maior controle por parte do vendedor podem ajudar a aumentar a taxa de conversão da loja, justamente por oferecer maior noção da variedade de produtos, fazendo com que o consumidor passe a considerá-la para categorias que até então desconhecia. 

2º: testes no Brasil

As atualizações do recurso de lojas ainda estão sendo testadas para uma posterior implementação no país. Para experimentar alguns dos recursos, o Grupo Agilità, foi a primeira marca convidada a aplicar as funcionalidades de personalização do layout e uso da loja como destino do clique em anúncios nas redes. A expectativa, segundo Marina, é incrementar as vendas, destacando melhor os argumentos já utilizados nas outras mídias e possibilitar que as clientes conheçam novos produtos e diferentes coleções através da plataforma. Para o Coordenador de Conteúdo e Marketing da marca, Gabriel Rabelo, as primeiras impressões são positivas.

“O processo de implementação da ferramenta foi simples e bastante intuitivo – em poucos passos conseguimos deixar a loja pronta e funcionando no Shops do Facebook e do Instagram”

Telas do recurso Loja no Instagram Agilità

3º: Integração e conexão

Entre as novidades previstas para os próximos meses na plataforma, estão as integrações com outros aplicativos da companhia como WhatsApp, Messenger e Instagram Direct.

É verdade que o contato entre marcas e clientes através desses canais não é novidade. No entanto, uma integração entre as plataformas pode oferecer aos consumidores mais segurança e confiabilidade, principalmente àqueles que não costumam comprar através de canais digitais, possibilitando acompanhar as etapas e realizar um pós-venda mais eficaz. 

“Além disso, principalmente em marcas de luxo, o consumidor gosta de um atendimento mais personalizado, o que pode ser feito via Whatsapp ou Messenger, pelo SAC ou pelas vendedoras.” 

4º: Sem fee, muitos dados

Não havendo check out através da plataforma (opção disponível apenas nos Estados Unidos), o Facebook promete que não haverá cobranças pelo negócio. O modelo de monetização da plataforma continuará sendo por anúncios. Ao invés de cobrar pela plataforma, a empresa aproveitará os dados coletados nas vendas para aprimorar os anúncios direcionados.

Lembramos que antes mesmo deste novo produto, já era possível promover produtos na loja do Instagram, inclusive marcando-os em publicações. A ampliação dessa opção para o Facebook de forma mais organizada não deve apresentar potencial para grandes impactos na performance de anúncios, mas Marina Nascimento alerta que é preciso sempre estar atento à importância das vendas omnichannel, ressaltando a assistência que campanhas e mídias dão a vendas que não são last click.

“O Facebook costuma ocupar, de maneira geral, um espaço importante na visibilidade das marcas, contribuindo para conversões diretas e compras por buscadores.”

5º: Papel para pequenos negócios e a pandemia

Por ser uma ferramenta fácil e intuitiva, o Facebook Shops oferece aos pequenos comércios, ainda não tão ativos virtualmente, uma oportunidade para digitalizar seu negócio com agilidade e a baixo custo

A ferramenta abre a possibilidade de explorar todo o potencial de vendas, exibindo não só o produto, mas agregando valor a ele. Uma loja de confecção, por exemplo, além dos produtos, pode trabalhar com tendências ou estilos voltados a perfis diferentes de clientes. Isso pode fazer com que um consumidor tenha contato com outros produtos ou categorias e complementar sua compra, aumentar o ticket médio, o reconhecimento da marca e a conexão dele com a marca. 

Lançado mais cedo por causa da pandemia, o Facebook Shops possibilita ainda que pequenas empresas, provavelmente as mais afetadas pelo isolamento social, consigam manter suas vendas de forma on-line de maneira fácil e prática mesmo que com menor profundidade e estoque durante a crise. Isso, para muitas delas, pode representar a diferença entre seguir aberta ou não, além disso, os consumidores que se encantarem virtualmente poderão conhecer a loja física e quem sabe tornarem-se clientes fiéis.

Leia também a matéria de lançamento do recurso feita pelo Facebook, disponível em inglês.

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Dia das Mães: o marco para entender as novas necessidades dos consumidores

A nova realidade se tornou um divisor de águas em relação ao consumo online. A virada de chave do isolamento social exigiu que o marketing digital se voltasse às novas intenções e, principalmente, às novas necessidades dos consumidores, não apenas às datas do calendário. Por isso, a forma de oferecer produtos ou serviço no Dia das Mães, primeira data relevante para o varejo no ano, exigiu reinvenção.

Essa reinvenção representou um crescimento expressivo no faturamento dos e-commerces, que passou para R$ 6,02 bilhões. Esse valor é mais que o dobro faturado no mesmo período de 2019 (R$ 2,78 bilhões), de acordo com dados da Compre&Confie.

Para os consumidores, comprar sem sair de casa e ter a entrega garantida levou muitos para a internet na hora de escolher o presente. Para as marcas, adaptar a comunicação e a logística foi necessário. Satisfazer as necessidades dos clientes e o que eles buscavam no momento foi a prioridade. 

No entanto, mesmo com esse faturamento mais expressivo, o mercado também sentiu maior cautela e muita pesquisa por parte dos consumidores. De acordo com dados da Social Miner, em 2019 o pico no tráfego registrado nos sites ocorreu no dia 6 de maio, seis dias antes do Dia das Mães. Já neste ano, a movimentação ocorreu de forma mais equilibrada e sutil, dividindo-se em três picos. O maior deles ocorreu no dia 8 de maio, dois dias antes da data, o que pode significar que muitos clientes tiveram que adiar as compras para repensar o investimento.

Ainda de acordo com dados da Compre&Confie, questões logísticas, como agilidade e taxas mais baixas de frete, também protagonizaram a lista de prioridades na hora do planejamento. Isso pode ter influenciado as marcas a apostar em frete com desconto ou gratuito, resultando em uma queda de 16% no valor dos serviços de entrega durante a data.

Nas visitas e pesquisas aos sites, os homens foram mais presentes: 52,7%. No entanto, na hora da compra, 54,8% foi feita pelas mulheres. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram os que mais tiveram tráfego online durante o período de pesquisa e de compra para o Dia das Mães. As regiões Sudeste e Sul lideraram, ambas com destaque nas áreas de eletrônicos e informática. E este ano, a região Nordeste também se destacou, principalmente no segmento de beleza

Muitas marcas conseguiram apostar em estratégias mais agressivas para o Dia das Mães deste ano. Algumas conseguiram migrar produtos das lojas físicas para o online, possibilitando uma queima de estoque durante o início do mês de maio, estratégia que não era tão comum nos anos anteriores. Nestes casos, o principal argumento foi o preço mais baixo, que mostrou bons resultados nas vendas. Outras marcas, que não tinham esse tipo de estratégia como opção, enfrentaram maior dificuldade nos resultados do período. Para essas empresas, aproximar clientes mais fiéis e fortalecer o trabalho de branding para que o resultado possa vir a longo prazo é uma das opções em datas comerciais.

Para o nossa Supervisora de Mídia, Caroline Santos, o próximo momento-chave do calendário, o Dia dos Namorados, tem menor expectativa de vendas. No entanto, ainda podem ocorrer queimas de estoque de lojas física com produtos a um preço baixo, o que pode continuar funcionando como um argumento de destaque. Campanhas bastante recorrentes durante essa sazonalidade e que podem continuar rendendo resultados são as que instigam o usuário a comprar mais de um produto com um preço reduzido. Para marcas que não podem proporcionar descontos tão agressivos no momento, essa pode ser uma estratégia interessante que não impacta tanto no fluxo de caixa e ainda amplia o ticket médio dos pedidos.

O fato é que tudo ainda está em constante adaptação. A pandemia está nos ensinando como fazer campanhas para o atual momento do consumidor e das marcas. Tanto no mercado quanto aqui na agência, estamos percebendo um enorme aprendizado sobre como pensar em campanhas mais adequadas para a realidade e para as necessidades atuais dos consumidores. Para as próximas datas relevantes no varejo, a nossa recomendação é, antes de tudo, responder à seguinte pergunta: o que as pessoas precisam agora? Pense nisso.

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