Category: Sem categoria

Google App Campaigns: fidelizando clientes com anúncios

As campanhas voltadas a aplicativos não são novidade no Brasil, que tem um mercado em ascensão devido à crescente e acelerada participação de dispositivos móveis nas compras online. Diferentes veículos já oferecem soluções pensadas para conectar usuários aos apps de suas marcas favoritas e tentar melhorar a experiência em um canal que cresce bastante, mas ainda gera muitas dúvidas em usuários e anunciantes.

De fato, nosso país já lidera o mercado de apps na América Latina nos últimos anos, tanto em instalações quanto em geração de receita. Um estudo da AppsFlyer, líder em análise de dados para aplicativos, confirma que temos 18% em representação de apps das instalações em LATAM, contra 8% em 2018. Mesmo assim, essas campanhas ainda não são tão exploradas se comparamos com outros tipos de soluções das plataformas. 

Nos últimos anos, o Google tem sido um grande aliado das marcas, aperfeiçoando as integrações e formatos disponíveis para anúncios focados em app. Atualmente, um anunciante pode veicular campanhas diretamente pela ferramenta de Google Ads visando descoberta, aproximação, engajamento, fidelização e até conversão nos aplicativos, com mensurações precisas para tomada de decisão.

Nesse contexto, a implementação e a estruturação para aplicativos trazem descobertas e desafios. Conversamos com a Giovanna Deparis, Mídia na Adtail Newblue, que tem acompanhado de perto as operações de campanhas deste tipo, para contar mais sobre os desafios e ganhos das contas que trabalham com a estratégia via Google Ads.

Os formatos possíveis

Antes, o Google usava servidores unidimensionais para achar bons usuários e potenciais leads. Hoje usam sinais multidimensionais, ou seja, além das informações sobre idade, gênero, device e categoria, cruzam essas informações com diversas outras como horários de acesso, videos assistidos, aplicativos baixados, buscas recentes, tipo de conexão, entre outros. Em números, isso significa que, de 100 combinações, o Google passa a oferecer 300 milhões de combinações multi sinais. 

O algoritmo de machine learning usa três “alavancas” de performance: imagens e vídeos ativos, lances e eventos de conversão e valores. A partir disso, as opções de formato em App Campaign (AC) são:

  • AC Installs

Essa alternativa é ideal para quando o objetivo da estratégia é alcance. Com isso, o foco será em gerar volume de usuários com melhor custo e as métricas de eventos internos do app não serão consideradas;

  • AC Installs Advanced 

Já essa opção é perfeita para objetivo de alcance mas com a premissa de manter uma qualificação do usuário atraído;

  • AC Actions

É efetiva quando o objetivo principal é o engajamento dos usuários e/ou receita dentro do app, permitindo configurar lances com base em um custo por ação (CPA).

Para qualquer uma das opções, todos os tipos de criativos devem ser usados e a recomendação é de que não faça nenhuma alteração nos primeiros 7 dias de campanha. Desta forma, garantimos mais recursos e volume de dados para otimização e aprendizado do algoritmo.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Nossa experiência nas Campanhas para App

Nos últimos anos vimos diferentes anunciantes do mercado buscarem alocar investimento de campanhas direcionado para app em ações pontuais ou complementares aos planos de mídia. Nestes casos, diversas soluções podem ser ativadas, desde campanhas de mídia em redes sociais para incentivar instalação até push notification para aumentar engajamento dos usuários. Já o desenvolvimento de uma estratégia robusta e permanente específica para a experiência em aplicativos vem aparecendo como demanda mais recente. A partir disso, o aprofundamento técnico não só das soluções oferecidas por veículos mas dos times de operação do lado da marca e da agência também se fez necessário.

Em 2020, um case pode ser exemplificado com o lançamento de aplicativos para venda nas marcas Arezzo e Schutz. A partir dos possíveis caminhos de mídia paga, desenhamos um plano concentrado em campanhas de Google, contando com a parceria do nosso atendimento no veículo para projetar resultados e tomar as melhores decisões em formatos, investimento e integração de sistemas.

Em nossas metodologias de desenvolvimento, a estratégia criada foi baseada nas etapas da jornada do cliente dentro do funil de vendas. Começando pela expansão de base do app (topo do funil), focando em instalações, portanto, lances, segmentação e criativos otimizados com o objetivo de atrair o maior número de pessoas propensas a instalar. Posteriormente, concentrando no crescimento das campanhas e visando em receita como principal métrica de sucesso, a meta é encontrar pessoas com maior probabilidade de gerar ações específicas no aplicativo (meio do funil). Por último, segmentar os usuários por filtros de semelhança de comportamento com usuários conversores (fundo do funil).

Resultados já colhidos desde a implementação das campanhas

Nosso time constatou que as campanhas para aplicativos são um excelente caminho para encontrar os melhores clientes, compreender seus padrões de comportamento e manter proximidade com eles, tornando real sua fidelização. Essas ações só se tornam possíveis alcançando mais presença no dia a dia dos usuários e oferecendo uma boa experiência de navegabilidade com condições de compra interessantes que, consequentemente, geram mais valor e retornos positivos em receita. 

Tendo Arezzo como exemplo, “comparando o mês de junho com o primeiro mês do plano, março, já conseguimos mais que dobrar o número de instalações das campanhas, com um budget cerca de 33% maior e reduzindo o CPI em 35% com as otimizações aplicadas”, afirma Giovanna. Outro ótimo resultado foi a crescente exponencial taxa de engajamento dentro do app, que foi de 7% (jan/fev/2020) para 13% em junho.

Em Schutz, contrastando os mesmos meses, ela completa que foi obtido “um custo por instalação 44% menor, nessa perspectiva, estamos crescendo a base do app em maior proporção em relação ao primeiro mês de veiculação”

Por fim, além de atender à mudança de comportamento dos clientes, no que diz respeito à maior utilização de dispositivos móveis, e ao aperfeiçoamento da experiência de compra, pretendemos usar as campanhas para app na gestão das marcas. O intuito é harmonizar todos os canais de contato com os usuários, unindo e-commerce com o m-commerce para possibilitar um plano inteligente e completo de interação e engajamento para impulsionar os negócios em Arezzo e em Schutz.

Dito isso, recomendamos as Campanhas para Aplicativos como um caminho excelente para atrair e engajar o maior número de pessoas propensas a gerar conversões, além de sistematizar, otimizar e personalizar anúncios, lances e orçamentos, orientando cada um deles às suas metas. Por último, destacamos que o desempenho dessas campanhas, conduzido por técnicas de data intelligence, acelera e potencializa seus resultados, utilizando os dados coletados em cada tomada de decisão de forma precisa, eficiente e transformando a realidade do seu negócio.

Com o apoio de uma agência especializada e parceira do Google, esse caminho pode ser muito mais fácil, marque um papo com a nossa equipe e saiba mais.

Empatia é a chave para influência digital das marcas na pandemia

O isolamento social criou uma nova busca pelo real. Para quem consome conteúdo, surgiu a inevitabilidade de algo 100% voltado para a realidade atual, enquanto quem cria sente vontade de produzir materiais cada vez mais voltados para as necessidades dos seus seguidores. Com as marcas não é diferente. A relação de proximidade tem sido primordial para todos os envolvidos na área.

No entanto, em um momento tão delicado, é importante dar um passo para trás, tomar distância e compreender os sentimentos do público. De acordo com nossa Estrategista Sênior, Ana Carolina Matos, vários fatores devem ser considerados e, por isso, é preciso se perguntar: “É o momento de impactar as pessoas com sugestões de compras, ou de entender o sentimento delas e produzir algo que vá ao encontro dos princípios da marca e do consumidor no momento?”.

Nesse sentido, campanhas de apoio a profissionais dos serviços essenciais como saúde e transporte são bem-vindas. Conteúdos informativos sobre algo que possa alegrar e trazer conforto no momento também são interessantes de se manter no radar. Esse tipo de material ressalta que a marca está caminhando lado a lado com seus consumidores, uma vez que a marca nunca é apenas o que ela vende.

Marcas e influenciadores que se isentaram ou ignoraram a situação no Brasil foram cobrados e responsabilizados pelos seus atos. Um exemplo disso foi Gabriela Pugliesi, que perdeu mais de 150 mil seguidores e o patrocínio de pelo menos 11 marcas após dar uma festa em casa com amigos no início da quarentena, em abril. Além dela, a ex-bbb Rafa Kalimann também foi “cancelada” por dar festa em casa; Isis Valverde por ter mantido a babá de seu filho trabalhando; e Thaila Ayala com o lançamento de sua marca de roupas coloridas de nome “Vir.us 2020”, que teve o trocadilho considerado vergonhoso pelos seguidores.

Já um bom exemplo de ação de influência vem do Grupo Arezzo. Através de cada marca, um par de tênis foi doado para profissionais da comunidade médica. Na campanha, que ganhou o nome “Passos das Heroínas”, bastava o acesso ao site e preenchimento de um cadastro para receber o produto. Essa foi uma forma encontrada pelo grupo de agradecer a dedicação das profissionais que atuam na linha de frente do combate à COVID-19.

Mesmo que a produção de conteúdo seja bastante democrática atualmente, o dever de explorar novas maneiras de criar ficou ainda mais evidente. Essa demanda, aliada ao momento de isolamento, gerou uma forma muito mais orgânica de troca com o público. As criações passaram a ser muito mais caseiras, inclusive aquelas produzidas por marcas com bastante relevância no mercado. Algumas delas, inclusive, abraçaram a causa do home office e lançaram campanhas com fotos de modelos ou colaboradores usando os produtos em suas casas. Para a Ana Carolina, a pandemia forçou essa aproximação: “Foi quase um ato de empatia no qual todos tiveram que entender o lugar do outro e, mais do que nunca, se reconhecer como seres humanos”.

Muitas marcas apostaram em parcerias com influenciadores para gerar mais proximidade com o público. Características muito próprias desses profissionais, como maior acessibilidade e criatividade na produção dos materiais, são determinantes na hora da troca com os seguidores. Para além do conteúdo produzido e do nome da marca, existe ainda a identificação do público com o estilo de vida e com os valores do influenciador. Na experiência da Ana, é por isso que as marcas precisam identificar quais criadores de conteúdo conversam com seu público-alvo: “As pessoas seguem um perfil pois gostam da forma que ele se comunica e trabalha. A partir do momento que uma marca entra de fato como uma parceira desse ‘dia a dia’ do influenciador, acontece a proximidade com o público e o toque de autenticidade da marca”.

Por isso, antes de tudo, é importante que as marcas alinhem seus nomes a pessoas que acreditam nos mesmos princípios que ela transmite, valorizando mais a qualidade do conteúdo produzido do que o número de seguidores. Neste momento, as marcas precisam compreender que pode não fazer sentido pro público apenas falar em venda. Trazer algo que agregue à vida do consumidor tem muito valor na jornada de consumo: lives, tutoriais, dicas e, claro, muita informação. O cenário atual acelerou um movimento em que as pessoas se conectam de verdade com as marcas muito mais pelo que elas fazem do que pelo que elas vendem.

Para a nossa Estrategista, novidades nos aguardam no período pós-pandemia, e elas estão começando agora mesmo: “Muitas das mudanças que aconteceram tanto no comportamento dos influenciadores como no conteúdo por eles produzido vem de que as pessoas em casa estão tendo mais tempo para assisti-los. E se antes elas passavam por alguns conteúdos que não gostavam, hoje elas se veem no direito de cobrar algo mais real”.

Esse alinhamento com novos valores e com uma realidade muito diferente está ajudando a renovar a consciência de muitas marcas. As que estão mais atentas a essas mudanças e exercitam a empatia com o público se movimentam em direção a uma nova cultura, com melhores exemplos para quem as acompanha e, consequentemente, melhores resultados em todos os sentidos. Quem sai ganhando? Todos nós.

Tem Whatsapp?

A pandemia da COVID-19 trouxe a necessidade de alternativas para chegar até o consumidor. Muitas delas já estavam em curso, mas foram aceleradas, como a digitalização das empresas. Nesse cenário, ainda que não seja uma tendência recente, o conversational commerce aparece como oportunidade dentro da crise atual.

Conectar pessoas passou a ser essencial em um período de isolamento social. Para as marcas não foi diferente. Instalado em cerca de 99% dos smartphones brasileiros (fonte: Panorama Mobile Time/Opinion Box), o WhatsApp oferece ao usuário uma plataforma intuitiva que facilita sua comunicação.

Nosso Head de Estratégia, Daniel Vieira, trouxe suas percepções e experiências com esse tipo de estratégia para ajudar você a entender mais sobre o tema. Primeiramente, precisamos destacar como o conversational commerce é um passo que já estava começando a acontecer com grandes magazines, de forma pontual e voltada ao relacionamento, mas que agora acelerou. A pandemia escancarou uma necessidade de reinvenção para que pequenos e médios pudessem sobreviver e voltar a gerar receita em seus negócios. Por isso, a aplicação de testes e novos caminhos de relacionamento marca-cliente se tornou mais constante e rápida, consequentemente cases começaram a aparecer.

Independente do tamanho do estabelecimento, a necessidade de transformação tomou a frente de fases como ideação, planejamento e pesquisa. 

“Se pensarmos com a visão de negócios, a pandemia também pode ser um grande laboratório para testes – maturação do relacionamento, validação de hipóteses e aprendizados sobre o comportamento do consumidor – que provavelmente levariam
um tempo maior entre planejamento e execução.” 

Utilizar uma ferramenta que proporciona tanta proximidade e pessoalidade quanto o WhatsApp permite ao consumidor tirar dúvidas sobre produtos, compras ou prazo de entrega, afinal, o canal está aberto. No entanto, é preciso estar atento às características específicas da plataforma. O imediatismo, facilmente notado no ambiente pessoal, para um lojista, significa estar preparado para atender ou suprir essa demanda para não oferecer uma experiência negativa, seja na espera de uma resposta ou num atendimento não qualificado.

Arezzo

O Grupo Arrezzo&Co, nosso cliente aqui na Adtail, lançou uma campanha de vendas através do WhatsApp logo no início do regime de isolamento social. Em um curto período, milhares de conversas foram realizadas por meio da plataforma, registrando um volume cerca de 9 vezes maior do que sem a aplicação do novo recurso.

Claro que não é uma tarefa fácil. Isso exige desde a qualificação do time responsável pela interação – gerentes de loja, vendedores, etc – até a estruturação de relatórios de performance capazes de mensurar o fluxo de trabalho da forma correta. O potencial de escala, no entanto, é muito grande e justifica novas iniciativas ainda mais constantes para as marcas da companhia. A experiência, tanto para nós aqui da agência quanto para o cliente, foi muito positiva e gerou milhares de novos contatos, além da ampliação de proximidade com antigos.

AI e Qualificação Humana

O maior investimento em conversational commerce implica, também, em cuidados na implementação de ferramentas de inteligência artificial, prevendo corretamente as perguntas e réguas de relacionamento, e com o uso de vocabulário mais realista e não tão frio como uma URA (Unidade de Resposta Audível).

“Usar AI não precisa ser encarado como uma substituição ou ‘revolução das máquinas’,
mas como um auxílio de extrema relevância no fator tempo que cada empresa poderia economizar ao não errar.”

  O papel dos bots é reduzir o atrito com os clientes, antecipando suas necessidades com maior precisão para garantir que todos tenham o mesmo nível de experiência. Ao invés de se preocupar com o volume de interações que ocupariam as posições de atendimento de um call center, ao utilizar bots para triagem e direcionamento de chamadas, pode-se fazer ainda mais diferença no contato em andamento. O fator humano – nesse caso, em especial, o bem treinado – é essencial para compreender certas nuances durante o atendimento e oferecer uma experiência diferenciada.

Estreitar relacionamentos

As ferramentas de chat podem proporcionar informações muito mais detalhadas sobre o comportamento do consumidor. Quando bem integrado com o CRM da marca, o Whatsapp pode interagir com o lead de acordo com seu estágio ou score previamente mapeados.

“Isso gera uma visão mais ampla e direcionada para que se possa interagir com mais profundidade e identificação. Se isso ocorrer de forma estruturada, o lead evolui de estágio no funil até uma transação, podendo ainda se tornar um cliente recorrente.”

Ferramentas como o WhatsApp oferecem uma oportunidade valiosa para aproveitar a proximidade e se tornar um consultor, não uma máquina de vendas. Através desse canal, é possível evoluir o relacionamento com o consumidor. Falar e ouvir. Perguntar o que ele deseja: receber mensagens de especialistas ou curadores com dicas ou sobre uma nova coleção, receber o catálogo da marca em formato para celular ou se está buscando um produto ainda mais específico. É possível indagar sobre outras compras anteriores ou compras em aberto – esclarecendo dúvidas, auxiliando durante o check out e até como ferramenta de tracking, antecipando informações sobre eventuais atrasos, por exemplo – mapeando assim novas oportunidades que diminuem a perda de vendas por dúvidas ou insegurança e retroalimentando o funil ao mesmo tempo em que aumenta a confiança do consumidor na marca. 

É importante não esquecer que essa é uma ferramenta criada para facilitar a comunicação. Convém não abusar da confiança. Por isso, é preciso ter cuidados com a linguagem e a abordagem para que não haja a sensação de spam. Ter essa noção é essencial para respeitar o espaço do cliente (e não ser bloqueado ou silenciado). 

“Utilizar o WhatsApp é um dos pilares da transformação digital acelerada que as empresas estão se esforçando para realizar”

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Antes de lançar a ferramenta, é imprescindível que todos os processos de compra estejam mapeados.” É preciso realizar uma integração com SAC, capacitar o time, definir o responsável pela interação e avaliar se a empresa deve ou não contratar uma plataforma de gestão e suporte para a operação. Saiba que ninguém está 100% pronto para todos estes movimentos. Tem sido um aprendizado constante, especialmente nesses últimos meses. Mas já deu para perceber o potencial para criar ótimas experiências entre marcas e clientes com estratégias bem definidas.

ESCRITÓRIOS:


Porto Alegre:
Rua Dona Laura, 320 12º andar

Rio Branco - Porto Alegre - RS
CEP: 90430-090
Telefone: +55 (51) 4009.5510

São Paulo:
Av. Nações Unidas, 11.857 - 8º Andar

Brooklin - São Paulo - SP
CEP: 04578-908
Telefone: +55 11 5093 2403

NAVEGUE:


Nossa agência
Cultura

Soluções
Clientes
Certificações
Carreiras

ASSINE A NEWS:


SERVIÇOS:


Conteúdo Digital
CRM
Data Intelligence
Gestão de Consultoria SEO
Mídia Paga
Planejamento Estragégico
Produção Criativa

CANAIS OFICIAIS:


Fale Conosco

Leia nossa política de privacidade.


Copyright © 2020. Adtail Marketing Digital - Todos os direitos reservados.

Privacy Settings
We use cookies to enhance your experience while using our website. If you are using our Services via a browser you can restrict, block or remove cookies through your web browser settings. We also use content and scripts from third parties that may use tracking technologies. You can selectively provide your consent below to allow such third party embeds. For complete information about the cookies we use, data we collect and how we process them, please check our Privacy Policy
Youtube
Consent to display content from Youtube
Vimeo
Consent to display content from Vimeo
Google Maps
Consent to display content from Google