A capacidade de uma empresa se manter à frente das tendências de marketing digital pode ser o divisor de águas entre o sucesso contínuo e o estagnamento. 

Com o avanço de tecnologias e surgimento de novas plataformas, é importante que as empresas adotem estratégias que ressoem com as expectativas de um público cada vez mais conectado e exigente. 

Este artigo, cuidadosamente preparado pela equipe da Adtail, é um convite para que você explore as mais recentes tendências para o marketing digital. Ele é fruto da colaboração de especialistas de diferentes áreas da nossa agência. 

Cada tendência apresentada foi selecionada com o objetivo de oferecer a você insights valiosos. Queremos ajudar a guiar a sua empresa a um patamar mais lucrativo e competitivo ao longo do ano. Continue conosco e tenha uma boa leitura!

Tendências na área de dados e tecnologia

Para que as estratégias de marketing digital sejam desenvolvidas com excelência, trabalhar com dados e tecnologia é essencial. 

Nesse campo, Rafael Ataide, nosso diretor de Data & Tec, apontou as seguintes tendências:

1. Uso da IA para aumentar a produtividade e reduzir custos

A inteligência artificial (IA) tem se consolidado como uma força transformadora nos negócios, emergindo como um foco central de discussão para este ano. Em especial, isso se aplica no que diz respeito ao aumento da produtividade e à redução de custos, bem como na automação de marketing.

As capacidades avançadas da IA permitem a automatização de tarefas repetitivas, liberando os colaboradores para se dedicarem a atividades de maior valor agregado. Por sua vez, isso otimiza processos e eleva a eficiência operacional.

Nas palavras de Ataide: “A IA pode ser usada para automatizar tarefas, melhorar a tomada de decisão e prever tendências. Isso pode ajudar na redução de custos e aumento de eficiência em uma variedade de áreas, incluindo operações, marketing e vendas”.

A inteligência artificial como uma parceira de negócios: homem e robô apertando as mãos

2. Segurança de dados com uso da IA

Ataide também acredita que, “à medida que a IA continua a se desenvolver, a segurança de dados deverá ser uma preocupação crescente para as empresas. Elas precisarão adotar medidas de segurança mais robustas para proteger seus sistemas e dados contra ataques cibernéticos”.

A evolução da IA não apenas abre novas avenidas para eficiência e inovação, mas também eleva o risco e a complexidade dos potenciais ataques cibernéticos. Isso demanda uma resposta proporcional em termos de segurança de dados, onde as organizações devem transcender as soluções convencionais e investir em estratégias de segurança avançadas.

Entre outras coisas, é imprescindível que se siga a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), por exemplo. Assim, você evita complicações legais ao desempenhar ações personalizadas de marketing digital, tendo em vista que a privacidade de dados será garantida.

Tendências na área de CRM

Na área de Customer Relationship Management, quem traz as tendências para 2024 é a Renata Borba, nossa gerente de CRM.

3. Crescimento do WhatsApp como canal de relacionamento

“O que eu diria é que para 2024 o WhatsApp vai ser uma tendência muito importante. Até em linha com o ponto de hipersegmentação e personalização, a gente tem entrado cada vez mais em discussões sobre um CRM que precisa compreender a níveis mais granulares sobre a preferência do usuário, o timing certo e o canal certo”, declara Borba.

Ela também acredita que, com as jornadas de compra cada vez mais complexas, estão havendo múltiplas discussões sobre a eficiência de cada canal. Nesse sentido, o WhatsApp leva vantagem, tendo em vista a agilidade do envio e do recebimento de mensagens pelo aplicativo.

“Em testes, o WhatsApp já tem tido vários cases positivos, principalmente em aplicação em estratégias comportamentais, agregando agilidade do canal para aplicações com foco em conversão, para além do relacionamento”, finaliza a especialista.

Mulher segurando xicara e um tablet. Alguns icones de áreas de e-commerce aparecem ao redor do aparelho.

Tendências na área de Social Media

No segmento de Social Media, quem traz as novidades é a Rebeca Duarte, que aqui na Adtail, ocupa o cargo de Head de Branding & Design. Veja:

4. Criação de comunidades

“A capacidade de se conectar de forma autêntica com a audiência, gerando conversas genuínas, pode colocar sua marca em um novo patamar de relevância frente à ampla competitividade digital do mercado”, diz Duarte.

No entendimento da nossa especialista, quem busca inovação e crescimento expressivo por meio do digital, precisa fomentar comunidades consistentes que criam o futuro das marcas por meio de feedbacks, ideias e conteúdos.

Cabe lembrar que, com a ascensão da inteligência artificial e de outras tecnologias, as comunidades podem se desenvolver até mesmo no metaverso, ou seja, em uma espécie de “mundo virtual” paralelo.

Área de mídia

Rita Candido, nossa gerente executiva de Mídia, apontou alguns tópicos de marketing digital que estarão em alta nos próximos anos, no segmento em que ela atua. Observe:

5. Integração de IA em estratégias de conteúdo e personalização

A IA está revolucionando a maneira como as marcas interagem com seus consumidores, permitindo uma personalização sem precedentes em escala. 

Utilizando algoritmos de machine learning, as empresas podem analisar grandes volumes de dados para identificar padrões de comportamento e preferências individuais. 

Isso possibilita a criação de conteúdo altamente relevante e personalizado, desde recomendações de produtos até conteúdos dinâmicos em websites, blogs e e-mails.

6. Aumento no uso de chatbots avançados e assistentes virtuais

Os chatbots e assistentes virtuais, impulsionados por IA, estão se tornando cada vez mais sofisticados, capazes de realizar conversas naturais e resolver uma ampla gama de consultas dos clientes. 

Isso aprimora a eficiência operacional, reduz o tempo de espera e libera os funcionários para tarefas mais complexas.

Além disso, melhora a satisfação do cliente, oferecendo respostas rápidas e precisas a qualquer hora do dia.

7. Expansão da produção de podcasts e conteúdo de áudio

A popularidade dos podcasts e conteúdos de áudio continua crescendo, com mais criadores de conteúdo e marcas entrando nesse espaço. 

A facilidade de consumo, permitindo que as pessoas ouçam enquanto realizam outras atividades, e a intimidade do formato áudio criam uma conexão única com o público. 

Além disso, novos formatos de áudio estão se popularizando, como as áudio séries, que são sucesso em aplicativos de streaming, como o Spotify. Sem dúvida, os negócios que investem em marketing digital podem tirar proveito disso, em 2024.

8. Crescimento de DOOH e CTV

Digital Out of Home (DOOH) e Connected TV (CTV) são formas inovadoras de publicidade digital que se adaptam ao estilo de vida moderno e conectado das pessoas. 

DOOH refere-se aos anúncios exibidos em telas digitais em locais públicos, como aeroportos, metrôs e outdoors eletrônicos, permitindo que as marcas alcancem os consumidores fora de casa, com conteúdo dinâmico e interativo. 

Por outro lado, CTV envolve a veiculação de anúncios por meio de televisões conectadas à internet ou dispositivos de streaming, oferecendo uma experiência de visualização mais personalizada e direcionada, baseada nos hábitos de consumo de mídia do espectador.

A publicidade Digital Out of Home (DOOH) e Connected TV (CTV) está se expandindo rapidamente, graças à capacidade de oferecer anúncios altamente direcionados e mensuráveis em plataformas digitais. 

A venda de espaços publicitários por meio de plataformas e softwares permite que as campanhas sejam lançadas rapidamente, com a flexibilidade de ajustar mensagens em tempo real. 

9. Busca por alternativas de investimentos em branding

De acordo com Rita Candido, “em resposta ao cenário pós-pandêmico, as empresas estão redirecionando as suas estratégias digitais, passando de um foco exclusivo no fundo de funil para uma ênfase renovada no alcance e reconhecimento de marcas”.

Ela acredita que, em meio a um contexto econômico desafiador, a necessidade de investir em branding para se destacar em um ambiente digital altamente competitivo é reconhecida.

Sendo assim, para 2024, observamos uma busca ativa por opções de investimento em branding, com o objetivo de estabelecer conexões sólidas com o público. 

A digitalização de negócios e a inovação ganham destaque, sublinhando a relevância da personalização e da integração de tecnologias emergentes. 

“Adicionalmente, a criação de relacionamentos duradouros e a atenção a métricas de brandformance, que vão além dos resultados imediatos, emergem como aspectos cruciais nas estratégias implementadas”, complementa a executiva de Mídia.

Marketing Digital em 2024: siga as tendências e prepare a sua estratégia

Em 2024, o universo do marketing digital continua a se expandir com inovações que remodelam a forma como as marcas se conectam com seus públicos. 

No entanto, é essencial reconhecer que nem todas as tendências são aplicáveis ou benéficas para todos os tipos de negócios. Cada caso é um caso e um planejamento estratégico eficiente deve ser realizado.

Portanto, a importância de contar com profissionais qualificados e estratégias baseadas em dados nunca foi tão importante.

Os especialistas em marketing digital capacitados podem navegar pelas complexidades dessas tendências emergentes. Assim, pode-se identificar as mais relevantes e aplicáveis para cada negócio, garantindo que os investimentos se traduzam em resultados tangíveis. 

Convidamos você a explorar essas oportunidades dinâmicas e a se posicionar na vanguarda do marketing digital em 2024. 

Com inovação tecnológica, criatividade e a parceria certa, sua marca pode se destacar e criar conexões significativas com seu público. A Adtail está pronta para ajudar o seu negócio a prosperar no decorrer de todo o ano. Fale com a gente e saiba mais!

O relacionamento com o cliente é uma pedra angular para o sucesso no mercado e é por esse motivo que você precisa entender o que é CRM.

Empresas de todos os tamanhos reconhecem a importância de manter e nutrir laços sólidos com seus consumidores. Nesse contexto, o Customer Relationship Management (CRM), ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, se destaca como uma ferramenta essencial para aprimorar o relacionamento com os clientes.

O CRM é mais do que apenas um software ou uma abordagem de negócios; é uma filosofia que coloca o usuário no centro de todas as atividades da empresa. Sendo assim, ao adotá-lo, as organizações podem coletar, armazenar e analisar informações relevantes sobre seus clientes. 

O resultado é uma melhor compreensão das necessidades e preferências dos consumidores. Isso, por sua vez, possibilita a criação de estratégias personalizadas e o fornecimento de experiências sob medida.

Neste guia estratégico, falaremos sobre a importância do CRM para as empresas em detalhes. Vamos discutir como um sistema desse tipo pode otimizar o relacionamento com os clientes, destacando seus benefícios, desde o aumento da eficiência operacional até o impulso das vendas e a melhoria da fidelização. 

Além disso, abordaremos as melhores práticas para a implementação bem-sucedida de um sistema de CRM e forneceremos exemplos de erros que jamais podem ser cometidos.

Continue a leitura e aprenda de uma vez por todas o que é CRM! Contaremos tudo neste conteúdo épico. Vamos lá?

O que é CRM?

O Customer Relationship Management (CRM) é uma estratégia de negócios e uma abordagem de gestão que visa aprimorar o relacionamento entre uma empresa e seus clientes. 

Ele não engloba apenas o uso de tecnologia, mas também práticas, processos e políticas que visam entender, antecipar e atender às necessidades e expectativas dos clientes.

Ao contrário do que muitos pensam, CRM não é apenas e-mail marketing! As três letras em questão representam muito mais do que isso. Para saber mais, recomendamos que assista ao vídeo abaixo: 

História e evolução do CRM

Para entendermos como o CRM funciona no presente, convém dar uma olhada no contexto histórico dessa estratégia, que não é tão recente como se imagina.

No livro “Desenvolvendo a cultura de CRM na empresa: aprimore pessoas e processo, não somente ferramentas”, Joaquim Lobo Leite Júnior menciona que a filosofia de aproximação aos clientes existe há muito tempo. 

O autor apresenta o relato de um homem que, há muitas décadas, operava um elevador de grãos em uma pequena cidade nos Estados Unidos. Ele conhecia pessoalmente seus clientes, sabia seus nomes, suas origens e suas preferências. Esse nível de relacionamento pessoal é uma forma ancestral de CRM.

Ou seja, quando você senta no bar da esquina e o garçom, que já é seu conhecido, pergunta se você vai querer o mesmo de sempre, está praticando CRM. Afinal, ele observou os seus gostos e estabeleceu uma relação.

Com o passar dos anos, a evolução do CRM moderno foi impulsionada pelo desenvolvimento tecnológico e pelo aumento na coleta de dados. 

A filosofia de manter um relacionamento próximo com os clientes foi amplamente adotada em empresas que reconheceram sua importância para o sucesso nos negócios.

Dados sobre usuários ativos de e-mail

Com o advento da tecnologia digital, os sistemas de CRM se tornaram mais eficazes. Um exemplo disso é o uso de e-mail, que é uma ferramenta fundamental para a comunicação com os clientes. 

Estatísticas divulgadas pela Insper mostram que, atualmente, existam mais de 4,3 bilhões de usuários de e-mail em todo o mundo. Isso torna-o uma plataforma de comunicação amplamente adotada e eficaz para empresas alcançarem seus clientes.

Em estratégias de e-mail marketing, muito comuns em ações de CRM, softwares especializados permitem uma comunicação mais próxima com leads e clientes.

Principais benefícios do uso de CRM

É interessante destacar que o uso de CRM oferece uma série de benefícios, incluindo:

De modo geral, podemos dizer que o CRM é uma estratégia que evoluiu ao longo do tempo, visando fortalecer o relacionamento entre as empresas e os seus clientes. 

Além de melhorar o atendimento ao cliente e as vendas, o CRM oferece ferramentas poderosas para aprimorar a eficiência operacional e a tomada de decisões. Tornou-se, assim, um ativo essencial para as empresas que desejam prosperar em um mercado cada vez mais competitivo

Componentes de um CRM

O pesquisador e executivo Paul Greenberg afirma que: “O motor do CRM é o repositório de dados dos clientes, seu data warehouse”. Ele também acredita que o ideal é que todo tipo de informação, estática ou dinâmica, esteja acessível a todos os departamentos da empresa, clientes, fornecedores e parceiros, de acordo com suas especificidades.

Tendo como base essa premissa, podemos nos aprofundar nos componentes dos CRMs. Veja, a seguir, como utilizá-los para melhorar a sua performance.

Gestão de contatos

A gestão de contatos é o alicerce de um sistema de CRM. Ela envolve a organização e o armazenamento centralizado de informações sobre os clientes, incluindo seus perfis, histórico de compras, preferências e interações passadas. 

Isso permite que as empresas tenham uma visão abrangente de seus clientes, essencial para fornecer atendimento personalizado. 

De tal modo, manter registros precisos e atualizados dos clientes é crucial, pois ajuda a identificar oportunidades de vendas, segmentar públicos-alvo, desenvolver personas e antecipar as necessidades.

Automação de marketing

A automação de marketing é um componente fundamental para impulsionar o relacionamento com os clientes. 

Ela permite que as empresas criem campanhas de marketing direcionadas, automatizem o envio de mensagens, e-mails e conteúdo relevante com base no comportamento do usuário. 

Essa automação economiza tempo e ajuda a construir relacionamentos sólidos, oferecendo informações oportunas e personalizadas. A segmentação inteligente e a nutrição de leads podem aumentar as taxas de conversão e a retenção de clientes.

Suporte ao cliente

O suporte ao cliente é um componente vital para a satisfação e fidelização dos clientes. Um sistema de CRM eficaz permite que as empresas ofereçam suporte contínuo e personalizado por meio de vários canais, como chat ao vivo, e-mail, telefone e mídias sociais. 

Ele também auxilia na rastreabilidade de problemas e na atribuição de responsabilidades, garantindo respostas rápidas e eficientes. 

O histórico de interações do cliente facilita a compreensão de suas preocupações e preferências, permitindo que as equipes de suporte resolvam problemas de maneira eficaz.

Implementação de um sistema de CRM

Implementar um sistema de CRM é um passo essencial para aprimorar o relacionamento com os clientes e impulsionar o crescimento dos negócios. No entanto, o processo pode ser desafiador. Entenda, a seguir:

Etapas para implementar um CRM

Abaixo veja algumas etapas importantes para a implementação eficaz de um sistema de CRM:

1ª etapa: avaliação de necessidades

Antes de escolher um sistema de CRM, é essencial avaliar as necessidades específicas da sua empresa. 

Isso inclui definir objetivos claros, entender os processos de negócios atuais e mapear as expectativas dos usuários.

2ª etapa: seleção da solução certa

Escolher a plataforma de CRM adequada é um passo crítico. Por isso, certifique-se de que a solução atenda às necessidades identificadas.

Também verifique se oferece recursos como gestão de contatos, automação de marketing e suporte ao cliente. 

3ª etapa: treinamento e engajamento dos usuários

O sucesso do CRM depende da adesão dos usuários. Portanto, é importante fornecer treinamento adequado para garantir que a equipe saiba como utilizar a nova ferramenta. 

O engajamento dos usuários e a demonstração de como o CRM pode facilitar suas tarefas cotidianas são cruciais.

Ao seguir essas etapas, você terá mais sucesso ao implementar um CRM na sua empresa. Mesmo assim, é possível que surjam alguns desafios.

Desafios comuns na implementação de um CRM e como superá-los

Tendo em vista os desafios que podem surgir na implementação de um CRM, desenvolvemos uma lista abaixo, que apresenta dicas para superá-los. Veja:

Além das dicas apresentadas, lembramos que o sucesso na superação desses desafios depende de uma abordagem estratégica, envolvimento da equipe e, em alguns casos, assistência de especialistas.

CRM & Automation: conheça esse serviço da Adtail

Na Adtail, oferecemos um serviço de CRM excepcionalmente personalizado, focando em construir conexões significativas com os clientes. 

Para isso, utilizamos diversos canais de comunicação, adaptando-os às preferências de cada cliente para coletar dados essenciais e prever comportamentos de compra. 

Nossa abordagem orientada por dados é respaldada por parcerias com líderes do mercado, permitindo-nos oferecer um atendimento personalizado e estratégias de crescimento sob medida. 

Além disso, a nossa equipe é altamente certificada e experiente. Isso garante que seu negócio alcance o sucesso no cenário competitivo do marketing digital.

Não cometa esses 10 erros no CRM da sua empresa

A eficácia do CRM é fundamental para o sucesso das estratégias de relacionamento com os clientes. 

Sendo assim, cometer certos erros pode prejudicar significativamente os resultados e afastar os clientes. As 10 falhas mais comuns são:

1. CRM é só e-mail

Reduzir o CRM apenas ao uso de e-mails é uma limitação séria e que deve ser evitada nas empresas. 

Como vimos, a estratégia abrange uma gama mais ampla de atividades, incluindo gestão de contatos, automação de marketing e suporte ao cliente.

2. Base de CRM só serve para enviar e-mail

Usar a base de dados do CRM exclusivamente para disparar e-mails com um bom layout é subutilizar seu potencial.

O indicado é que sejam realizadas ações de segmentação inteligente e personalização de comunicações que ajudem a aprimorar o relacionamento com o cliente.

3. O e-mail morreu

Descartar o e-mail como uma ferramenta ultrapassada é um erro. Como vimos, o e-mail ainda é uma forma poderosa de comunicação e marketing.

Então, integre o e-mail em sua estratégia de CRM, aproveitando o seu potencial para alcançar clientes de maneira eficaz.

4. A ferramenta ideal para o meu negócio é a mais barata

Optar pela ferramenta mais barata sem considerar suas necessidades reais pode levar a limitações e ineficiências no gerenciamento do relacionamento com o cliente.

Pesquise por uma solução que atenda às necessidades específicas do seu negócio, mesmo que isso implique um investimento maior. O ROI a longo prazo será mais valioso.

5. Ferramenta = Sucesso

Acreditar que a implementação de uma ferramenta de CRM garantirá automaticamente o sucesso é uma falácia. 

O sucesso depende de estratégia, uso correto e compreensão das necessidades do cliente.

6. E-mail só serve para enviar promoção

Limitar o uso do e-mail apenas para envio de promoções pode afastar os clientes que desejam relacionamentos mais significativos.

O ideal é que se varie o conteúdo dos e-mails, incluindo informações úteis, dicas, atualizações e conteúdo relevante para manter o engajamento do usuário.

7. Se o concorrente faz, é porque dá certo

Copiar a estratégia do concorrente sem entender o contexto e as necessidades específicas do seu próprio negócio pode não trazer os mesmos resultados.

Estude suas próprias métricas, conheça os seus clientes e crie estratégias personalizadas que atendam às necessidades únicas do seu público.

8. Minha entregabilidade está ótima

Apenas medir a entregabilidade de e-mails não é suficiente. Ela não garante que os e-mails sejam abertos ou gerem ação.

Acompanhe outras métricas, tais como: taxas de abertura, cliques e conversões para avaliar a eficácia das suas campanhas.

9. Quanto mais eu envio, mais eu vendo

Enviar muitos e-mails sem segmentação adequada pode levar à saturação e à insatisfação do cliente.

Concentre-se na qualidade, não na quantidade. Envie comunicações relevantes e bem planejadas, de acordo com cada etapa do funil de vendas ou jornada de compra.

10. Descadastro baixo = Amor pelo e-mail

Interpretar um baixo número de descadastros como amor pelo e-mail é um equívoco. Isso pode significar que os clientes simplesmente não encontraram valor nas suas mensagens.

Monitore o engajamento real dos clientes e ajuste suas estratégias com base em feedbacks e métricas relevantes.

Quer conhecer cada um desses erros de maneira mais aprofundada? Então, assista ao vídeo a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=JVdTbbI8vNc

Melhorando o relacionamento com os clientes

Melhorar as ações de relações públicas é uma das principais vantagens dos CRMs. Para que isso ocorra com maior praticidade, listamos algumas dicas:

Personalização com base em datas importantes

As empresas podem usar o CRM para rastrear datas importantes na vida do cliente, como aniversários, data de início de namoro, nascimento dos filhos etc.

Com base nessas informações, é possível enviar mensagens de parabéns, descontos especiais ou ofertas exclusivas. Essa abordagem demonstra cuidado e consideração, fortalecendo os laços com o cliente.

Exemplo: Uma loja de roupas on-line pode enviar um e-mail de aniversário oferecendo um desconto exclusivo para o cliente comemorar seu dia especial.

Remarketing e recuperação de carrinho abandonado

O CRM pode rastrear o comportamento do cliente em um site e identificar quando um carrinho de compras é abandonado. 

Com isso, a empresa pode enviar lembretes personalizados ou oferecer benefícios para incentivar a conclusão da compra.

Exemplo: Um e-commerce pode enviar um e-mail lembrando o cliente dos produtos no carrinho e oferecendo frete grátis ou um desconto adicional para incentivá-lo a finalizar a compra.

Comunicações segmentadas

Utilizando o CRM, as empresas podem segmentar seus clientes com base em seus interesses, histórico de compras e comportamento online. Isso permite o envio de conteúdo relevante e direcionado para grupos específicos de clientes.

Exemplo: Uma livraria pode enviar recomendações de livros com base nas compras anteriores de um cliente ou em seu histórico de navegação. Se o usuário demonstrar gostar de romances, por exemplo, poderá receber publicidade personalizada com títulos desse gênero.

Acompanhamento e respostas rápidas

O CRM ajuda as empresas a registrar interações anteriores com os clientes, permitindo um acompanhamento eficaz. 

Responder rapidamente a perguntas ou preocupações dos clientes mostra um comprometimento com o atendimento de suas necessidades.

Exemplo: Uma empresa de software pode usar o CRM para rastrear solicitações de suporte e garantir que os clientes recebam respostas rápidas e soluções para seus problemas.

Programas de fidelidade personalizados

O CRM é essencial na criação de programas de fidelidade personalizados, que recompensam os clientes com base em seu histórico de compras e engajamento.

Exemplo: Um restaurante pode oferecer recompensas exclusivas a clientes regulares, como descontos progressivos ou itens gratuitos, incentivando a lealdade contínua.

Essas são apenas algumas das estratégias que podem ser desenvolvidas com um CRM. Com criatividade e uso de dados, pode-se caminhar para muito mais longe.

Melhores práticas de CRM

Há algumas boas práticas que são importantes para ter sucesso ao implementar o CRM no seu negócio. Observe:

No vídeo a seguir, veja mais dicas de estratégias para aumentar e trabalhar a sua base com CRM:

https://www.youtube.com/watch?v=dwNGXEOvjKc

Estudos de caso de sucesso

Grandes empresas e marcas como Kappesberg, Portobello, Myralis, Luz da Lua, Petite Jolie, Previdenciarista e Carrano já contam com os serviços de CRM da Adtail.

Um de nossos cases mais interessantes envolve a Bibi Calçados. Enfrentando um histórico de baixa representatividade das vendas por e-mail em suas franquias físicas, a empresa adotou uma estratégia omnichannel em parceria com a Adtail. 

O desafio era aproveitar a base de clientes das lojas físicas para impulsionar as vendas online, aumentando a média de participação digital no faturamento.

A estratégia envolveu a implementação de gatilhos para compras digitais, direcionando os clientes para diferentes canais, incluindo interações por chat com consultoras e visitas às lojas físicas. A campanha teve um período de interação e compra de 10 dias, o que melhorou a precisão das medições.

Outras medidas incluíram a inclusão frequente de leads das lojas físicas na base de clientes, otimização de provedores de e-mail, expansão da base de clientes engajados e comunicações direcionadas para lojas físicas.

Como resultado, no primeiro semestre de 2021, a contribuição das vendas digitais para o faturamento da Bibi aumentou em 120%. No segundo semestre, a média de vendas online em relação ao faturamento continuou crescendo, chegando a mais de 18% no último trimestre do ano, demonstrando um crescimento exponencial e um sucesso notável na estratégia omnichannel.

Tudo isso só foi possível graças ao entendimento da marca sobre o que é CRM e a importância de contar com um parceiro como a Adtail.

Agora, se alguém perguntar o que é CRM, você sabe que é algo que vai além de uma ferramenta. Trata-se de uma estratégia fundamental para empresas que buscam maximizar o potencial das relações com os clientes.

A Adtail oferece serviços completos e personalizados que podem ajudar a alcançar resultados excepcionais em mídias, vendas, inbound marketing e muito mais. Tudo isso com ótimos sistemas e equipe de CRM. Acesse o nosso site e saiba mais!

CRM é uma sigla, em inglês, para Customer Relationship Management, expressão que pode ser traduzida como “Gerência de Relacionamento com Clientes”.

No livro “CRM: o revolucionário marketing de relacionamento com o cliente”, o autor Ronald Swift define CRM como “uma abordagem empresarial destinada a entender e influenciar o comportamento dos clientes, por meio de comunicações significativas para melhorar as compras, a retenção, a lealdade e a lucratividade deles”.

Ainda de acordo com o Swift, o CRM fornece as capacidades necessárias para gerar produtos, serviços, respostas, individualização, personalização em massa e satisfação do cliente. 

A seguir, explicaremos quais são os quatro tipos de CRM existentes no mercado e como aplicá-los em suas estratégias na empresa. Continue com a gente e tenha uma boa leitura!

Conheça agora os 4 tipos de CRM

Como vimos, o CRM é uma estratégia fundamental para empresas gerenciarem relacionamentos com seus clientes. 

Existem quatro principais tipos de CRM, cada um com seu foco e uso específico:

1. CRM Operacional

O CRM Operacional é usado nas operações diárias, envolvendo equipes de atendimento, suporte técnico, marketing e vendas. Ele auxilia na gestão de interações com os clientes em tempo real. 

Por exemplo, um representante de vendas pode usar um sistema de CRM para agendar reuniões, rastrear follow-ups e otimizar rotas para visitar clientes. 

Sendo assim, o objetivo do CRM operacional é melhorar a eficiência e a performance das atividades do dia a dia, fazendo com que o usuário siga o fluxo da jornada de compra no funil de vendas.

2. CRM Analítico

O CRM Analítico concentra-se na análise de dados coletados dos clientes. Ele gera relatórios automáticos que permitem às empresas entender mais profundamente o perfil dos clientes e segmentá-los com base em critérios específicos. 

Por exemplo, um e-commerce pode usar o CRM analítico para identificar os padrões de compra de clientes e personalizar ofertas com base nesses dados. Isso é automação de marketing!

Basicamente, o CRM Analítico utiliza dados para aumentar as vendas e a satisfação dos clientes, mantendo a ética de dados.

3. CRM Colaborativo

O CRM Colaborativo enfatiza a colaboração entre diferentes equipes e departamentos da empresa. 

Ele visa melhorar a circulação de informações entre os times de vendas, suporte, inbound marketing e outros setores, bem como a comunicação com o cliente em todos os pontos de contato. 

Por exemplo, um departamento de vendas pode compartilhar insights com o departamento de marketing. Isso oportuniza campanhas mais direcionadas e um atendimento mais personalizado.

4. CRM Estratégico

Finalmente, o CRM Estratégico visa a obtenção de uma visão holística e a longo prazo das oportunidades de negócios. Ele integra os três tipos anteriores de CRM para direcionar a estratégia de médio e longo prazo. 

Com base nos dados analisados de forma colaborativa e nas operações diárias eficientes, as empresas podem tomar decisões estratégicas mais informadas. 

Por exemplo, com insights do CRM estratégico, uma empresa pode decidir expandir para novos mercados, lançar produtos complementares ou aprimorar a experiência do consumidor.

Como aplicar CRM na estratégia da empresa

A escolha do tipo de CRM adequado depende das necessidades específicas do negócio. Para decidir, é importante avaliar as operações, analisar o volume de dados a ser gerenciado e definir objetivos claros. Indicamos que sejam seguidos os passos abaixo:

  1. Avaliação de necessidades: identificar as áreas que se beneficiarão do CRM, como vendas, atendimento ao cliente ou marketing;
  2. Seleção de tipo: escolher entre CRM Operacional, Analítico, Colaborativo e Estratégico com base nas necessidades e metas;
  3. Escolha da plataforma: selecionar a ferramenta que melhor se adequa ao negócio e oferece funcionalidades essenciais;
  4. Treinamento e Integração: capacitar a equipe e integrar o CRM aos sistemas existentes;
  5. Coleta e análise de dados: utilizar dados para direcionar estratégias de forma eficaz;
  6. Aprimoramento contínuo: monitorar resultados e ajustar conforme necessário para garantir eficácia.

É importante ressaltar que o CRM envolve estratégias baseadas em dados e não se limita apenas a ativações de e-mail, como demonstrado. Assista o vídeo a seguir:

Lembre-se: a implementação bem-sucedida requer uma abordagem abrangente e adaptável às necessidades do negócio.

Dicas práticas para maximizar o potencial do CRM

A seguir, veja algumas dicas de estratégias avançadas para tornar o CRM da sua empresa ainda mais potente:

Estratégias de coleta de dados

Estratégias para o uso eficaz de dados

Estratégias de atendimento

Estratégias para manutenção de registros e integração de equipes

Vantagens do uso de CRM

Conhecer as vantagens do uso do CRM também é algo estratégico para o seu negócio. Veja alguns dos principais:

Desafios do uso de CRM

Você também precisa saber que usar o CRM pode ser desafiador para a sua empresa. Entre os principais obstáculos encontrados, destacam-se:

Superando desafios

Assim como há desafios, existem maneiras de superá-los. Observe:

Para evitar erros comuns na implementação do CRM, assista ao vídeo a seguir:

Lembre-se de que o sucesso do CRM está enraizado na coleta e uso eficaz de dados, na personalização do atendimento ao cliente e na integração de equipes.

O CRM tem potencial para maximizar as estratégias de marketing da sua empresa! Portanto, convidamos você a considerar a implementação ou aprimoramento do CRM em sua empresa. 

Com a orientação da Adtail, você pode explorar todo o potencial dessa ferramenta e alcançar resultados notáveis. Fale com os nossos especialistas!

Os vídeos estão sendo usados por diversas pessoas para comunicações rápidas e atrativas. Então, por que não aproveitá-los para vender o seu serviço ou produto? Continue a leitura e descubra o poder do vídeo marketing e como ele favorece o seu negócio!

Leia também: A importância de ser uma empresa multicanal

O que é vídeo marketing animado? 

O vídeo marketing animado é uma estratégia que utiliza as ferramentas de edição de vídeo para trazer mais conversões para um negócio. Ou seja, a comunicação é feita através de imagens dinâmicas e de recursos que são somadas a elas. 

Essa é uma tendência que cria uma comunicação objetiva em poucos minutos e, assim, consegue prender a atenção dos usuários da Internet. 

Como o vídeo marketing é feito a partir da captação de imagens e de edição, é possível criar conteúdo original, personalizado e com a identidade da marca

No Brasil, o consumo de vídeos não é exatamente uma novidade. Afinal, a televisão se faz presente nas casas e nas rotinas das pessoas e continua mostrando a sua relevância. 

Segundo a pesquisa da Kantar Ibope Media, 98% dos brasileiros assistiram a conteúdos de vídeo no primeiro trimestre de 2021. Isso mostra a força e influência que os vídeos têm na vida dos consumidores.

Agora, somados à televisão, os vídeos em dispositivos móveis têm se destacado, tanto para o entretenimento quanto para o marketing. 

Uma nova tendência trazida pelo TikTok 

O TikTok é uma rede social exclusiva para o compartilhamento de vídeos curtos e que se tornou muito popular nos últimos anos. De acordo com o estudo da Statista, o Brasil já ocupa a segunda posição entre os países que mais usam a rede social.

Certamente, o formato de vídeos do TikTok revolucionou a forma de consumir entretenimento e, dessa maneira, tem influenciado outros grandes players do nicho. O Instagram, por exemplo, tem apostado nos Reels, em uma proposta bastante semelhante à do TikTok.

O YouTube também adicionou o Shorts, onde só podem entrar vídeos em formato vertical e com menos de 60 segundos 

Por que entrar na onda?

Para responder a essa pergunta, temos outra: se o formato de vídeos curtos têm feito tanto sucesso, por que não se aproveitar disso para mostrar a sua marca? 

Em um mercado competitivo, as marcas precisam estar atentas ao comportamento do consumidor para estarem próximas dele e serem encontradas facilmente. Nesse sentido, foque em um marketing de conteúdo que gere confiança e credibilidade.

Além disso, o vídeo marketing permite a criação de conteúdos virais, que aumentam consideravelmente o alcance e trazem maior visibilidade. 

Também considere que o vídeo marketing é uma maneira rápida de consumir informações, compartilhável e que ajuda a aumentar as taxas de conversão de seu funil de vendas

Dicas para produzir conteúdo em vídeo marketing

Separamos algumas dicas para você aproveitar o vídeo marketing ao máximo com estratégias que organizam os processos. 

Confira agora!

1. Defina os seus objetivos e propósitos 

Primeiramente, é preciso saber o propósito de seus vídeos. Para isso responda às seguintes perguntas:

Essas perguntas vão ajudar você em um direcionamento e ainda vai proporcionar um bom planejamento. Então, pense no que você deseja alcançar. É um trabalho de branding? Para vender? Para captar leads?

2. Escolha o canal adequado e delimite seu público 

Segmente o seu público-alvo e descubra em quais canais eles estão. Você deve decidir entre divulgar os vídeos em todos os canais encontrados ou apenas nos mais relevantes.

Entre as opções de canais estão o TikTok, Instagram e YouTube como já apontamos, e outros como Facebook, LinkedIn e Twitter.

3. Escolha um formato de execução 

Quando falamos de formato de execução, estamos nos referindo aos modelos de vídeos com determinados propósitos. Ou seja, o formato de execução acontece conforme o objetivo do vídeo.

Por exemplo, existem os vídeos institucionais, que apresentam uma marca com os seus valores e missão. Também existem os tutoriais, que demonstram o uso de um produto. 

Falaremos mais sobre isso adiante. 

4. Crie um roteiro detalhado 

Um roteiro detalhado não inclui apenas a fala, até porque você pode optar por trabalhar com uma estratégia de vídeo marketing que não usa voz. 

Na verdade, o roteiro é um documento com todos os elementos do vídeo, incluindo personagens, duração, descrição de cenas e imagens e outros. Desse modo, você orienta quem criará a animação. 

Veja abaixo um exemplo simples de roteiro de vídeo:

CENATEXTO FALADOFALALETTERINGDESCRIÇÃO DE CENA
1Descrição do que o ator ou narrador irá falar.Vivo ou offTexto gráfico na telaRelato de tudo que acontece no enquadramento, incluindo a movimentação da câmera e dos atores. 

5. Grave os áudios 

Após escrever os textos persuasivos (copy) que vão em off no vídeo, é hora de gravá-los. Se não tiver equipamento, procure um lugar silencioso e grave com a ajuda de aplicativos de smartphone. 

Depois, você pode editar os áudios com programas que fazem o tratamento, como o Audacity

6. Grave as cenas conforme o roteiro

O roteiro existe para que você o siga. Porém, na hora da gravação, pode ser necessário fazer algum ajuste. Se esse for o caso, faça a alteração e siga para a captação das imagens. 

7. Trabalhe na pós-produção 

Com tudo gravado, o trabalho ainda não acabou. A pós-produção faz toda a diferença e envolve a edição cuidadosa dos vídeos. O ideal é ter um profissional que faça isso para a sua marca. Ele vai tornar o vídeo mais dinâmico, cortar as partes desnecessárias e fazer pequenos ajustes, caso seja necessário. 

8. Use uma call-to-action 

Lembre-se que sua estratégia de vídeo marketing tem objetivo e o público precisa ser orientado para ele. Em outras palavras, você precisará usar calls-to-actions (CTAs) que leve a audiência a realizar uma ação.

Ela pode ser de compartilhar, acessar o site, comprar, preencher o formulário, etc.

A CTA deve vir ao fim do vídeo, ser atrativa e personalizada, como:

Modelos de animação para a produção de vídeo marketing

Como afirmamos anteriormente, existem diversos formatos de vídeo marketing. Conheça os principais a seguir. 

1. Vídeo marketing institucional

Mostra os valores da marca para que o público a conheça e se identifique com ela. Costuma ter um tom inspiracional.

Por exemplo, uma marca pode apresentar os seus colaboradores em um vídeo para mostrar como se importa com as pessoas que criam e constroem os produtos que vão para o consumidor. 

2. Vídeo marketing informativo

Busca trazer informações úteis para o público. Ou seja, mostra algumas soluções e curiosidades que ajudam os consumidores em seus problemas. 

Só para ilustrar, imagine uma marca do nicho de cuidados com a pele do rosto. Ela pode apresentar um vídeo que explique como os cravos e as espinhas são formados. 

3. Vídeo marketing de tutorial

A ideia é mostrar como usar, na prática, um serviço ou produto. Então, o vídeo é um passo a passo bastante didático. Aqui, é importante valorizar o produto com belas imagens e exaltar a praticidade dele.

Uma loja de roupas, por exemplo, pode mostrar como vestir uma peça com diferentes formas de uso. 

4. Vídeo marketing de demonstração de produtos ou serviços

Tem o objetivo de apresentar para o público o que a marca vende. Assim, o vídeo tem que usar imagens de alta qualidade e cenas bonitas que chamam a atenção.

Por exemplo, um negócio do nicho de ferramentas, pode usar cenas em que um produto é usado e deixá-lo em evidência.

5. Vídeo marketing de casos de sucesso

Uma ótima forma de mostrar a qualidade do que você vende é a partir do depoimento de pessoas que o compraram. 

Uma marca de software de gestão de pessoas, por exemplo, tem a excelente oportunidade de mostrar os depoimentos de gestores sobre o engajamento do time após a implementação da tecnologia. 

Trabalhe com um time que entende de vídeo marketing 

Para criar as suas estratégias de vídeo marketing, é melhor ter o apoio de quem entende do assunto, a Adtail

Nossa agência de marketing digital é formada por profissionais que têm experiência com a análise e coleta de dados, gestão de redes sociais e produção de conteúdo, incluindo animações e motion. Ou seja, tudo o que você precisa para ter sucesso com o vídeo marketing.Então, visite o nosso site agora mesmo e descubra as possibilidades trazidas pela nossa agência para a sua empresa crescer com estratégias criativas.

Saiba que, se você não estiver usando o Marketing baseado em dados, está perdendo grandes oportunidades de vendas! Entenda para vender mais!

O que é Marketing baseado em dados? 

O marketing digital se aproxima firmemente da tecnologia e dos seus benefícios para a performance de campanhas. Da mesma forma, a quantidade de informações geradas na rede só aumenta e se tornam cada vez mais precisas.

Assim, surge o Marketing baseado em dados, uma estratégia analítica que usa ferramentas para coletas de dados visando ter um melhor retorno de investimento. Isso quer dizer que as ações são criadas a partir de informações relevantes, ao invés do uso de percepções sem embasamento. 

Quais dados usar? 

Em um mundo em que a quantidade de dados é imensa, você deve se perguntar quais deve usar para definir novas estratégias para a sua marca, não é mesmo?

A verdade é que essa escolha depende dos objetivos de seu negócio. Por exemplo, se você busca maior autoridade e reconhecimento para a marca, é interessante incluir a taxa de aumento de reconhecimento e alcance.

De qualquer forma, se você tem um e-commerce é bom estar atento a algumas métricas, ou Key Performance Indicators (KPIs), como:

Desse modo, você saberá medir a eficiência de suas ações e entenderá o cenário atual a partir de pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças.

Usando as ferramentas certas 

Para extrair dados e analisá-los, você precisará acompanhar diferentes plataformas, conforme os seus objetivos. Descubra quais são as mais relevantes abaixo!

Google Analytics 4

Essa é uma das ferramentas mais completas do mercado e, melhor, é gratuita. Com o Google Analytics 4 é possível realizar medições do comportamento do usuário tanto no site quanto no aplicativo.

Entre os dados que ele traz, estão:

Além disso, é possível integrar o Google Analytics 4 a outras ferramentas que ajudam nas estratégias e na extração de dados, como Google Ads e Google Search Console, dos quais vamos falar adiante. 

Google Search Console 

A ferramenta analisa o comportamento dos usuários e a performance do site nas páginas de pesquisa do Google. Outro ponto interessante é que o Google Search Console gera relatórios com insights de desempenho e pontos técnicos que você pode usar para aumentar o tráfego orgânico. 

Google Ads 

Essa é a plataforma de anúncios do Google. O Google Ads  possibilita gerenciar anúncios em pesquisas, YouTube, Display, Gmail, Discovery Google Maps, entre outras plataformas.

Ele também apresenta dados de desempenho nesses lugares e possui diversas ferramentas. 

Meta Business Suite 

Já o Meta Business Suite é uma ferramenta para o gerenciamento de anúncios no Facebook e Instagram. Da mesma forma que o Google Ads, a ferramenta tem dados de desempenho dos anúncios, e mostra seu impacto e as interações geradas a partir deles. 

Sales Force e RD Station

Tanto o Sales Force quanto o RD Station são ferramentas de apoio para as estratégias de Inbound Marketing. Elas se destacam em ações de e-mail marketing. 

De que forma os dados podem ajudar meu negócio?

Quer entender como os dados alavancam os resultados de seu negócio na prática? Nós podemos explicar! Confira a seguir!

1. Aumento direto nas Vendas 

Os dados vão gerar informações como melhor período para campanhas e ações mais eficientes. Assim, sua equipe de Marketing saberá quais são os tipos de ações que devem ser usadas para uma maior conversão em vendas. 

2. Funil de Vendas 

O funil de vendas mostra os estágios na jornada de compra e os dados informam onde o cliente se encontra. Assim, será possível criar uma comunicação que condiz com o momento do usuário e gerar esforços para levá-lo a avançar no funil até a compra. 

3. Crescimento de marca 

O Marketing baseado em dados traz conhecimento de mercado e indica caminhos de como devemos agir com as campanhas. Dessa forma, seu negócio pode ganhar um reconhecimento maior, ou seja, pode trabalhar para um melhor posicionamento da marca, ou branding. 

4. Fortalecimento da base de clientes 

Quanto mais dados sua empresa coletar, maior será a sua captação de leads. Afinal, você terá informações de diversas áreas e plataformas.

5. Fidelização de clientes 

Os dados dos clientes são valiosos! Eles mostram seus interesses e comportamentos e, assim, você pode ofertar os itens de maior interesse deles, além de direcionar promoções personalizadas.

6. Influência na decisão de clientes 

O Machine Learning, ou aprendizagem de máquina, direciona anúncios de forma cada vez mais inteligente. Isso quer dizer que, a partir do Marketing baseado em dados, é possível  segmentar o público e entregar conteúdos relevantes àqueles com maior chance de conversão.

Como começar a usar o Marketing baseado em dados?

Temos certeza de que você gostou do Marketing baseado em dados e quer implementá-lo nas ações da sua empresa. Então, saiba que o ideal é contar com um time preparado e expert no assunto.

Na Adtail, temos profissionais que sabem interpretar os dados e ainda criar estratégias baseadas neles, sempre buscando alcançar as metas de seu negócio.

Quer saber como funciona? Então, visite o nosso site e descubra como a nossa agência usa a tecnologia para fazer a sua marca vender mais!

Você costuma confundir os termos “Inbound Marketing” e “Marketing de Conteúdo”? De fato, as duas estratégias parecem iguais e, por isso, são usadas muitas vezes  como sinônimos, mas não são! Entenda a diferença com a gente agora!

O que é Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo? 

Tanto o Inbound Marketing quanto o Marketing de Conteúdo são estratégias que se afastam de maneiras tradicionais de conseguir clientes, levando a marca a ser interessante e atrativa para o público-alvo.

O Marketing de Conteúdo é uma estratégia para atrair e fidelizar clientes a partir de uma produção de conteúdo estratégica. Esses conteúdos têm formatos variados, como:

A ideia principal é que o conteúdo seja relevante. Isso quer dizer que ele deve tocar nas dores e necessidades dos consumidores de forma a gerar valor para ela e a fazê-los confiar em sua marca.

Agora vamos entender o que é o Inbound Marketing. Essa é uma estratégia que se diferencia do Outbound Marketing, que vai até o cliente para vender serviços e produtos. 

Ao contrário, o Inbound Marketing faz com que as pessoas se interessem pela marca de forma não invasiva. Ou seja, elas acabam encontrando a marca por meio de suas pesquisas pela Internet.

O Inbound Marketing tem o objetivo de:

Para isso, várias ações precisam ser estudadas, planejadas e colocadas em prática. Uma delas é o Marketing de Conteúdo. 

De forma simplista, podemos dizer que o Marketing de Conteúdo está dentro do Inbound Marketing.

Diferenças do Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo

Para você entender melhor como o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo se diferenciam, destacamos as principais diferenças entre eles. Veja!

Inbound Marketing 

Marketing de Conteúdo 

Qual a importância de fazer Marketing de Conteúdo em meu site?

O Marketing de Conteúdo é um investimento para o seu negócio, já que consegue atrair leads interessados em seu produto e serviço. Veja abaixo 5 vantagens da estratégia.

1. Posiciona a sua marca como especialista

Sua empresa estará produzindo conteúdo sobre um nicho específico. Isso significa que ela se mostrará como autoridade digital no assunto e, dessa forma, se posicionará como especialista.

2. Alavanca o tráfego

Ao se tornar autoridade em seu nicho e com muitos conteúdos na rede, suas páginas terão maiores chances de aparecerem na primeira página do Google. 

Mas para isso ocorrer e aumentar o tráfego no site, é preciso investir também em técnicas de SEO, incluindo o update do Google de conteúdo útil. 

3. Gera presença digital

A presença digital se relaciona com a forma que sua marca se posiciona na Internet. Isso tem a ver com a geração de valor para o público e a maneira com que se constrói uma relação com ele.

Para isso, o Marketing de Conteúdo trabalha com informações que levam os visitantes a notarem a sua marca em meio a concorrência e ainda confiarem nela. 

4. Educa o público

Muitas vezes, seu público não sabe que tem um problema ou que existem formas de solucioná-los com os serviços e produtos de sua marca. 

Por isso, o Marketing de Conteúdo trabalha com textos escritos e outros formatos que levam os visitantes a conhecerem o seu mercado e a tirarem suas dúvidas.

5. Aumento das vendas

Por fim, a última vantagem do Marketing de Conteúdo de nossa lista é o aumento de vendas.

Afinal, com o posicionamento certo, visitas constantes nas páginas, presença digital e um público que conhece seu serviço, a consequência só pode ser a conversão final em vendas. 

Confira: Como aplicar e obter os melhores resultados do Inbound Marketing

Como utilizar o marketing de conteúdo no Inbound Marketing?

Ao trabalhar com o Marketing de Conteúdo é preciso seguir o Inbound Marketing. Como afirmamos anteriormente, o primeiro está dentro do segundo e não é possível que exista uma estratégia Inbound sem conteúdo

Nesse sentido, é preciso considerar o conteúdo como uma peça que atrai visitantes e os leva a se tornarem clientes. Estamos falando do funil de vendas, que é composto da seguinte maneira:

Para cada uma dessas fases, é necessária uma produção de conteúdo específica. Por exemplo, no Topo de Funil é fundamental educar os visitantes com conteúdos informativos, como artigos de blog. 

Já no Meio de Funil, vale investir em materiais ricos, como planilhas editáveis e e-books que se aprofundam em um assunto. Em troca, peça pelos dados do visitante, como e-mail e nome completo. Assim, ele se torna um lead e avança em sua jornada de compra.

O ideal é que você trabalhe com uma agência de marketing digital que use a sua expertise na produção de conteúdo. 

Então, conheça a Adtail. Temos um time voltado para a alta performance de seu negócio e com conhecimento avançado em Inbound Marketing. Entendemos o seu negócio para criar estratégias que atraem e nutrem leads para que seu negócio venda mais. Gostou? Acesse o nosso site e descubra como a produção de conteúdo gera mais clientes para o seu negócio!

O Google segue evoluindo com seus critérios de ranqueamento e preocupações com a experiência do usuário. Agora, a empresa trouxe a atualização do Conteúdo Útil. Então, vem ver se seu negócio já entende o que ele é para não ser punido nas páginas de resultados!

O que é Conteúdo Útil? 

Para o Google, o Conteúdo Útil é aquele que tem qualidade e relevância para os usuários que buscam alguma informação na Internet. Isso quer dizer que é um conteúdo que consegue tirar dúvidas, trazer informações novas e tocar nas dores do usuário.

Então, você deve estar se perguntando: “E as famosas técnicas de SEO que preciso trabalhar para que o Google entenda o meu conteúdo como relevante e o mostre para os usuários em sua página de resultados?”.

Bem, essas técnicas ainda precisam ser utilizadas para que o mecanismo de busca encontre as suas páginas. Mas, agora, você precisa incluir a essas técnicas a produção desse tipo de conteúdo.

Na verdade, o Conteúdo Útil já era um dos critérios de ranqueamento do Google. No entanto, a empresa anunciou, em agosto de 2022, uma atualização mais voltada ao reconhecimento de conteúdos valiosos e que são realmente escritos para pessoas. Em inglês, a atualização leva o nome de “Google’s Helpful Content Update”. 

Por que o Google fez a atualização do Conteúdo Útil?

Com um mundo infinito de informações na Internet, o Google trabalha para organizá-las de forma que o usuário encontre rapidamente o que procura. Nesse sentido, o mecanismo de busca conta com robôs que seguem alguns critérios para ranquear conteúdos de uma maneira que deixe o usuário satisfeito. 

Por isso, existem as técnicas de SEO (Search Engine Optimization), que são estratégias que compreendem esses critérios, como:

Além dessas, existem diversas outras técnicas utilizadas por marcas que procuram destaque na rede. 

De fato, entender as técnicas de SEO é compreender como o Google funciona para ranquear conteúdos. Mas é aí que mora um perigo: muitas empresas acabam produzindo conteúdo para o Google e não para quem interessa, ou seja, as pessoas.

Em consequência, encontramos páginas que apenas replicam conteúdo de outros sites, que resumem textos já publicados e que apenas se preocupam em repetir palavras-chave sem trazer informações novas para quem as procura. 

Em outras palavras, encontramos muitas páginas em que a experiência do usuário é ignorada para dar espaço à experiência dos robôs do Google.

Portanto, o esforço do Google agora é priorizar quem escreve e produz para pessoas reais e não mecanismos de busca. Assim, conteúdos de baixa qualidade serão penalizados

Principais características para criar um Conteúdo Útil

Se você ainda está confuso sobre o que é o Conteúdo Útil e como produzi-lo na prática, não se preocupe. Nós separamos algumas dicas do próprio Google para que você se sinta seguro na hora de produzir para pessoas que podem se interessar por sua marca.

Veja!

1. Foque no leitor

Em relação à produção de conteúdo de sua marca, responda à seguinte pergunta:

Essa questão foi formulada pelo Google e, caso tenha respondido “sim”, saiba que é preciso reavaliar as suas estratégias. Vale repetir: a ideia da atualização é que os conteúdos sejam elaborados com foco na experiência do usuário e não de robôs.

Só para ilustrar, imagine que você está escrevendo um artigo para blog e, na introdução, percebe que o texto fica mais interessante ao não usar a palavra-chave no primeiro parágrafo como mandam as regras de SEO.

Então, tudo bem! Mais uma vez, foque no leitor!

2. Seja autoridade em um assunto

Em meio aos estudos de palavras-chave, tenha cuidado para não se perder em assuntos variados e que não tenham relação entre si.

Dessa forma, defina um tema para o seu negócio, como moda, finanças ou turismo, e crie conteúdos que estejam dentro do escopo. Para cada conteúdo de interesse do seu público-alvo seja específico para ganhar relevância. 

3. Priorize a produção feita por pessoas

A inteligência artificial tem mostrado possibilidades nunca imaginadas. Assim, surgem no mercado compositores de textos automatizados em que só é preciso acrescentar tema, gênero textual e palavras-chave para gerar um conteúdo.

No entanto, textos criados por automatização tendem a ser genéricos e a parafrasear conteúdos já existentes na rede. 

Portanto, o melhor é priorizar a elaboração de conteúdos feitos por pessoas para pessoas. Desse modo, é possível deixar o conteúdo mais rico com exemplos, metáforas e outros artifícios que chamam a atenção do leitor.

4. Crie conteúdos completos

A internet é como uma grande enciclopédia em que se encontram diversos temas facilmente. 

Entretanto, isso não quer dizer que você pode trabalhar com resumos para conseguir a atenção do seu público-alvo. O Google entende que o conteúdo precisa ser completo e com informações que realmente façam diferença para o leitor.

Por isso, os algoritmos conseguem perceber se seu texto é um resumo do que já está na rede e puni-lo na página de resultados. 

Para saber se o conteúdo está completo, veja se o leitor precisará continuar a pesquisa pela Internet. Caso negativo, você está no caminho certo!

5. Não se preocupe com a quantidade de palavras

Você já deve ter ouvido falar que os conteúdos precisam ter 500 ,1.000 ou até 3.000 palavras para serem notados pelo Google. Mas isso não é verdade.

Como explicamos anteriormente, o conteúdo precisa ser completo no sentido em que alcance as expectativas do leitor. Então não importa se ele é curto ou longo, desde que tenha as respostas que o usuário procura.

Transforme a sua empresa com o Conteúdo Útil

Entendeu porque você precisa de conteúdos escritos por pessoas e para pessoas? Quando você coloca o Conteúdo Útil como um dos pilares de sua marca, a chance de conseguir tráfego em suas páginas é maior e, consequentemente, a conversão em vendas também. 

Dessa maneira, é importante ter um time que entenda tanto de SEO quanto de relevância de informações para destacar o seu negócio em meio ao mercado competitivo.

A Adtail pode ajudar você nessa missão. Visite o nosso site e saiba mais!

O GA4 tem entrado cada vez mais em cena e tomado o espaço do UA. Mas você sabe por que isso acontece, para o quê eles servem e quais são as diferenças entre os dois? Continue a leitura para descobrir!

O que é Universal Analytics (UA) e GA4?

Antes de sabermos qual é a diferença entre o Universal Analytics (UA) e o Google Analytics 4 (GA4), precisamos dar um passo atrás e entender o que é o Google Analytics. 

Em resumo, o Google Analytics é uma ferramenta com propriedades gratuitas e pagas para monitorar e analisar a performance de sites. Para isso, o dono de um site precisa cadastrá-lo na plataforma para o sistema gerar um código em cada página.

A partir desses códigos, o Google Analytics fornece dados ao dono do site, como:

Agora, imagine que seu negócio tenha um site e um aplicativo para oferecer seus serviços. O Google Analytics, então, separa os dados em duas propriedades, que são:

Assim, já respondemos o que é o UA, não é mesmo? É uma ferramenta que não dá conta do aplicativo, apenas das páginas de sites

Em 2020, o Google lançou o GA4, uma nova versão do UA. Já em março de 2022, a empresa anunciou que o UA será descontinuado para dar mais espaço ao GA4, que integrará os dados de aplicativos e sites

Ou seja, ao invés de usar duas propriedades, você poderá usar apenas uma com todos os dados que precisa, o GA4.

Por que utilizar métricas UA ou GA4?

Você já deve saber que o levantamento de dados e seu monitoramento é fundamental para o crescimento de uma empresa. Afinal, assim, você entende o comportamento do público para pensar em estratégias que façam seu negócio ter mais conversões.

Por exemplo, ao saber quais canais geram mais leads e quais geram menos leads para o seu negócio, sua equipe de marketing poderá traçar novas estratégias para o canal com menos tráfego e focar em gatilhos que levem à compra no que apresenta mais sucesso de visitantes.

Outro exemplo é a descoberta do caminho do usuário até o seu site. Você terá insumos sobre o estágio do funil de vendas dos consumidores e, a partir disso, poderá segmentar o público para ações de e-mail marketing que o conduza até à compra.

Desse modo, perceba que, um negócio que não gera dados e não os analisa, caminha às cegas e, por isso, tende a errar mais e perder clientes em potencial.

As 5 principais diferenças entre UA e GA4

Anteriormente, explicamos que o GA4 inclui informações de sites e aplicativos, enquanto o UA apenas o de sites. No entanto, essa não é a única diferença entre as duas plataformas. 

Veja a seguir quais são elas:

1. Modelos de dados

Primeiramente, o modelo de análise de dados do UA é baseado em sessões. Isso quer dizer que, a cada visita de um usuário, é iniciada uma janela de tempo de 30 minutos, onde são coletadas as informações. Se após sair e voltar uma hora depois, por exemplo, o UA abre uma nova sessão.

o GA4 usa eventos em sua análise. Eventos são todas as ações de um usuário no site ou aplicativo. Por exemplo, ao identificar uma primeira visita do usuário no site, o GA4 classifica esse evento como “first visit”.

Então, cada evento é diferenciado com o parâmetro “event_name”, que ajuda a mapear o comportamento dos visitantes no site.

2. Relatórios

Considerando que o GA4 analisa dados de sites e de aplicativos no mesmo lugar, sua geração de relatório inclui os diversos dispositivos. Dessa forma, o relatório inclui informações com origens de desktops, dispositivos móveis e aplicativos

Por outro lado, o relatório do UA inclui informações apenas de sites. 

3. Aprendizado de máquinas

O aprendizado de máquinas, também conhecido por seu termo em inglês, machine learning, leva computadores a reconhecerem padrões a partir dos dados para gerar previsões cada vez mais eficientes.

Nesse sentido, o GA4 oferece dois tipos de previsões:

  1. Predictive Audience;
  2. Predictive Metrics.

Elas ajudam a entender a base de interessados na marca ao mesmo tempo em que permite a privacidade do usuário.

4. BigQuery

A BigQuery é a plataforma do Google em nuvem que serve para o armazenamento de grandes quantidades de dados. O GA4 permite vincular o BigQuery à sua conta para ter os dados brutos em formato de tabela, o que não é possível com o UA.

Um ponto positivo disso é que, ao pagar pelo armazenamento dos dados, eles ficam disponíveis em tempo real. Ou seja, todos os dados enviados para o GA4 também estarão disponíveis no BigQuery

5. Atualizações

Como é mais recente, o GA4 está sempre passando por atualizações. Para saber quais são, você pode acompanhá-las pelo blog do Google Analytics

O UA, ao contrário, será descontinuado e, por isso, não sofre alterações que buscam melhorias no monitoramento e análise de sites. 

Aumente o número de visitas com a Adtail

Agora que você entendeu a diferença entre as duas ferramentas, deve ter notado que é importante migrar para o GA4, já que o UA será descontinuado. Esse é o momento certo porque você terá tempo de fazer um planejamento cuidadoso e organizar o histórico do UA.

A migração e o bom uso do GA4 envolve diversos fatores e, por isso, é fundamental ter o apoio de uma equipe de experts. Por isso, conte com a Adtail, uma agência de marketing digital com diversas soluções para o seu negócio ter mais resultados.

Com a Adtail, você tem times para cuidar da tecnologia, além da performance e conteúdo do seu negócio. Tudo baseado em dados para buscar os resultados desejados. Venha para a Adtail e descubra como transformar a sua empresa!

Já ouviu falar do Mobile First? Ele faz toda a diferença na forma como visualizamos as páginas da Web. Entenda!

Leia também: Como criar um sitemap e cadastrá-lo no Google

O que é e quando começou o Mobile First? 

Mobile First é a técnica em qualquer projeto de criação de sites para a Web que considera, primeiramente, a usabilidade em dispositivos móveis. Dessa forma, o desenvolvimento das funcionalidades e o design são pensados para o formato móvel e, só depois, são feitas adaptações para o desktop e outras plataformas.

Antes do Mobile First, a arquitetura de sites para a Web era pensada primeiramente ou apenas para o formato do desktop. Contudo, o advento da tecnologia trouxe um cenário em que as pessoas usam mais seus dispositivos móveis para acessar a Internet.

Em 2011, o diretor de produto do Google, Luke Wroblewski, publicou o livro “Mobile First”. Wroblewski sugeriu o conceito que, em tradução livre é “dispositivos móveis primeiro”, considerando que o usuário precisa ter a melhor experiência. 

Nesse sentido, o Google, que estava atento a essa tendência junto com seu diretor de produto, anunciou o lançamento gradual do algoritmo móvel chamado Mobile First. Isso aconteceu no fim de 2016 e, desde lá, a empresa usa a técnica como fator de ranqueamento na sua página de resultados, também conhecida como SERP.

Por que aconteceu?

Mais uma vez, o primeiro motivo para que o Mobile First tenha surgido, foi o fato de as pessoas acessarem, cada vez mais, os sites por meio de seus smartphones e outros dispositivos móveis.

Aliás, o número de acessos por dispositivos móveis superou o de por desktops. Só no Brasil, houve 205.400 milhões de acessos por dispositivos móveis em janeiro de 2021.

Pensando nas mudanças constantes e na experiência de qualidade do usuário, é fundamental que e-commerces e outros segmentos da Internet apresentem uma usabilidade e acessibilidade aceitáveis. Só assim, será possível gerar conversão e engajamento mais facilmente. 

Além disso, o Mobile First também tem 3 outros propósitos principais. Veja a seguir.

1. Ranqueamento no Google

Como o maior número de acessos por dispositivos móveis, o algoritmo do Google entende que sites otimizados para eles, são mais úteis para o usuário. Dessa maneira, as marcas que entendem o conceito de Mobile First têm mais destaque nos resultados de pesquisa. 

2. Credibilidade da marca

Uma vez que o seu site é desenvolvido com a técnica de Mobile First, isso significa que seu negócio entende as atualizações do mercado e está preparado para atender o público atual.

Portanto, há mais valor agregado à sua marca, que será vista por seus clientes e concorrentes como uma empresa que trabalha com a inovação.

3. Otimização no carregamento de página

Um dos motivos para as pessoas preferirem usar seus smartphones a desktops, é a rapidez de acesso. Por isso, o Mobile First preza por uma arquitetura em que se elimina informações pouco relevantes e se prioriza a exibição de conteúdos gradativamente.

Há, também, muita atenção ao conteúdo multimídia. As imagens e vídeos não devem ser pesados para não comprometer o carregamento da página e afastar os usuários.

Quais são as principais características do Mobile First?

Se você deseja usar o Mobile First, precisa entender as suas características para saber usar a técnica da melhor maneira possível.

Pensando nisso, listamos essas características abaixo com algumas dicas do que é preciso ser feito. Confira!

1. Design responsivo

Quando falamos em design responsivo, estamos considerando a adequação ao formato de dispositivo que o usuário usa. Portanto, no Mobile First, é preciso, primeiramente, atender ao formato de tela para mostrar o conteúdo.

O tamanho da tela é reduzido e as telas são touch.

Por apresentar uma tela menor que o desktop, o conteúdo é mostrado gradativamente, em blocos de informações e, posteriormente, em páginas secundárias. 

2. Veiculação dinâmica

Não é porque surgiu o Mobile First que o desktop é ignorado no desenvolvimento de sites. Ao contrário, ele continua sendo acessado.

Assim, os websites devem ser desenvolvidos a partir de duas propostas: uma que direcione para dispositivos móveis e outra para os desktops. 

3. Tempo de carregamento

Anteriormente, explicamos sobre a otimização no carregamento da página. Essa é uma característica que não é algo novo a ser implementado. Dessa forma, esteja atento ao tempo de carregamento das páginas.

A lentidão deixa os usuários impacientes que, em apenas um clique para sair da página, você perde clientes em potencial.

De acordo com o Google, idealmente, a página deve demorar de 0,5 a 2 segundos para aparecer completamente para o usuário.

4. Formatos de visualização

As imagens e as formatações de ícones precisam ser ajustáveis para ambos os ambientes. Quando o site não é responsivo, o navegador oculta conteúdos em telas menores, dificultando a boa experiência do usuário.

5. Cross-over de conteúdo

Tenha em mente que os conteúdos apresentados nas páginas de um desktop e de um dispositivo móvel precisam ser os mesmos. O que muda é apenas a forma de visualização. Com a técnica de Mobile First, você saberá quais são as informações realmente relevantes para serem exibidas.

Apesar de ter o desenvolvimento de sites a partir de dispositivos móveis, o Mobile First não busca o apagamento dos desktops. Assim, alinhe os conteúdos para ter um bom desempenho na Web.

Gostou de saber sobre o Mobile First? Então se prepare para usar a técnica com a equipe de experts da Adtail. Temos a preparação necessária para entender o comportamento do público no seu site e propor soluções de melhoria para ele.

Visite o nosso site e entenda como a Adtail transforma o seu negócio através da força digital!

Já parou para pensar se o seu negócio está de acordo com os fatores de ranqueamento do algoritmo do Google? E, sabe das principais atualizações dele? Descubra agora!

O que é o algoritmo do Google? 

Primeiramente, algoritmo é um conjunto de operações que buscam soluções para algum problema. Eles devem ser padronizados e não podem ser imprecisos ou cair em ambiguidades.

Então, considerando que o Google é um site de buscas, o seu algoritmo é o programa que funciona para determinar a ordem dos resultados de uma pesquisa.

Afinal, há um número crescente de páginas na Internet. Para que os usuários tenham sucesso na sua busca por informações, é preciso de alguns critérios para o ordenamento de sites.

Resumindo, o Google se tornou o maior buscador do mundo porque entendeu essa necessidade. E, criou uma sequência lógica de instruções em formato de uma teia de dados de alta qualidade. 

O objetivo do algoritmo do Google é filtrar as informações em sua página de resultados conforme a pesquisa de cada usuário e os fatores de ranqueamento.

Algoritmo do Google: quais são os fatores de ranqueamento?

Vamos lá, Serp é a sigla de “Search Engine Results Page” e se refere à lista de resultados do Google. O algoritmo considera 5 fatores principais para aparecer na Serp um ranking de resultados que o Google considera útil e de qualidade para o usuário.

Descubra quais são a seguir!

1. Interpretação e análise dos termos

Sim, a inteligência artificial do Google pode entender a intenção de busca a partir dos termos utilizados. Ela entende termos similares e reconhece significados para entregar exatamente o que o usuário procura. 

2. Correspondências de pesquisa

Além de interpretar os termos, o algoritmo considera as palavras-chave para mostrar um conteúdo ao usuário. 

Na prática, a palavra-chave é o termo exato preenchido na caixa de pesquisa. Por isso, uma das estratégias mais básicas de SEO é a pesquisa e uso delas em conteúdos. 

3. Classificação de sites

Aqui, o algoritmo preza pela experiência do usuário, qualidade e confiabilidade do site. Nesse sentido, ele enfatiza diversos aspectos, como:

4. Ordenamento a partir dos melhores

Primeiramente, ao classificar os sites com as melhores experiências para o usuário e alta qualidade, o algoritmo ordena as páginas de forma que os primeiros estejam no topo da Serp.

Isso acontece para tornar a busca do usuário mais rápida e assertiva, além de trazer credibilidade para o Google.

5. Contexto e dados individuais

Quando o usuário permite o uso de dados como localização e histórico de pesquisas, o Google melhora a experiência com respostas mais coerentes para o perfil do usuário. 

Portanto, o algoritmo também tem a função de personalizar os resultados.

Como funcionam as atualizações do algoritmo do Google? 

Desde 2003, quando o Google introduziu o SEO, o algoritmo é atualizado constantemente. É verdade que os updates são sempre focados na qualidade dos conteúdos e na experiência do usuário.

Há dois tipos de atualizações para o Google.

Considerando que as mudanças são periódicas, é possível que em alguns momentos você observe impactos nas métricas de seu site e não entenda de imediato o motivo.

Quais são as principais atualizações recentes do algoritmo do Google

Bom, algumas das atualizações foram tão marcantes que causaram alvoroço entre os profissionais do digital e ficaram marcadas na história. Elas até mesmo receberam nomes para serem identificadas facilmente.

Certamente, seu negócio pode aprender muito com essas atualizações. Saber o que já mudou fará com que seu negócio evite praticar ações que não fazem sentido para o algoritmo do Google.

Pensando nisso, separamos os 7 updates principais para você pegar algumas dicas. Confira!

1. HTTPS/SSL Update (2014) 

O Google anunciou o HTTPS como um fator de ranqueamento. A ideia era incentivar os desenvolvedores a tornarem os sites mais seguros. 

2. Mobile Friendly Update – Mobilegeddon (2015) 

Em referência ao filme Armageddon, essa atualização ficou conhecida como Mobilegeddon porque buscou causar impacto no desenvolvimento de sites. 

A atualização tinha o objetivo de priorizar sites com layouts amigáveis em dispositivos móveis e mais responsivos.

3. Medical Update (2018) 

Essa atualização foi mais relacionada a páginas de assuntos financeiros e de saúde, com impacto direto na vida das pessoas. O algoritmo focou em  priorizar sites que continham o perfil do autor.

Dessa forma, veio à tona a questão da autoridade como um fator de ranqueamento.

4. EAT (2019) – (Expertise, Autoridade e Credibilidade, em tradução)

Tanto a expertise, quanto a autoridade e credibilidade já eram aspectos considerados pelo Google. Mas a atualização trouxe ainda mais foco para esse fator de ranqueamento.

A confiabilidade foi a peça-chave para e-commerces, por envolver transações bancárias e informações de cartão de crédito.

5. Diversidade (2019) 

Os sites que apareciam na primeira página em vários resultados para a mesma pesquisa tiveram o volume reduzido para dois links. Isso aumentou consideravelmente a diversidade de páginas na Serp.

6. Bert (2019) 

Bert é a sigla para “Bidirectional Encoder Representations from Transformers”. A atualização começou a processar as buscas para entender o que pesquisamos

Foi usada uma linguagem de processamento baseada em redes neurais com a finalidade de interpretar o contexto da frase por inteira.

7. Google Page Experience Update (2021) 

Inclui métricas de avaliação para destacar páginas que proporcionam uma ótima experiência ao usuário. Entre elas estavam:

Percebeu como é importante se adequar a alguns fatores? Então, agora é o momento de começar a trabalhar para posicionar seu site nos primeiros lugares da página do Google.

Para isso, você vai precisar de uma equipe especializada no assunto e focada em entregar uma alta performance para o seu negócio. Esse time você encontra na Adtail, uma agência de marketing digital que trabalha com inovação e está antenada às atualizações do algoritmo do Google.

Saiba mais! Visite o site e descubra como fazer seu negócio ser encontrado no Google com estratégias baseadas em dados!