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Inbound Marketing

Como criar uma newsletter? Ideias de conteúdo, disparo e acompanhamento

Criar uma newsletter não é difícil. Em algumas poucas horas você já consegue fazer seu primeiro disparo partindo do absoluto nada. A questão é estratégica. E é sobre estratégia que vamos conversar hoje. Saiba mais.
Como criar uma newsletter? Ideias de conteúdo, disparo e acompanhamento
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Como criar uma newsletter? Ideias de conteúdo, disparo e acompanhamento

Criar uma newsletter não é difícil. Em algumas poucas horas você já consegue fazer seu primeiro disparo partindo do absoluto nada. A questão é estratégica. E é sobre estratégia que vamos conversar hoje. Saiba mais.
Como criar uma newsletter? Ideias de conteúdo, disparo e acompanhamento

Nos últimos anos, a newsletter teve uma grande ressurgência. Mas nada perto da que estamos experimentando agora, no mundo pós-IA. 

Segundo estatísticas da Mailmend, o ecossistema apresentou um aumento de 96% no número de novas newsletters publicadas entre 2025 e 2026. 

E analisando assinaturas pagas, esse crescimento fica ainda mais evidente. No Substack houve um aumento de mais de 60% em assinaturas pagas entre 2024 e 2025. Na Beehiiv, esse aumento foi de 138%. 

Substack e Beehiiv, aliás, são as principais plataformas de newsletters do mercado hoje. Um aumento nas suas assinaturas pagas demonstra interesse do público em ler esse tipo de material. 

Hoje, vamos conversar melhor sobre essas plataformas, entendendo como criar uma conta e publicar sua primeira newsletter. Mas vamos muito além disso também. 

Vamos buscar entender a natureza da newsletter — e com isso entender como você deve criar a sua —, as diferenças entre B2B e B2C, como medir o sucesso, como lidar com respostas e muito mais. 

Esse é o grande guia da newsletter! Todos são bem vindos: desde os iniciantes até o mais experts. Vamos lá? 

Os ingredientes fundamentais para trabalhar com newsletters

Precisamos fazer algumas definições rápidas sobre a newsletter antes de tudo, porque é fundamental entendê-la, com suas oportunidades e limitações, para entender também se a sua marca se adequa ao formato. 

Isso é fundamental. Marcas que não se adequam tendem a criar uma estrutura, produzir material toda semana mas nunca conseguir sair do lugar. Fica parecendo esforço perdido. 

Isso é explicado pela natureza da newsletter. A newsletter é um envio de informações semanais para sua base de leads e contatos mais engajados. Para ela funcionar, o mínimo é ter algo a dizer toda semana. 

Mas também há outros elementos que constituem a newsletter e que tendem a determinar quais marcas vão usá-la nas suas estratégias e quais não. Características como: 

  • Equipe de redação forte; 
  • Ecossistema de conteúdo no apoio; 
  • Base de leads grande o suficiente e aceitação dessa base.

Esses três ingredientes, junto com o conteúdo, determinam o sucesso de uma estratégia de newsletter, e mais: indicam se vale a pena ou não trabalhar o formato. 

Vamos nos aprofundar melhor em cada um desses pontos agora, e também trazer nossos primeiros exemplos de newsletter do texto. Acompanhe: 

O assunto 

Primeiro, se faça uma pergunta: o meu segmento tem assunto o suficiente para uma newsletter semanal rodando por um ano? 

Há novidades sendo apresentadas continuamente? Há assuntos importantes que podem ser tratados pela sua equipe de conteúdo em conjunto? No conteúdo que você já produz, há assuntos que são mais lidos que outros? Quais? 

É importante entender que uma newsletter semanal vai produzir cerca de 50 peças em um ano. Peças de conteúdo mais aprofundadas, com opinião e extremamente atuais. 

Mas quando pensamos nesse assunto, precisamos entender também que você não precisa encolher demais seu escopo. 

Uma das maiores newsletters B2B do Brasil é a The Brief, que trata de “negócios”. Isso os libera para falar do que está em alta para empresas. Veja uma coletânea de Junho a Agosto: 

O The Brief não é uma newsletter de IA, mas por ser de negócios, fala sobre IA. 

Da mesma forma, há vários casos de newsletter ultra específicas, como a Because of Marketing: 

BugOnSoftware: 

Encontrar o assunto é encontrar um ângulo. Algumas vezes, sua newsletter pode ir direto ao ponto, em uma linha reta em direção ao que você já pratica no seu conteúdo. 

Em outras situações, porém, a newsletter vai ser melhor organizada com uma abordagem mais lateral, relacionada com o seu segmento, mas não restrita a informações específicas. 

O benchmark

Aqui entra a necessidade de fazer um benchmark muito aprofundado. Um que busque responder as seguintes questões: 

  • Meus concorrentes produzem conteúdo? De que tipo? 
  • Além dos meus concorrentes diretos, os indiretos também produzem conteúdo?
  • Há outras newsletters no meu segmento?  
  • Meu público conversa sobre o meu segmento? Há conversas espontâneas sobre eles em redes sociais, artigos, etc? 

Essa última pergunta é provavelmente a mais difícil de responder, porque vai te exigir uma proximidade bem grande com o ecossistema online do seu segmento. 

As respostas para essas perguntas vão determinar como sua newsletter vai funcionar. Veja algumas combinações: 

  • Muito espaço para newsletter, mas muita competição e saturação: Concorrentes diretos e indiretos produzem conteúdo, têm newsletters, e o público conversa naturalmente entre si, formando pequenas comunidades, canais independentes, etc. Exige uma abordagem mais agressiva e inovadora; 
  • Poucos concorrentes, mas muitas comunidades: os concorrentes produzem pouco conteúdo, mas os prospects se organizam em comunidades independentes e conversam entre si. Indica ótimas oportunidades para newsletters, mas com profundidade similar ao que é produzido pelas comunidades; 
  • Pouco conteúdo e baixa interação: concorrentes diretos e indiretos não se preocupam muito com conteúdo, a comunidade não conversa tanto sobre o assunto pela internet. Indica baixas oportunidades para newsletters genéricas, e exige testes para validar a possibilidade de criar newsletters em primeiro lugar. 

Nada disso está escrito na pedra, porque raramente vamos encontrar segmentos que têm conclusões tão simples de tomar. 

O importante é você conseguir responder a essas perguntas e se questionar também: o que essas respostas diz para a minha marca sobre a possibilidade de criar uma newsletter? 

A equipe 

Newsletters exigem uma equipe dedicada, ou pelo menos pessoas com expertise que podem assumir mais essa responsabilidade dentro da sua rotina de produção. 

Isso não é simples de conseguir. Pense novamente no caso que imaginamos, uma newsletter por semana ao longo de todo o ano. São 50 newsletters com prazo, e sem a possibilidade de produção antecipada pela natureza do material. 

Ou seja: você vai precisar de pelo menos um redator e um designer para produzir a newsletter toda semana. 

Esses dois profissionais vão precisar de pelo menos um dia inteiro para produzi-la dentro dos parâmetros necessários. 

Esses parâmetros, por sinal, são altos. Uma newsletter é completamente diferente de um e-mail marketing. 

Elas servem como um momento de conversa entre o leitor e a marca, e esse leitor não enxerga a news como um espaço de vendas, mas sim de troca. 

O leitor lê e interage, a marca oferece informação. Se a informação deixa a desejar, o leitor acaba perdendo identificação com a marca. 

Em alguns casos isso é normal, mas em outros, como leads de vendas complexas no B2B, má qualidade na newsletter pode estragar um esforço de meses com o lead. 

Os profissionais a cargo da newsletter precisam ser experts no assunto, ter autogestão, curiosidade e trabalhar bem sob pressão — a deadline é curta, e o assunto pode mudar da noite para o dia. 

Como produzir uma newsletter e publicá-la? 

Produzir uma newsletter hoje não é nada muito complicado. Em um único dia — hoje mesmo, enquanto você lê esse texto — é possível escrever a primeira e já fazer o agendamento do primeiro disparo. 

Desde que, é claro, esses pontos anteriores estejam organizados e aprovados pela equipe gerencial. 

Essa aprovação é importantíssima, e vamos conversar sobre ela no último tópico aqui do texto, que também lida com a aceitação da sua newsletter e política de respostas. 

Acredite: pessoas vão responder. Mais do que você imagina. 

Para colocar uma operação de newsletter para funcionar, você vai precisar de: 

  • Uma plataforma de disparo de e-mails ou publicação direta da newsletter (há diferenças entre o Substack e o Mailchimp que vamos tratar);
  • Um ecossistema de conteúdo para aproveitamento máximo da newsletter. 

Porém, o mais interessante do formato é sua acessibilidade. Você vai ver no aprofundamento abaixo como criar uma newsletter não exige uma lista de leads, nem uma plataforma de e-mails. Tudo depende da sua estratégia. 

Vamos nos aprofundar agora, acompanhe: 

Base de leads — newsletter como nutrição de leads 

Dentro da realidade B2B, vale a pena conversar primeiro sobre a newsletter como canal importante na nutrição de leads. 

Ou seja, a newsletter trabalha pela nutrição de leads, sendo enviada para bases ativas de forma quase universal — ou seja, ela é enviada para diversas réguas de relacionamento ao mesmo tempo. 

A ideia aqui é a newsletter como uma presença constante para os leads, quase como a forma “padrão” de comunicação por e-mail entre a marca e o leitor. 

Uma vez que esse relacionamento é criado, o lead passa a enxergar a newsletter como seu contato mais próximo com a marca, o mais humano, e faz uma diferenciação crítica entre os e-mails comerciais e os e-mails da newsletter. 

Inclusive, esse lead vai até responder aos e-mails em muitos casos, algo raríssimo para e-mails comerciais.

Essa é uma ótima estratégia para relacionamento ao longo das réguas de nutrição, mas vem com um porém: ela não gera os leads. Só envia para uma base de leads já existente. 

Para esse trabalho, considere operar com ferramentas como o MailChimp para organização da base de leads e disparo, ou outras como a RD Station e ActiveCampaign. 

Esse trabalho também vai exigir um cuidado bem grande com o layout, e uma limitação maior no que é possível fazer dentro da página. 

Newsletter com/para geração de leads

Outra forma de trabalhar as newsletters é através de um canal independente de conversão. Ou seja, a newsletter se torna um ponto de entrada para o funil de marketing da marca

Há algumas formas diferentes de fazer isso, mas todas exigem o principal: um ambiente centralizador de conversão. 

Sem sair muito do Inbound tradicional e da nutrição, uma landing page exclusiva para cadastro na newsletter é uma boa solução. E ela vem aliada a outros formatos operando em conjunto, como: 

  • Banners em páginas específicas; 
  • Chatbots instalados em páginas estratégicas oferecendo a newsletter; 
  • Formulários ao final do texto (esse texto tem um, inclusive); 

Dentre outros. Isso já torna a newsletter híbrida: ela é parte do trabalho de nutrição, mas também gera seus próprios leads. 

Esses leads já demonstraram algum nível de interesse na marca. Um processo de qualificação ajuda a identificar quais estão prontos para virar oportunidade.

Vale lembrar que a maioria ainda está em estágio inicial de funil. 

Mas ainda há outra possibilidade, uma até bastante comum. Os exemplos que trouxemos até agora vêm justamente daí.

Acompanhe logo abaixo: 

Newsletter como home page — publicação própria 

A publicação direta vai envolver ou uma plataforma como o Substack ou o Beehiiv. Elas são bem intuitivas para leitores e publishers, e contam com ótimas funcionalidades, como: 

  • Home com os materiais já publicados; 
  • Envio automático de newsletters programadas; 
  • Funções para assinatura; 
  • Formulário de assinatura embutido;
  • Analytics de abertura, clique e crescimento de lista.

Dentre outras mais elaboradas e específicas por plataforma. Ambas oferecem personalização com opções limitadas, mas que são um ótimo bônus: 

O principal é a tríade publicação, disparo e conversão. Essas duas plataformas entregam isso e mais algumas funcionalidades específicas: 

  • Beehiiv: tem recursos de segmentação de audiência que o Substack não tem. Também oferece enquetes, pesquisas, segmentação avançada de assinantes, acesso via API, integrações nativas e um marketplace de apps crescente;
  • Substack: tem ferramentas de engajamento com foco na relação leitor-escritor, como comentários e threads de discussão, e conta com uma superfície de descoberta orgânica embutida (Notes, recomendações, feed do app) que ajuda bastante o cold-start

Essas plataformas são interessantes porque funcionam como um blog e uma newsletter ao mesmo tempo, praticamente. 

Do que depende o sucesso de uma estratégia de newsletter? 

Tudo até agora foi um tutorial rápido, mas bastante completo.

Entendemos como dimensionar as possibilidades da newsletter pensando em três eixos maiores: assunto, benchmark e equipe. 

Bons resultados nessas etapas indicam que a newsletter tem sim boas chances de obter bons resultados. 

Também vimos que a newsletter pode ser um apoio constante na nutrição de leads, buscando maior engajamento no processo comercial. 

E que a newsletter é um canal bastante viável para a geração de leads topo de funil. Uma ótima alternativa à queda do tráfego orgânico, por exemplo. 

Mas em todos esses casos de uso citados, há alguns elementos em comum que estimulam o sucesso de uma estratégia de newsletter: 

  • Elementos relacionados à frequência, formato e formatação; 
  • Relacionados a conteúdo e criação;
  • Editoração e revisão; 

Vamos conversar sobre cada um desses elementos agora. Acompanhe: 

Frequência, formato e formatação

Metade da razão da existência da newsletter é o seu formato e frequência. 

Subscribers vêm por dois motivos: eles assinam sua newsletter pensando em receber bom conteúdo todo dia tal. 

“As notícias da semana no marketing”, “as novidades de tech”, “as movimentações financeiras do segmento de construção civil em Brasília”. 

A frequência da newsletter, portanto, é parte fundamental do seu apelo. E sendo assim, variações na frequência transmitem por si só algumas mensagens sobre o próprio conteúdo:

  • Newsletters diárias são associadas com opiniões extremamente especializadas, reservadas a jornalistas, economistas, analistas de trading, grandes figuras corporativas, até celebridades. Tendem a ser rápidas e objetivas; 
  • Newsletters semanais são associadas a uma opinião embasada sobre um segmento com nível razoável de expertise, e nível alto de curadoria de conteúdo, com bastante links para aprofundamento. É o padrão no B2B, que espera um conteúdo rápido de acessar, mas que carrega alta carga de conhecimento;
  • Newsletters quinzenais e mensais são associadas a conteúdo mais longo. Há casos onde a copy apresenta outro conteúdo mais aprofundado, como um forecast específico ou um report sendo lançado. Ou a própria newsletter é o conteúdo longo formato.

Conteúdo e criação

Como vimos, há níveis diferentes de conteúdo que podem figurar em uma newsletter. 

Mas há algo que transcende o nível: o objetivo da newsletter, que influencia diretamente no conteúdo, e o seu estilo. 

O objetivo é a estratégia. Por que você está criando uma newsletter? 

  • Para captar mais leads?
  • Para nutrir os leads?
  • Para comunicação com seus clientes?
  • Para impacto no seu segmento, sem interesse com métricas de curto prazo? 

Tudo isso influencia no conteúdo. Quanto mais vendedores foram os objetivos, mais vendedora será a copy — objetiva, com CTAs estratégicos, com técnicas específicas de copywriting, etc. 

O estilo depende do público-alvo. O que seu leitor espera de você? 

  • Uma linguagem próxima? 
  • Alta densidade no conteúdo? (Exemplos, gráficos, links, etc.); 
  • Conteúdo de longo formato? 
  • Conteúdo curto com links? 
  • Vídeos? 
  • Imagens? 

Tudo isso é feito com benchmarking e tentativas constantes, com aprendizado também constante. 

O que nos leva ao último ponto: 

Editoração e revisão 

Entendemos, então, que a newsletter tem dois ingredientes principais como atrativos para o leitor: conteúdo sob medida dentro de um prazo conveniente. 

Esses dois elementos geram repetição para a equipe de produção da newsletter. E com essa rotina, surge a oportunidade de rever o que dá certo, o que não dá, e se adequar. 

Isso é um processo de editoração feito live. A newsletter está no mundo, e os feedbacks vão surgir. Você vai perceber pessoas respondendo, vai perceber preferências em títulos, edições com mais comentários, etc. 

Tudo isso é o seu público te informando. E quem trabalha com newsletters deve se manter sempre atento a esses sinais. 

Indicadores valiosos para acompanhar e incorporar 

Para terminar, uma explicação rápida de alguns indicadores importantes de acompanhar ao trabalhar com newsletters: 

Indicador O que mede Por que importa
Taxa de abertura % de assinantes que abriram a edição Termômetro básico de relevância do assunto/remetente, mas cada vez menos confiável isoladamente (Apple Mail Privacy Protection infla o número)
Taxa de cliques (CTR) % de assinantes que clicaram em algum link Mede engajamento real com o conteúdo, não só curiosidade com o assunto
Click-to-open rate (CTOR) % de quem abriu e depois clicou Mais confiável que CTR puro — isola quem realmente se engajou de quem só abriu
Taxa de crescimento da lista Novos assinantes por período Indica se a estratégia de aquisição (orgânica, paga, cross-promotion) está funcionando
Taxa de churn / descadastro % de assinantes que saem por edição ou por mês Sinaliza fadiga de conteúdo ou frequência de envio desalinhada com a expectativa
Taxa de spam/reclamação % de e-mails marcados como spam Afeta diretamente a reputação do domínio e a entregabilidade futura
Taxa de entrega (deliverability) % de e-mails que chegaram à caixa de entrada Métrica de saúde técnica — sem isso, todas as outras ficam comprometidas
Tempo até a primeira conversão Dias entre inscrição e primeira ação de valor (compra, lead, resposta) Ajuda a calibrar expectativa de retorno — newsletter costuma ser motor de relacionamento, não conversão imediata
Receita por assinante (RPS) Receita gerada / total de assinantes ativos Relevante para quem monetiza via publicidade, produto próprio ou paywall
Taxa de encaminhamento/compartilhamento % de leitores que encaminham a edição Sinal de conteúdo com valor percebido alto — funciona como proxy de "boca a boca"

Analistas dedicados são recomendados para acompanhar esses indicadores, que mudam de edição para edição. 

A variação dos indicadores dentro de edições, aliás, é um grande KPI a se analisar. Várias dessas métricas podem ser reunidas em KPIs assim. 

Muitas marcas preferem contar com a terceirização desse aspecto e de todo o conteúdo da marca. Essa produção, entre todos os serviços oferecidos por agências, é o mais comum. 

Principalmente pelas exigências que uma newsletter faz à sua marca. Ela é um compromisso, especialmente com uma base consolidada, que não aceita muito bem falhas na frequência. 

Muito menos falhas no conteúdo e na curadoria. 

Por conta dessas exigências e do volume da produção, muitas marcas optam pela terceirização nesses casos. 

Faça um diagnóstico rápido com a Adtail sobre as suas possibilidades no formato da newsletter. Entre em contato! 

Também aproveite para saber mais sobre: 

➡️ O guia correto para pensar em terceirização de marketing; 

➡️ O que você precisa em um pacote de marketing digital.

Escrito por:
Redação

Nos últimos anos, a newsletter teve uma grande ressurgência. Mas nada perto da que estamos experimentando agora, no mundo pós-IA. 

Segundo estatísticas da Mailmend, o ecossistema apresentou um aumento de 96% no número de novas newsletters publicadas entre 2025 e 2026. 

E analisando assinaturas pagas, esse crescimento fica ainda mais evidente. No Substack houve um aumento de mais de 60% em assinaturas pagas entre 2024 e 2025. Na Beehiiv, esse aumento foi de 138%. 

Substack e Beehiiv, aliás, são as principais plataformas de newsletters do mercado hoje. Um aumento nas suas assinaturas pagas demonstra interesse do público em ler esse tipo de material. 

Hoje, vamos conversar melhor sobre essas plataformas, entendendo como criar uma conta e publicar sua primeira newsletter. Mas vamos muito além disso também. 

Vamos buscar entender a natureza da newsletter — e com isso entender como você deve criar a sua —, as diferenças entre B2B e B2C, como medir o sucesso, como lidar com respostas e muito mais. 

Esse é o grande guia da newsletter! Todos são bem vindos: desde os iniciantes até o mais experts. Vamos lá? 

Os ingredientes fundamentais para trabalhar com newsletters

Precisamos fazer algumas definições rápidas sobre a newsletter antes de tudo, porque é fundamental entendê-la, com suas oportunidades e limitações, para entender também se a sua marca se adequa ao formato. 

Isso é fundamental. Marcas que não se adequam tendem a criar uma estrutura, produzir material toda semana mas nunca conseguir sair do lugar. Fica parecendo esforço perdido. 

Isso é explicado pela natureza da newsletter. A newsletter é um envio de informações semanais para sua base de leads e contatos mais engajados. Para ela funcionar, o mínimo é ter algo a dizer toda semana. 

Mas também há outros elementos que constituem a newsletter e que tendem a determinar quais marcas vão usá-la nas suas estratégias e quais não. Características como: 

  • Equipe de redação forte; 
  • Ecossistema de conteúdo no apoio; 
  • Base de leads grande o suficiente e aceitação dessa base.

Esses três ingredientes, junto com o conteúdo, determinam o sucesso de uma estratégia de newsletter, e mais: indicam se vale a pena ou não trabalhar o formato. 

Vamos nos aprofundar melhor em cada um desses pontos agora, e também trazer nossos primeiros exemplos de newsletter do texto. Acompanhe: 

O assunto 

Primeiro, se faça uma pergunta: o meu segmento tem assunto o suficiente para uma newsletter semanal rodando por um ano? 

Há novidades sendo apresentadas continuamente? Há assuntos importantes que podem ser tratados pela sua equipe de conteúdo em conjunto? No conteúdo que você já produz, há assuntos que são mais lidos que outros? Quais? 

É importante entender que uma newsletter semanal vai produzir cerca de 50 peças em um ano. Peças de conteúdo mais aprofundadas, com opinião e extremamente atuais. 

Mas quando pensamos nesse assunto, precisamos entender também que você não precisa encolher demais seu escopo. 

Uma das maiores newsletters B2B do Brasil é a The Brief, que trata de “negócios”. Isso os libera para falar do que está em alta para empresas. Veja uma coletânea de Junho a Agosto: 

O The Brief não é uma newsletter de IA, mas por ser de negócios, fala sobre IA. 

Da mesma forma, há vários casos de newsletter ultra específicas, como a Because of Marketing: 

BugOnSoftware: 

Encontrar o assunto é encontrar um ângulo. Algumas vezes, sua newsletter pode ir direto ao ponto, em uma linha reta em direção ao que você já pratica no seu conteúdo. 

Em outras situações, porém, a newsletter vai ser melhor organizada com uma abordagem mais lateral, relacionada com o seu segmento, mas não restrita a informações específicas. 

O benchmark

Aqui entra a necessidade de fazer um benchmark muito aprofundado. Um que busque responder as seguintes questões: 

  • Meus concorrentes produzem conteúdo? De que tipo? 
  • Além dos meus concorrentes diretos, os indiretos também produzem conteúdo?
  • Há outras newsletters no meu segmento?  
  • Meu público conversa sobre o meu segmento? Há conversas espontâneas sobre eles em redes sociais, artigos, etc? 

Essa última pergunta é provavelmente a mais difícil de responder, porque vai te exigir uma proximidade bem grande com o ecossistema online do seu segmento. 

As respostas para essas perguntas vão determinar como sua newsletter vai funcionar. Veja algumas combinações: 

  • Muito espaço para newsletter, mas muita competição e saturação: Concorrentes diretos e indiretos produzem conteúdo, têm newsletters, e o público conversa naturalmente entre si, formando pequenas comunidades, canais independentes, etc. Exige uma abordagem mais agressiva e inovadora; 
  • Poucos concorrentes, mas muitas comunidades: os concorrentes produzem pouco conteúdo, mas os prospects se organizam em comunidades independentes e conversam entre si. Indica ótimas oportunidades para newsletters, mas com profundidade similar ao que é produzido pelas comunidades; 
  • Pouco conteúdo e baixa interação: concorrentes diretos e indiretos não se preocupam muito com conteúdo, a comunidade não conversa tanto sobre o assunto pela internet. Indica baixas oportunidades para newsletters genéricas, e exige testes para validar a possibilidade de criar newsletters em primeiro lugar. 

Nada disso está escrito na pedra, porque raramente vamos encontrar segmentos que têm conclusões tão simples de tomar. 

O importante é você conseguir responder a essas perguntas e se questionar também: o que essas respostas diz para a minha marca sobre a possibilidade de criar uma newsletter? 

A equipe 

Newsletters exigem uma equipe dedicada, ou pelo menos pessoas com expertise que podem assumir mais essa responsabilidade dentro da sua rotina de produção. 

Isso não é simples de conseguir. Pense novamente no caso que imaginamos, uma newsletter por semana ao longo de todo o ano. São 50 newsletters com prazo, e sem a possibilidade de produção antecipada pela natureza do material. 

Ou seja: você vai precisar de pelo menos um redator e um designer para produzir a newsletter toda semana. 

Esses dois profissionais vão precisar de pelo menos um dia inteiro para produzi-la dentro dos parâmetros necessários. 

Esses parâmetros, por sinal, são altos. Uma newsletter é completamente diferente de um e-mail marketing. 

Elas servem como um momento de conversa entre o leitor e a marca, e esse leitor não enxerga a news como um espaço de vendas, mas sim de troca. 

O leitor lê e interage, a marca oferece informação. Se a informação deixa a desejar, o leitor acaba perdendo identificação com a marca. 

Em alguns casos isso é normal, mas em outros, como leads de vendas complexas no B2B, má qualidade na newsletter pode estragar um esforço de meses com o lead. 

Os profissionais a cargo da newsletter precisam ser experts no assunto, ter autogestão, curiosidade e trabalhar bem sob pressão — a deadline é curta, e o assunto pode mudar da noite para o dia. 

Como produzir uma newsletter e publicá-la? 

Produzir uma newsletter hoje não é nada muito complicado. Em um único dia — hoje mesmo, enquanto você lê esse texto — é possível escrever a primeira e já fazer o agendamento do primeiro disparo. 

Desde que, é claro, esses pontos anteriores estejam organizados e aprovados pela equipe gerencial. 

Essa aprovação é importantíssima, e vamos conversar sobre ela no último tópico aqui do texto, que também lida com a aceitação da sua newsletter e política de respostas. 

Acredite: pessoas vão responder. Mais do que você imagina. 

Para colocar uma operação de newsletter para funcionar, você vai precisar de: 

  • Uma plataforma de disparo de e-mails ou publicação direta da newsletter (há diferenças entre o Substack e o Mailchimp que vamos tratar);
  • Um ecossistema de conteúdo para aproveitamento máximo da newsletter. 

Porém, o mais interessante do formato é sua acessibilidade. Você vai ver no aprofundamento abaixo como criar uma newsletter não exige uma lista de leads, nem uma plataforma de e-mails. Tudo depende da sua estratégia. 

Vamos nos aprofundar agora, acompanhe: 

Base de leads — newsletter como nutrição de leads 

Dentro da realidade B2B, vale a pena conversar primeiro sobre a newsletter como canal importante na nutrição de leads. 

Ou seja, a newsletter trabalha pela nutrição de leads, sendo enviada para bases ativas de forma quase universal — ou seja, ela é enviada para diversas réguas de relacionamento ao mesmo tempo. 

A ideia aqui é a newsletter como uma presença constante para os leads, quase como a forma “padrão” de comunicação por e-mail entre a marca e o leitor. 

Uma vez que esse relacionamento é criado, o lead passa a enxergar a newsletter como seu contato mais próximo com a marca, o mais humano, e faz uma diferenciação crítica entre os e-mails comerciais e os e-mails da newsletter. 

Inclusive, esse lead vai até responder aos e-mails em muitos casos, algo raríssimo para e-mails comerciais.

Essa é uma ótima estratégia para relacionamento ao longo das réguas de nutrição, mas vem com um porém: ela não gera os leads. Só envia para uma base de leads já existente. 

Para esse trabalho, considere operar com ferramentas como o MailChimp para organização da base de leads e disparo, ou outras como a RD Station e ActiveCampaign. 

Esse trabalho também vai exigir um cuidado bem grande com o layout, e uma limitação maior no que é possível fazer dentro da página. 

Newsletter com/para geração de leads

Outra forma de trabalhar as newsletters é através de um canal independente de conversão. Ou seja, a newsletter se torna um ponto de entrada para o funil de marketing da marca

Há algumas formas diferentes de fazer isso, mas todas exigem o principal: um ambiente centralizador de conversão. 

Sem sair muito do Inbound tradicional e da nutrição, uma landing page exclusiva para cadastro na newsletter é uma boa solução. E ela vem aliada a outros formatos operando em conjunto, como: 

  • Banners em páginas específicas; 
  • Chatbots instalados em páginas estratégicas oferecendo a newsletter; 
  • Formulários ao final do texto (esse texto tem um, inclusive); 

Dentre outros. Isso já torna a newsletter híbrida: ela é parte do trabalho de nutrição, mas também gera seus próprios leads. 

Esses leads já demonstraram algum nível de interesse na marca. Um processo de qualificação ajuda a identificar quais estão prontos para virar oportunidade.

Vale lembrar que a maioria ainda está em estágio inicial de funil. 

Mas ainda há outra possibilidade, uma até bastante comum. Os exemplos que trouxemos até agora vêm justamente daí.

Acompanhe logo abaixo: 

Newsletter como home page — publicação própria 

A publicação direta vai envolver ou uma plataforma como o Substack ou o Beehiiv. Elas são bem intuitivas para leitores e publishers, e contam com ótimas funcionalidades, como: 

  • Home com os materiais já publicados; 
  • Envio automático de newsletters programadas; 
  • Funções para assinatura; 
  • Formulário de assinatura embutido;
  • Analytics de abertura, clique e crescimento de lista.

Dentre outras mais elaboradas e específicas por plataforma. Ambas oferecem personalização com opções limitadas, mas que são um ótimo bônus: 

O principal é a tríade publicação, disparo e conversão. Essas duas plataformas entregam isso e mais algumas funcionalidades específicas: 

  • Beehiiv: tem recursos de segmentação de audiência que o Substack não tem. Também oferece enquetes, pesquisas, segmentação avançada de assinantes, acesso via API, integrações nativas e um marketplace de apps crescente;
  • Substack: tem ferramentas de engajamento com foco na relação leitor-escritor, como comentários e threads de discussão, e conta com uma superfície de descoberta orgânica embutida (Notes, recomendações, feed do app) que ajuda bastante o cold-start

Essas plataformas são interessantes porque funcionam como um blog e uma newsletter ao mesmo tempo, praticamente. 

Do que depende o sucesso de uma estratégia de newsletter? 

Tudo até agora foi um tutorial rápido, mas bastante completo.

Entendemos como dimensionar as possibilidades da newsletter pensando em três eixos maiores: assunto, benchmark e equipe. 

Bons resultados nessas etapas indicam que a newsletter tem sim boas chances de obter bons resultados. 

Também vimos que a newsletter pode ser um apoio constante na nutrição de leads, buscando maior engajamento no processo comercial. 

E que a newsletter é um canal bastante viável para a geração de leads topo de funil. Uma ótima alternativa à queda do tráfego orgânico, por exemplo. 

Mas em todos esses casos de uso citados, há alguns elementos em comum que estimulam o sucesso de uma estratégia de newsletter: 

  • Elementos relacionados à frequência, formato e formatação; 
  • Relacionados a conteúdo e criação;
  • Editoração e revisão; 

Vamos conversar sobre cada um desses elementos agora. Acompanhe: 

Frequência, formato e formatação

Metade da razão da existência da newsletter é o seu formato e frequência. 

Subscribers vêm por dois motivos: eles assinam sua newsletter pensando em receber bom conteúdo todo dia tal. 

“As notícias da semana no marketing”, “as novidades de tech”, “as movimentações financeiras do segmento de construção civil em Brasília”. 

A frequência da newsletter, portanto, é parte fundamental do seu apelo. E sendo assim, variações na frequência transmitem por si só algumas mensagens sobre o próprio conteúdo:

  • Newsletters diárias são associadas com opiniões extremamente especializadas, reservadas a jornalistas, economistas, analistas de trading, grandes figuras corporativas, até celebridades. Tendem a ser rápidas e objetivas; 
  • Newsletters semanais são associadas a uma opinião embasada sobre um segmento com nível razoável de expertise, e nível alto de curadoria de conteúdo, com bastante links para aprofundamento. É o padrão no B2B, que espera um conteúdo rápido de acessar, mas que carrega alta carga de conhecimento;
  • Newsletters quinzenais e mensais são associadas a conteúdo mais longo. Há casos onde a copy apresenta outro conteúdo mais aprofundado, como um forecast específico ou um report sendo lançado. Ou a própria newsletter é o conteúdo longo formato.

Conteúdo e criação

Como vimos, há níveis diferentes de conteúdo que podem figurar em uma newsletter. 

Mas há algo que transcende o nível: o objetivo da newsletter, que influencia diretamente no conteúdo, e o seu estilo. 

O objetivo é a estratégia. Por que você está criando uma newsletter? 

  • Para captar mais leads?
  • Para nutrir os leads?
  • Para comunicação com seus clientes?
  • Para impacto no seu segmento, sem interesse com métricas de curto prazo? 

Tudo isso influencia no conteúdo. Quanto mais vendedores foram os objetivos, mais vendedora será a copy — objetiva, com CTAs estratégicos, com técnicas específicas de copywriting, etc. 

O estilo depende do público-alvo. O que seu leitor espera de você? 

  • Uma linguagem próxima? 
  • Alta densidade no conteúdo? (Exemplos, gráficos, links, etc.); 
  • Conteúdo de longo formato? 
  • Conteúdo curto com links? 
  • Vídeos? 
  • Imagens? 

Tudo isso é feito com benchmarking e tentativas constantes, com aprendizado também constante. 

O que nos leva ao último ponto: 

Editoração e revisão 

Entendemos, então, que a newsletter tem dois ingredientes principais como atrativos para o leitor: conteúdo sob medida dentro de um prazo conveniente. 

Esses dois elementos geram repetição para a equipe de produção da newsletter. E com essa rotina, surge a oportunidade de rever o que dá certo, o que não dá, e se adequar. 

Isso é um processo de editoração feito live. A newsletter está no mundo, e os feedbacks vão surgir. Você vai perceber pessoas respondendo, vai perceber preferências em títulos, edições com mais comentários, etc. 

Tudo isso é o seu público te informando. E quem trabalha com newsletters deve se manter sempre atento a esses sinais. 

Indicadores valiosos para acompanhar e incorporar 

Para terminar, uma explicação rápida de alguns indicadores importantes de acompanhar ao trabalhar com newsletters: 

Indicador O que mede Por que importa
Taxa de abertura % de assinantes que abriram a edição Termômetro básico de relevância do assunto/remetente, mas cada vez menos confiável isoladamente (Apple Mail Privacy Protection infla o número)
Taxa de cliques (CTR) % de assinantes que clicaram em algum link Mede engajamento real com o conteúdo, não só curiosidade com o assunto
Click-to-open rate (CTOR) % de quem abriu e depois clicou Mais confiável que CTR puro — isola quem realmente se engajou de quem só abriu
Taxa de crescimento da lista Novos assinantes por período Indica se a estratégia de aquisição (orgânica, paga, cross-promotion) está funcionando
Taxa de churn / descadastro % de assinantes que saem por edição ou por mês Sinaliza fadiga de conteúdo ou frequência de envio desalinhada com a expectativa
Taxa de spam/reclamação % de e-mails marcados como spam Afeta diretamente a reputação do domínio e a entregabilidade futura
Taxa de entrega (deliverability) % de e-mails que chegaram à caixa de entrada Métrica de saúde técnica — sem isso, todas as outras ficam comprometidas
Tempo até a primeira conversão Dias entre inscrição e primeira ação de valor (compra, lead, resposta) Ajuda a calibrar expectativa de retorno — newsletter costuma ser motor de relacionamento, não conversão imediata
Receita por assinante (RPS) Receita gerada / total de assinantes ativos Relevante para quem monetiza via publicidade, produto próprio ou paywall
Taxa de encaminhamento/compartilhamento % de leitores que encaminham a edição Sinal de conteúdo com valor percebido alto — funciona como proxy de "boca a boca"

Analistas dedicados são recomendados para acompanhar esses indicadores, que mudam de edição para edição. 

A variação dos indicadores dentro de edições, aliás, é um grande KPI a se analisar. Várias dessas métricas podem ser reunidas em KPIs assim. 

Muitas marcas preferem contar com a terceirização desse aspecto e de todo o conteúdo da marca. Essa produção, entre todos os serviços oferecidos por agências, é o mais comum. 

Principalmente pelas exigências que uma newsletter faz à sua marca. Ela é um compromisso, especialmente com uma base consolidada, que não aceita muito bem falhas na frequência. 

Muito menos falhas no conteúdo e na curadoria. 

Por conta dessas exigências e do volume da produção, muitas marcas optam pela terceirização nesses casos. 

Faça um diagnóstico rápido com a Adtail sobre as suas possibilidades no formato da newsletter. Entre em contato! 

Também aproveite para saber mais sobre: 

➡️ O guia correto para pensar em terceirização de marketing; 

➡️ O que você precisa em um pacote de marketing digital.

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