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Os rebrandings mais chocantes de 2024 - Você tem que ficar atento

O ano de 2024 foi cheio de rebrandings, mas o que você deve prestar atenção antes de fazer o seu? Veja neste artigo!
Os rebrandings mais chocantes de 2024 - Você tem que ficar atento
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Os rebrandings mais chocantes de 2024 - Você tem que ficar atento

O ano de 2024 foi cheio de rebrandings, mas o que você deve prestar atenção antes de fazer o seu? Veja neste artigo!
Os rebrandings mais chocantes de 2024 - Você tem que ficar atento

Você reparou como muitas marcas fizeram rebrandings no ano passado?

Tais mudanças não são por acaso! Elas refletem mudanças na sociedade, no mercado e diversos outros significados.

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O rebranding é um processo estratégico que vai muito além da simples troca de um logotipo ou da mudança de um slogan. 

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Segundo Marcos Bedendo, professor de branding e marketing da ESPM-SP, muitas vezes o termo é mal utilizado, já que alterações visuais ou de comunicação podem ser apenas respostas táticas a estímulos de mercado. 

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“O rebranding é mais estratégico do que isso, e ainda que possa eventualmente impactar a parte gráfica ou de comunicação, ele é mais profundo e leva à alterações de propósito de marca ou de propostas de valor. Ele impacta a essência da marca em diferentes graus, e tudo que deriva dessa essência também é impactado”, explica Bedendo. (1)

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Em 2024, essa transformação estratégica ganhou destaque como nunca antes.

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Empresas globais e marcas icônicas optaram por reformular a identidade, seja para se reposicionar no mercado, atender às novas demandas do público ou alinhar-se a valores contemporâneos. 

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Algumas dessas mudanças foram bem recebidas, enquanto outras geraram polêmica e dividiram opiniões.

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Neste artigo, exploramos os rebrandings mais marcantes do ano passado, analisando o impacto dessas mudanças e o que podemos aprender com elas. 

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Afinal, entender essas transformações é essencial para qualquer empresa que deseja se manter relevante no cenário competitivo atual.

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Vem com a Adtail para entender tudo sobre rebrandings!

Por que tantas marcas optaram pelo rebranding em 2024?

O aumento significativo de rebrandings em 2024 pode ser explicado por uma combinação de fatores que pressionaram as marcas a se reposicionarem e se adaptarem a um cenário em constante mudança. 

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Entre os principais motivos estão os seguintes:

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Mudanças no mercado e novas expectativas do consumidor

A velocidade com que as tendências mudam exige que as marcas acompanhem as expectativas do consumidor. 

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Com um público cada vez mais exigente e atento a questões como sustentabilidade, diversidade e tecnologia, empresas que não refletem esses valores correm o risco de perder relevância. 

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Em 2024, muitas marcas perceberam que precisavam atualizar sua identidade para se manterem competitivas e atrativas.

Reposicionamento de público

Como destacou Daniel Grandolfo, superintendente de Comunicação e Marketing do Instituto Presbiteriano Mackenzie, algumas marcas historicamente conhecidas por rebrandings mais radicais perceberam um distanciamento do seu público-alvo. 

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“A marca entendeu que precisava popularizar ou elitizar seu produto. É uma necessidade de se adequar a uma percepção real do que sua marca oferece com seu símbolo, tipologia, entendendo se ela reflete os valores e diferenciais que serão passados ao mercado”, explicou o especialista, em entrevista ao Estadão. (2)

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Esse reposicionamento significa tornar a marca mais acessível ou sofisticada, dependendo dos objetivos estratégicos.

Crises reputacionais e a busca por renovação

O rebranding também tem sido uma ferramenta essencial para empresas que enfrentaram crises reputacionais e de relações públicas.

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As marcas envolvidas em polêmicas ou escândalos recorreram à reformulação de sua identidade para reconstruir a confiança do público e reestabelecer sua posição no mercado.

Inovações tecnológicas e adaptação digital

Com a ascensão da inteligência artificial, do metaverso e de novas formas de consumo digital, as marcas precisaram se adaptar para garantir presença nos ambientes virtuais e atender às novas experiências do usuário. 

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Sendo assim, as empresas que operam no universo digital, como fintechs e plataformas de tecnologia, foram algumas das que mais investiram em rebranding para se alinhar às expectativas de inovação e modernidade.

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Esses fatores combinados fizeram de 2024 um ano marcante para o rebranding, refletindo a necessidade das marcas de se reinventarem em um mundo cada vez mais dinâmico.

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Os rebrandings mais chocantes de 2024

Agora chegou o momento de vermos quais foram os rebrandings de marcas famosas que mais chocaram o público em 2024. 

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Confira a nossa lista!

Max

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O rebranding da HBO Max para apenas Max foi uma decisão estratégica da Warner Bros. Discovery para ampliar o alcance da plataforma de streaming e fortalecer a sua presença no mercado global. 

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Segundo Mariano Cesar, General Entertainment Content Leader para a América Latina e mercado hispânico dos EUA da Max, a mudança visa transformar o serviço em um "destino de entretenimento" mais abrangente, atendendo a diferentes públicos e momentos de consumo.

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No formato original, a HBO Max já reunia diversos conteúdos além da renomada marca HBO, incluindo produções da Warner Bros., DC, Cartoon Network e transmissões esportivas. 

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Com a transição para Max, a plataforma incorpora ainda mais conteúdos graças à fusão da Warner com a Discovery, adicionando ao catálogo canais como Discovery, Discovery Kids, Adult Swim, Investigação Discovery (ID) e Discovery Home & Health, além das produções originais chamadas de Max Originals.

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A remoção da marca HBO do nome foi uma jogada estratégica para reduzir a percepção de que a plataforma era voltada apenas para produções adultas e premium. (3)

Pepsi

O rebranding da Pepsi trouxe um equilíbrio entre nostalgia e modernidade, resgatando elementos icônicos de sua identidade visual ao mesmo tempo em que reforça sua ousadia e conexão com o público contemporâneo. 

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O novo logotipo marca o retorno do nome PEPSI® ao centro do símbolo, remetendo a versões clássicas da marca, mas com um design atualizado para refletir sua atitude e presença no mercado atual.

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A mudança se alinha ao novo posicionamento da Pepsi, expresso no slogan “TOMA ESSA”, que reforça sua identidade desafiadora e provocativa. 

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A estratégia visa aproximar a marca dos consumidores e consolidar a sua presença em momentos-chave da cultura pop, como o futebol, a gastronomia e o entretenimento. 

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Com isso, a Pepsi busca se destacar ainda mais no competitivo mercado de refrigerantes, mostrando que seu sabor e intensidade combinam com qualquer ocasião.

Um dos grandes destaques do rebranding é o Pepsi Black, reforçando o crescimento das bebidas zero açúcar e a aposta da marca nessa tendência. 

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A nova identidade também foi pensada para gerar maior visibilidade nas embalagens, tornando a Pepsi mais reconhecível no ponto de venda e fortalecendo sua presença na categoria de colas.

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Para Diego Bastian, Head de Marketing de Bebidas Carbonatadas da PepsiCo Brasil, essa transformação resgata a memória afetiva dos consumidores ao mesmo tempo em que traz um visual moderno e conectado com o futuro da marca. (4)

Itaú

logo itau

O rebranding do Itaú, iniciado em dezembro de 2023 e estendido ao longo de 2024, celebrou os 100 anos do banco e marcou uma nova fase para a instituição. 

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A atualização da identidade visual resgatou símbolos históricos e os modernizou, reforçando o posicionamento do banco como uma marca de tradição e inovação.

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Inspirado no conceito criado pelo designer Alexandre Wollner há 40 anos, o novo logo do Itaú manteve o icônico quadrado abaulado, mas com um refinamento visual que remete à pedra preta – significado do nome "Itaú" em tupi-guarani. 

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Essa reformulação buscou aproximar a marca do público, transmitindo segurança e acessibilidade. 

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As linhas retas foram eliminadas, tornando o design mais fluido e flexível, sem perder sua solidez.

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A tipografia também passou por mudanças significativas, desenvolvidas por Fábio Haag, especialista em type design. 

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O nome do banco agora é escrito em letras minúsculas, o que melhora a legibilidade e cria uma conexão mais humanizada com os clientes. Esse detalhe estilístico reforça a proximidade da marca com o público e fortalece a sua identidade única no setor financeiro.

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Outro ponto essencial do rebranding foi a paleta de cores, que passou por mais de 70 estudos. O laranja, já tradicionalmente associado ao Itaú desde a década de 1980, foi consolidado como a cor principal, garantindo maior reconhecimento e diferenciação no mercado. Além disso, cores auxiliares passaram a segmentar as áreas de atuação do banco, facilitando a identificação dos serviços.

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Para celebrar essa nova fase, o Itaú apostou em uma campanha histórica, que incluiu um show gratuito da popstar Madonna no Rio de Janeiro, reunindo 1,6 milhão de pessoas em Copacabana. 

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A ação reforçou os valores de legado, atemporalidade e reinvenção, consolidando o novo slogan do banco: “Feito de futuro”. (5)

Boca Rosa

O rebranding da Boca Rosa Beauty, liderada pela influenciadora Bianca Andrade, trouxe uma transformação radical na identidade da marca, deixando para trás o rosa vibrante e apostando em uma estética mais sóbria e minimalista. 

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A nova identidade visual adota tons acinzentados e melancólicos, que contrastam com elementos em preto e branco, criando uma dualidade que reflete diferentes estilos e personalidades.

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Segundo Bianca, o cinza foi escolhido como base para essa nova fase da empresa, funcionando como um elo entre o preto e o branco, cores que simbolizam equilíbrio e versatilidade. 

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Esse contraste ressalta a ideia de que a marca não se limita a um único perfil de consumidor, abraçando a diversidade e a individualidade de quem se identifica com a Boca Rosa.

No vídeo de lançamento do rebranding, Bianca narra a evolução da marca, destacando que essa transformação não significa uma ruptura, mas sim um amadurecimento.

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Sob o conceito “O poder de inspirar”, a Boca Rosa agora se apresenta de forma mais refinada e alinhada ao mercado de beleza como um todo. 

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O rebranding também marca uma mudança estratégica: o termo "Beauty" foi deixado de lado para que a marca possa abraçar a beleza em todas as suas formas, indo além dos produtos de maquiagem e ampliando o seu impacto na indústria.

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Com essa renovação, a Boca Rosa reafirma sua identidade como uma marca brasileira, inovadora e em constante evolução, conectada às tendências e à pluralidade de seus consumidores. (6)

Netshoes

Logo Netshoes

O rebranding da Netshoes, maior e-commerce esportivo e de lifestyle do Brasil, representa uma evolução estratégica que amplia o posicionamento da marca para além do universo esportivo, abraçando também o estilo de vida e a moda fitness.

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A mudança foi revelada em um evento exclusivo para 300 convidados, onde a empresa apresentou o seu novo logotipo e o slogan “Vai no seu ritmo”.

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A nova identidade reflete a expansão do portfólio da Netshoes, que agora busca atender não apenas atletas e praticantes de esportes, mas também aqueles que incorporam elementos esportivos ao seu dia a dia. 

Segundo Graciela Kumruian, CEO da Netshoes, o rebranding responde ao reconhecimento da marca como referência não apenas no esporte, mas também na moda: 

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"Vamos nos apropriar desse valor para oferecer novas experiências, conteúdos e estreitar ainda mais nosso relacionamento com os clientes.", declarou a executiva.

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Com essa transformação, a Netshoes reforça um conceito mais inclusivo e personalizado para o esporte, valorizando o bem-estar e o respeito ao ritmo individual de cada consumidor. 

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A empresa também amplia sua presença no mercado ao investir em conteúdo, influência e eventos próprios, proporcionando uma experiência mais completa e interativa com seus clientes.

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O novo logotipo foi projetado para refletir esses valores modernos, destacando a flexibilidade e a conexão com o público contemporâneo. (7)

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Assaí Atacadista

logo da rede Assai Atacadista

O rebranding do Assaí Atacadista, realizado em 2024 para celebrar os 50 anos da marca, trouxe uma renovação significativa na identidade visual e no posicionamento da empresa no setor atacadista. 

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Com um novo logotipo inspirado no conceito do “Sol do Amanhã”, a mudança reflete a evolução e modernização do Assaí para atender melhor às expectativas dos consumidores e ao cenário competitivo do varejo.

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O novo design busca transmitir uma sensação de proximidade, acolhimento e dinamismo, valores que refletem o compromisso do Assaí com seu público. 

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A escolha do Sol do Amanhã como inspiração reforça a ideia de crescimento contínuo, otimismo e a visão de um futuro mais acessível e sustentável. 

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Além disso, a renovação da identidade fortalece a marca como uma referência no setor de atacado de autosserviço, cada vez mais presente no dia a dia de pequenos e médios empreendedores, além do consumidor final.

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Jaguar

logo jaguar

A reformulação da Jaguar representa um movimento audacioso em direção ao ultraluxo, afastando-se do segmento premium tradicional para competir com marcas como Aston Martin e Bentley. 

De acordo com a marca, o novo posicionamento visa não apenas modernizar a imagem da montadora, mas também prepará-la para a era dos veículos elétricos. 

No entanto, a recepção ao rebranding tem sido mista, com elogios à ousadia, mas também críticas à execução.

O novo logotipo da Jaguar, com tipografia personalizada e formas geométricas, busca expressar modernidade e minimalismo. 

A exclusão do icônico felino saltitante do nome principal indica uma tentativa de sofisticação, mas também podem alienar consumidores que associavam a marca à tradição britânica e à esportividade.

A campanha publicitária "Copy Nothing", por sua vez, gerou controvérsia ao adotar uma estética vanguardista, inspirada na moda e na arte contemporânea. Enquanto alguns enxergam a abordagem como inovadora, outros a consideram derivativa e pretensiosa. 

A falta de menção explícita aos veículos da Jaguar no vídeo também suscitou críticas, especialmente de figuras como Elon Musk, que ironizou a desconexão da marca com seu próprio produto.

Apesar da polarização, a estratégia conseguiu colocar a Jaguar no centro das discussões. Se a reformulação terá sucesso, dependerá de sua capacidade de converter essa atenção em desejo real pelo produto. 

Afinal, no mercado de luxo, exclusividade e identidade de marca são fundamentais, mas sem uma conexão visceral com os consumidores, a reinvenção pode se tornar apenas um exercício estético vazio.

Lamborghini

logo Lamborghini

A Lamborghini atualizou seu logotipo pela primeira vez em 20 anos, adotando uma abordagem mais minimalista e alinhada às tendências contemporâneas do design. 

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A nova identidade visual mantém a força icônica do touro, mas com uma estética mais limpa e bidimensional. 

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O escudo também foi refinado, com contornos mais finos e modernos, refletindo um desejo de sofisticação e clareza visual.

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Essa reformulação não é apenas estética, mas também estratégica. O novo slogan, "Direzione Cor Tauri", reforça o compromisso da marca com a eletrificação e a sustentabilidade, um movimento importante em um mercado automotivo que caminha para um futuro mais ecológico.

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Outra mudança significativa está no lettering, que foi atualizado para uma fonte inspirada nas linhas angulares dos modelos da marca. 

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Além disso, pela primeira vez, o touro aparece isolado em comunicações digitais, sem o escudo, sinalizando uma flexibilidade visual mais adaptada às plataformas modernas.

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A transição para um logotipo simplificado segue uma tendência observada em várias marcas de luxo, que buscam designs mais diretos e versáteis sem comprometer a identidade histórica. 

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Embora a tridimensionalidade tenha sido reduzida, o novo visual preserva o impacto visual da Lamborghini, mantendo seu caráter audacioso e refinado. Ou seja, a marca seguiu um caminho diferente da Jaguar, que fez mudanças mais audaciosas.

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No geral, o rebranding da Lamborghini é um exemplo de como marcas icônicas podem evoluir sem perder a sua essência. A atualização equilibra tradição e modernidade, preparando a marca para um futuro onde luxo e sustentabilidade devem coexistir.

Erros e acertos nos rebrandings de 2024

Os rebrandings de 2024 trouxeram acertos estratégicos, mas também enfrentaram desafios e críticas do público. 

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Algumas marcas conseguiram equilibrar tradição e inovação, enquanto outras geraram polêmicas e desconexões com seus consumidores.

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A Pepsi acertou ao resgatar elementos nostálgicos de sua identidade visual, trazendo de volta o nome centralizado no logotipo e reforçando sua presença no mercado. 

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No entanto, algumas críticas surgiram sobre a simplicidade da mudança, com parte do público questionando se a reformulação era realmente necessária.

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A Netshoes foi bem-sucedida ao expandir seu posicionamento e consolidar a sua imagem como uma marca que vai além do esporte.

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Ainda assim, a mudança trouxe o desafio de equilibrar essa nova identidade com sua base fiel de consumidores focados exclusivamente no universo esportivo, o que exigirá consistência nas próximas campanhas.

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a ilustração tem diversas capturas de tela de comentários de Instagram
Fonte: Astronave

A Boca Rosa Beauty enfrentou uma das maiores controvérsias do ano. O rebranding abandonou o rosa vibrante que simbolizava a marca e adotou uma paleta acinzentada e minimalista. 

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A mudança foi fortemente criticada no X (antigo Twitter), onde o público sentiu que a nova identidade perdeu o que tornava a marca única e carismática. 

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Bianca Andrade tentou contornar a situação com criatividade nas redes sociais, mas o impacto negativo da rejeição inicial mostrou como mudanças visuais radicais podem alienar a base de consumidores quando não são bem alinhadas às expectativas do público.

logo do inter e logo do itau

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O Itaú também enfrentou polêmicas em seu rebranding. A mudança visual modernizou a marca e reforçou a ideia de flexibilidade e proximidade com o consumidor, tornando o logotipo mais amigável e contemporâneo. 

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No entanto, rapidamente surgiram comparações com o Banco Inter, que também usa tons de laranja e tipografia arredondada. 

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A semelhança gerou discussões sobre originalidade e diferenciação no setor bancário. O próprio Inter entrou na discussão e usou de humor para dar uma alfinetada no concorrente. 

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Veja o meme compartilhado nas redes sociais do banco Inter:

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Captura de tela de uma publicação do Banco Inter

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A lição tirada é: mesmo com um design bem executado, a percepção do público pode influenciar a recepção de um rebranding.

Os casos de 2024 evidenciam que um rebranding bem-sucedido vai além da estética. Ele precisa equilibrar modernização com reconhecimento da identidade já consolidada, dialogando com o público sem perder sua essência.

Tendências de rebranding para os próximos anos

Os rebrandings de 2024 trouxeram mudanças significativas no mercado, evidenciando tendências que devem continuar moldando o branding nos próximos anos. 

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As principais delas são:

Foco na sustentabilidade

A sustentabilidade tem se tornado um fator decisivo para as marcas. Ela influencia as embalagens e materiais utilizados, mas também a identidade visual e o propósito comunicacional. 

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Empresas que desejam se manter relevantes precisam alinhar o seu branding a compromissos ambientais e sociais. 

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Isso pode ser evidenciado a partir de estudos, como o realizado pelo IBM Institute for Business Value, que concluiu que 62% das pessoas estão dispostas a pagar mais caro para comprar de quem se destaca por iniciativas sustentáveis. (8)

Design minimalista

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O design minimalista também foi um destaque em 2024, com diversas marcas adotando tipografias mais limpas, paletas de cores reduzidas e ícones simplificados. 

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Essa tendência melhora a legibilidade e a versatilidade das marcas em diferentes plataformas. Além disso, comunica uma estética sofisticada e atemporal.

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Porém, é necessário tomar cuidado para não “matar” a identidade da marca, como alguns consumidores da Boca Rosa acreditam que aconteceu com a empresa de cosméticos.

Storytelling

O storytelling autêntico tornou-se uma ferramenta essencial para marcas que buscam uma identidade forte e emocionalmente envolvente. 

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O Itaú utilizou essa estratégia em sua campanha de rebranding ao associar sua nova identidade visual ao conceito de “Feito de Futuro”, destacando sua trajetória e compromisso com as próximas gerações. 

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A Boca Rosa, apesar das críticas à sua nova identidade visual, também apostou na narrativa de evolução e amadurecimento da marca.

Conexão com a Geração Z

A conexão com a Geração Z, jovens adultos que nasceram no início dos anos 2000 e são nativos digitais, é outra tendência que seguirá em alta. 

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Esse público valoriza autenticidade, diversidade e propósito, e espera que as marcas se comuniquem de forma transparente e engajada. 

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O rebranding da Netshoes foi um exemplo dessa abordagem ao enfatizar o slogan “Vai no seu ritmo”, reforçando a individualidade dos consumidores e promovendo uma experiência mais inclusiva.

Os próximos anos prometem consolidar essas tendências, tornando o rebranding mais do que uma mudança estética. 

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A estratégia cada vez mais será vista como algo que visa alinhar os valores da marca com os seus consumidores e as mudanças e evoluções do mundo contemporâneo.

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O que sua empresa pode aprender com os rebrandings de 2024?

homem sentado a mesa de escritorio trabalhando no computador

Se a sua empresa está considerando um rebranding, algumas lições podem ser extraídas dos sucessos e contratempos enfrentados por grandes marcas no ano passado.

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Veja algumas dicas interessantes para quem está pensando em remodelar a marca de um negócio:

Pesquise profundamente seu público-alvo

Um dos principais erros do rebranding da Boca Rosa Beauty foi a falta de alinhamento com a percepção de seus consumidores. 

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A mudança radical no visual gerou rejeição porque o público não se identificou com a nova identidade acinzentada e minimalista. 

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Fica a lição: antes de realizar um rebranding, a sua empresa deve entender as expectativas do público e testar conceitos antes de aplicá-los amplamente. 

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Pesquisas, enquetes e testes A/B podem ajudar a medir a aceitação antes do lançamento oficial.

Alinhe o rebranding aos valores da sua marca

Marcas como Pepsi e Netshoes acertaram ao manter elementos essenciais de sua identidade enquanto modernizavam sua comunicação. 

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A Pepsi resgatou a sua história com um logotipo inspirado no passado, enquanto a Netshoes expandiu sua proposta para abranger moda esportiva, mas sem perder sua conexão com o esporte. 

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Moral da história: um rebranding eficaz não deve apagar a identidade da marca, mas sim reforçar os seus valores e propósito de maneira coerente.

Execute o rebranding de forma consistente em todos os pontos de contato

O Itaú enfrentou comparações com o Banco Inter porque a sua nova identidade visual compartilha características similares com a concorrência. 

Isso reforça a importância de um rebranding que seja único e facilmente reconhecível em todos os canais de comunicação. 

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O sucesso de um rebranding de empresas depende de uma execução uniforme, garantindo que a mudança seja percebida de forma clara e sem confusões.

Use o storytelling para criar uma narrativa envolvente

O Itaú utilizou a narrativa do “Feito de Futuro” para contextualizar a mudança de identidade, tornando o rebranding mais significativo. 

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Se a sua empresa está passando por uma transformação, contar por que essa mudança está acontecendo e como ela beneficia os clientes pode aumentar a aceitação e reduzir resistência.

Prepare-se para ajustar a estratégia, se necessário

Toda mudança gera reações, e algumas podem ser negativas. O caso da Boca Rosa mostrou que a resposta do público pode ser intensa.

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No entanto, a equipe da influencer soube reagir rapidamente, gerando engajamento com memes e explicações sobre o novo conceito. 

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Antes de lançar um rebranding, antecipe possíveis críticas e prepare estratégias para responder de forma autêntica e proativa.

O rebranding é uma excelente oportunidade para reposicionar a sua empresa e atrair novos públicos, mas deve ser realizado com planejamento, pesquisa e consistência. 

Dicas para acompanhar e avaliar rebrandings de outras marcas

Se sua empresa está considerando um rebranding, acompanhar os movimentos do mercado é uma excelente forma de se inspirar, aprender com os acertos e evitar erros. 

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Veja algumas dicas para monitorar o impacto dos rebrandings e utilizá-los como referência:

Monitore as marcas do seu setor e além dele

Atente-se às mudanças visuais e posicionamentos de marcas concorrentes e de segmentos adjacentes. 

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Plataformas como LinkedIn, Behance, Dribbble e sites especializados em design e branding

são excelentes fontes para acompanhar as tendências de branding e identidade visual.

Analise o impacto nas redes sociais e na mídia

Os rebrandings costumam gerar reações intensas do público. O caso da Boca Rosa Beauty, por exemplo, rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados no X, mas não da forma que a marca esperava. 

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Monitorar as redes sociais com ferramentas como Brandwatch e Sprout Social pode ajudar a entender como as mudanças são percebidas e o que funciona ou não na comunicação de um rebranding.

Use ferramentas de análise de impacto

Acompanhar métricas antes e depois do rebranding é essencial para avaliar a eficácia da estratégia.

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O uso de ferramentas de marketing como Google Trends e SEMrush podem mostrar se houve aumento nas buscas pela marca.

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Já o Google Analytics pode indicar mudanças no tráfego do site e na taxa de conversão. 

Observe o comportamento do consumidor

As mudanças de identidade podem influenciar diretamente o comportamento dos clientes. 

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Sendo assim, monitorar feedbacks por meio de pesquisas de opinião, e enquetes ajuda a sua empresa a entender como um rebranding afeta a relação com o público.

Acompanhe lançamentos e campanhas de ativação

Os rebrandings bem-sucedidos são acompanhados de campanhas estratégicas para explicar a mudança ao público. 

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O show de Madonna patrocinado pelo Itaú foi um exemplo de como um rebranding pode ser reforçado por um evento de grande impacto. 

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Para finalizar, lembra-se: acompanhar rebrandings de outras empresas não significa copiar tendências, mas sim aprender com os movimentos do mercado e evitar armadilhas. 

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Ao analisar casos de sucesso de rebranding e utilizar métricas para medir o impacto, a sua empresa pode criar um rebranding mais estratégico e alinhado às expectativas do público.

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Como vimos nos cases de 2024, um rebranding eficaz exige um planejamento estratégico sólido, que considere a percepção do público, a coerência com os valores da marca e a execução consistente em todos os pontos de contato.

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Isso envolve definir objetivos claros, compreender o público-alvo, analisar concorrentes e criar um plano detalhado para comunicar a mudança da forma certa.

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Para entender melhor como estruturar essa estratégia de maneira eficiente, continue no blog da Adtail e confira nosso artigo: Como criar um plano de marketing completo.

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Referências:

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(1) BEDENDO, Marcos. Rebranding: o que é e quando fazer? Exame, 25 ago. 2022. Disponível em: <https://exame.com/colunistas/branding-consumo-negocios/rebranding-um-novo-olhar-para-a-essencia-da-marca/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(2) GRANDOLFO, Daniel. Afinal, por que as marcas mudam? [Entrevista concedida a] FAJARDO, Vanessa. Estadão, s.d. Disponível em: <https://publicacoes.estadao.com.br/marcasmais/afinal-por-que-as-marcas-mudam/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(3) VILELA, Luiza. A HBO Max agora é Max: veja o que muda no conteúdo, preço e plataforma. Exame, 27 fev. 2024. Disponível em: <https://exame.com/pop/a-hbo-agora-e-max-veja-o-que-muda-no-conteudo-preco-e-plataforma/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(4) BASTIAN, Diego. Nova identidade visual de PEPSI® chega ao Brasil e inaugura rebranding da marca. [Entrevista concedida a] SOUSA, Márcia. Academia Brasileira de Marketing, 26 ago 2024. Disponível em: <https://abramark.com.br/destaques/nova-identidade-visual-de-pepsi-chega-ao-brasil-e-inaugura-rebranding-da-marca/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(5) TILIA, Caroline de. As estratégias por trás das mudanças de marca do Itaú e do show de Madonna no Rio de Janeiro. Forbes, 5 jun. 2024. Disponível em: <https://forbes.com.br/forbes-mkt/2024/06/as-estrategias-por-tras-das-mudancas-de-marca-do-itau-e-do-show-da-madonna-no-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(6) MIATO, Bruna; MACEDO, Rayane. Boca Rosa quer faturar R$ 1 bilhão até 2030 e bater de frente com gigantes nacionais. G1, 19 jun. 2024. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/06/19/boca-rosa-quer-faturar-r-1-bilhao-ate-2030-e-bater-de-frente-com-gigantes-nacionais.ghtml>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(7) NETSHOES apresenta novo posicionamento, com redesign de marca e slogan E-commerce Brasil, 19 jun. 2024. Disponível em: <https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/netshoes-apresenta-novo-posicionamento-com-redesign-de-marca-e-slogan>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(8) 62% DAS pessoas afirmam pagar mais caro por produtos sustentáveis. G1, 27 ago. 2024. Disponível em: <https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/engie-brasil/noticia/2024/08/27/62percent-das-pessoas-afirmam-pagar-mais-caro-por-produtos-sustentaveis.ghtml>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

Escrito por:
Jéssica Costa
Marketing Leader

Você reparou como muitas marcas fizeram rebrandings no ano passado?

Tais mudanças não são por acaso! Elas refletem mudanças na sociedade, no mercado e diversos outros significados.

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O rebranding é um processo estratégico que vai muito além da simples troca de um logotipo ou da mudança de um slogan. 

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Segundo Marcos Bedendo, professor de branding e marketing da ESPM-SP, muitas vezes o termo é mal utilizado, já que alterações visuais ou de comunicação podem ser apenas respostas táticas a estímulos de mercado. 

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“O rebranding é mais estratégico do que isso, e ainda que possa eventualmente impactar a parte gráfica ou de comunicação, ele é mais profundo e leva à alterações de propósito de marca ou de propostas de valor. Ele impacta a essência da marca em diferentes graus, e tudo que deriva dessa essência também é impactado”, explica Bedendo. (1)

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Em 2024, essa transformação estratégica ganhou destaque como nunca antes.

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Empresas globais e marcas icônicas optaram por reformular a identidade, seja para se reposicionar no mercado, atender às novas demandas do público ou alinhar-se a valores contemporâneos. 

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Algumas dessas mudanças foram bem recebidas, enquanto outras geraram polêmica e dividiram opiniões.

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Neste artigo, exploramos os rebrandings mais marcantes do ano passado, analisando o impacto dessas mudanças e o que podemos aprender com elas. 

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Afinal, entender essas transformações é essencial para qualquer empresa que deseja se manter relevante no cenário competitivo atual.

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Vem com a Adtail para entender tudo sobre rebrandings!

Por que tantas marcas optaram pelo rebranding em 2024?

O aumento significativo de rebrandings em 2024 pode ser explicado por uma combinação de fatores que pressionaram as marcas a se reposicionarem e se adaptarem a um cenário em constante mudança. 

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Entre os principais motivos estão os seguintes:

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Mudanças no mercado e novas expectativas do consumidor

A velocidade com que as tendências mudam exige que as marcas acompanhem as expectativas do consumidor. 

‍

Com um público cada vez mais exigente e atento a questões como sustentabilidade, diversidade e tecnologia, empresas que não refletem esses valores correm o risco de perder relevância. 

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Em 2024, muitas marcas perceberam que precisavam atualizar sua identidade para se manterem competitivas e atrativas.

Reposicionamento de público

Como destacou Daniel Grandolfo, superintendente de Comunicação e Marketing do Instituto Presbiteriano Mackenzie, algumas marcas historicamente conhecidas por rebrandings mais radicais perceberam um distanciamento do seu público-alvo. 

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“A marca entendeu que precisava popularizar ou elitizar seu produto. É uma necessidade de se adequar a uma percepção real do que sua marca oferece com seu símbolo, tipologia, entendendo se ela reflete os valores e diferenciais que serão passados ao mercado”, explicou o especialista, em entrevista ao Estadão. (2)

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Esse reposicionamento significa tornar a marca mais acessível ou sofisticada, dependendo dos objetivos estratégicos.

Crises reputacionais e a busca por renovação

O rebranding também tem sido uma ferramenta essencial para empresas que enfrentaram crises reputacionais e de relações públicas.

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As marcas envolvidas em polêmicas ou escândalos recorreram à reformulação de sua identidade para reconstruir a confiança do público e reestabelecer sua posição no mercado.

Inovações tecnológicas e adaptação digital

Com a ascensão da inteligência artificial, do metaverso e de novas formas de consumo digital, as marcas precisaram se adaptar para garantir presença nos ambientes virtuais e atender às novas experiências do usuário. 

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Sendo assim, as empresas que operam no universo digital, como fintechs e plataformas de tecnologia, foram algumas das que mais investiram em rebranding para se alinhar às expectativas de inovação e modernidade.

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Esses fatores combinados fizeram de 2024 um ano marcante para o rebranding, refletindo a necessidade das marcas de se reinventarem em um mundo cada vez mais dinâmico.

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Os rebrandings mais chocantes de 2024

Agora chegou o momento de vermos quais foram os rebrandings de marcas famosas que mais chocaram o público em 2024. 

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Confira a nossa lista!

Max

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O rebranding da HBO Max para apenas Max foi uma decisão estratégica da Warner Bros. Discovery para ampliar o alcance da plataforma de streaming e fortalecer a sua presença no mercado global. 

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Segundo Mariano Cesar, General Entertainment Content Leader para a América Latina e mercado hispânico dos EUA da Max, a mudança visa transformar o serviço em um "destino de entretenimento" mais abrangente, atendendo a diferentes públicos e momentos de consumo.

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No formato original, a HBO Max já reunia diversos conteúdos além da renomada marca HBO, incluindo produções da Warner Bros., DC, Cartoon Network e transmissões esportivas. 

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Com a transição para Max, a plataforma incorpora ainda mais conteúdos graças à fusão da Warner com a Discovery, adicionando ao catálogo canais como Discovery, Discovery Kids, Adult Swim, Investigação Discovery (ID) e Discovery Home & Health, além das produções originais chamadas de Max Originals.

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A remoção da marca HBO do nome foi uma jogada estratégica para reduzir a percepção de que a plataforma era voltada apenas para produções adultas e premium. (3)

Pepsi

O rebranding da Pepsi trouxe um equilíbrio entre nostalgia e modernidade, resgatando elementos icônicos de sua identidade visual ao mesmo tempo em que reforça sua ousadia e conexão com o público contemporâneo. 

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O novo logotipo marca o retorno do nome PEPSI® ao centro do símbolo, remetendo a versões clássicas da marca, mas com um design atualizado para refletir sua atitude e presença no mercado atual.

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A mudança se alinha ao novo posicionamento da Pepsi, expresso no slogan “TOMA ESSA”, que reforça sua identidade desafiadora e provocativa. 

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A estratégia visa aproximar a marca dos consumidores e consolidar a sua presença em momentos-chave da cultura pop, como o futebol, a gastronomia e o entretenimento. 

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Com isso, a Pepsi busca se destacar ainda mais no competitivo mercado de refrigerantes, mostrando que seu sabor e intensidade combinam com qualquer ocasião.

Um dos grandes destaques do rebranding é o Pepsi Black, reforçando o crescimento das bebidas zero açúcar e a aposta da marca nessa tendência. 

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A nova identidade também foi pensada para gerar maior visibilidade nas embalagens, tornando a Pepsi mais reconhecível no ponto de venda e fortalecendo sua presença na categoria de colas.

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Para Diego Bastian, Head de Marketing de Bebidas Carbonatadas da PepsiCo Brasil, essa transformação resgata a memória afetiva dos consumidores ao mesmo tempo em que traz um visual moderno e conectado com o futuro da marca. (4)

Itaú

logo itau

O rebranding do Itaú, iniciado em dezembro de 2023 e estendido ao longo de 2024, celebrou os 100 anos do banco e marcou uma nova fase para a instituição. 

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A atualização da identidade visual resgatou símbolos históricos e os modernizou, reforçando o posicionamento do banco como uma marca de tradição e inovação.

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Inspirado no conceito criado pelo designer Alexandre Wollner há 40 anos, o novo logo do Itaú manteve o icônico quadrado abaulado, mas com um refinamento visual que remete à pedra preta – significado do nome "Itaú" em tupi-guarani. 

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Essa reformulação buscou aproximar a marca do público, transmitindo segurança e acessibilidade. 

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As linhas retas foram eliminadas, tornando o design mais fluido e flexível, sem perder sua solidez.

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A tipografia também passou por mudanças significativas, desenvolvidas por Fábio Haag, especialista em type design. 

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O nome do banco agora é escrito em letras minúsculas, o que melhora a legibilidade e cria uma conexão mais humanizada com os clientes. Esse detalhe estilístico reforça a proximidade da marca com o público e fortalece a sua identidade única no setor financeiro.

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Outro ponto essencial do rebranding foi a paleta de cores, que passou por mais de 70 estudos. O laranja, já tradicionalmente associado ao Itaú desde a década de 1980, foi consolidado como a cor principal, garantindo maior reconhecimento e diferenciação no mercado. Além disso, cores auxiliares passaram a segmentar as áreas de atuação do banco, facilitando a identificação dos serviços.

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Para celebrar essa nova fase, o Itaú apostou em uma campanha histórica, que incluiu um show gratuito da popstar Madonna no Rio de Janeiro, reunindo 1,6 milhão de pessoas em Copacabana. 

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A ação reforçou os valores de legado, atemporalidade e reinvenção, consolidando o novo slogan do banco: “Feito de futuro”. (5)

Boca Rosa

O rebranding da Boca Rosa Beauty, liderada pela influenciadora Bianca Andrade, trouxe uma transformação radical na identidade da marca, deixando para trás o rosa vibrante e apostando em uma estética mais sóbria e minimalista. 

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A nova identidade visual adota tons acinzentados e melancólicos, que contrastam com elementos em preto e branco, criando uma dualidade que reflete diferentes estilos e personalidades.

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Segundo Bianca, o cinza foi escolhido como base para essa nova fase da empresa, funcionando como um elo entre o preto e o branco, cores que simbolizam equilíbrio e versatilidade. 

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Esse contraste ressalta a ideia de que a marca não se limita a um único perfil de consumidor, abraçando a diversidade e a individualidade de quem se identifica com a Boca Rosa.

No vídeo de lançamento do rebranding, Bianca narra a evolução da marca, destacando que essa transformação não significa uma ruptura, mas sim um amadurecimento.

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Sob o conceito “O poder de inspirar”, a Boca Rosa agora se apresenta de forma mais refinada e alinhada ao mercado de beleza como um todo. 

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O rebranding também marca uma mudança estratégica: o termo "Beauty" foi deixado de lado para que a marca possa abraçar a beleza em todas as suas formas, indo além dos produtos de maquiagem e ampliando o seu impacto na indústria.

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Com essa renovação, a Boca Rosa reafirma sua identidade como uma marca brasileira, inovadora e em constante evolução, conectada às tendências e à pluralidade de seus consumidores. (6)

Netshoes

Logo Netshoes

O rebranding da Netshoes, maior e-commerce esportivo e de lifestyle do Brasil, representa uma evolução estratégica que amplia o posicionamento da marca para além do universo esportivo, abraçando também o estilo de vida e a moda fitness.

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A mudança foi revelada em um evento exclusivo para 300 convidados, onde a empresa apresentou o seu novo logotipo e o slogan “Vai no seu ritmo”.

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A nova identidade reflete a expansão do portfólio da Netshoes, que agora busca atender não apenas atletas e praticantes de esportes, mas também aqueles que incorporam elementos esportivos ao seu dia a dia. 

Segundo Graciela Kumruian, CEO da Netshoes, o rebranding responde ao reconhecimento da marca como referência não apenas no esporte, mas também na moda: 

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"Vamos nos apropriar desse valor para oferecer novas experiências, conteúdos e estreitar ainda mais nosso relacionamento com os clientes.", declarou a executiva.

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Com essa transformação, a Netshoes reforça um conceito mais inclusivo e personalizado para o esporte, valorizando o bem-estar e o respeito ao ritmo individual de cada consumidor. 

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A empresa também amplia sua presença no mercado ao investir em conteúdo, influência e eventos próprios, proporcionando uma experiência mais completa e interativa com seus clientes.

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O novo logotipo foi projetado para refletir esses valores modernos, destacando a flexibilidade e a conexão com o público contemporâneo. (7)

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Assaí Atacadista

logo da rede Assai Atacadista

O rebranding do Assaí Atacadista, realizado em 2024 para celebrar os 50 anos da marca, trouxe uma renovação significativa na identidade visual e no posicionamento da empresa no setor atacadista. 

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Com um novo logotipo inspirado no conceito do “Sol do Amanhã”, a mudança reflete a evolução e modernização do Assaí para atender melhor às expectativas dos consumidores e ao cenário competitivo do varejo.

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O novo design busca transmitir uma sensação de proximidade, acolhimento e dinamismo, valores que refletem o compromisso do Assaí com seu público. 

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A escolha do Sol do Amanhã como inspiração reforça a ideia de crescimento contínuo, otimismo e a visão de um futuro mais acessível e sustentável. 

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Além disso, a renovação da identidade fortalece a marca como uma referência no setor de atacado de autosserviço, cada vez mais presente no dia a dia de pequenos e médios empreendedores, além do consumidor final.

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Jaguar

logo jaguar

A reformulação da Jaguar representa um movimento audacioso em direção ao ultraluxo, afastando-se do segmento premium tradicional para competir com marcas como Aston Martin e Bentley. 

De acordo com a marca, o novo posicionamento visa não apenas modernizar a imagem da montadora, mas também prepará-la para a era dos veículos elétricos. 

No entanto, a recepção ao rebranding tem sido mista, com elogios à ousadia, mas também críticas à execução.

O novo logotipo da Jaguar, com tipografia personalizada e formas geométricas, busca expressar modernidade e minimalismo. 

A exclusão do icônico felino saltitante do nome principal indica uma tentativa de sofisticação, mas também podem alienar consumidores que associavam a marca à tradição britânica e à esportividade.

A campanha publicitária "Copy Nothing", por sua vez, gerou controvérsia ao adotar uma estética vanguardista, inspirada na moda e na arte contemporânea. Enquanto alguns enxergam a abordagem como inovadora, outros a consideram derivativa e pretensiosa. 

A falta de menção explícita aos veículos da Jaguar no vídeo também suscitou críticas, especialmente de figuras como Elon Musk, que ironizou a desconexão da marca com seu próprio produto.

Apesar da polarização, a estratégia conseguiu colocar a Jaguar no centro das discussões. Se a reformulação terá sucesso, dependerá de sua capacidade de converter essa atenção em desejo real pelo produto. 

Afinal, no mercado de luxo, exclusividade e identidade de marca são fundamentais, mas sem uma conexão visceral com os consumidores, a reinvenção pode se tornar apenas um exercício estético vazio.

Lamborghini

logo Lamborghini

A Lamborghini atualizou seu logotipo pela primeira vez em 20 anos, adotando uma abordagem mais minimalista e alinhada às tendências contemporâneas do design. 

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A nova identidade visual mantém a força icônica do touro, mas com uma estética mais limpa e bidimensional. 

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O escudo também foi refinado, com contornos mais finos e modernos, refletindo um desejo de sofisticação e clareza visual.

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Essa reformulação não é apenas estética, mas também estratégica. O novo slogan, "Direzione Cor Tauri", reforça o compromisso da marca com a eletrificação e a sustentabilidade, um movimento importante em um mercado automotivo que caminha para um futuro mais ecológico.

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Outra mudança significativa está no lettering, que foi atualizado para uma fonte inspirada nas linhas angulares dos modelos da marca. 

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Além disso, pela primeira vez, o touro aparece isolado em comunicações digitais, sem o escudo, sinalizando uma flexibilidade visual mais adaptada às plataformas modernas.

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A transição para um logotipo simplificado segue uma tendência observada em várias marcas de luxo, que buscam designs mais diretos e versáteis sem comprometer a identidade histórica. 

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Embora a tridimensionalidade tenha sido reduzida, o novo visual preserva o impacto visual da Lamborghini, mantendo seu caráter audacioso e refinado. Ou seja, a marca seguiu um caminho diferente da Jaguar, que fez mudanças mais audaciosas.

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No geral, o rebranding da Lamborghini é um exemplo de como marcas icônicas podem evoluir sem perder a sua essência. A atualização equilibra tradição e modernidade, preparando a marca para um futuro onde luxo e sustentabilidade devem coexistir.

Erros e acertos nos rebrandings de 2024

Os rebrandings de 2024 trouxeram acertos estratégicos, mas também enfrentaram desafios e críticas do público. 

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Algumas marcas conseguiram equilibrar tradição e inovação, enquanto outras geraram polêmicas e desconexões com seus consumidores.

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A Pepsi acertou ao resgatar elementos nostálgicos de sua identidade visual, trazendo de volta o nome centralizado no logotipo e reforçando sua presença no mercado. 

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No entanto, algumas críticas surgiram sobre a simplicidade da mudança, com parte do público questionando se a reformulação era realmente necessária.

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A Netshoes foi bem-sucedida ao expandir seu posicionamento e consolidar a sua imagem como uma marca que vai além do esporte.

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Ainda assim, a mudança trouxe o desafio de equilibrar essa nova identidade com sua base fiel de consumidores focados exclusivamente no universo esportivo, o que exigirá consistência nas próximas campanhas.

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a ilustração tem diversas capturas de tela de comentários de Instagram
Fonte: Astronave

A Boca Rosa Beauty enfrentou uma das maiores controvérsias do ano. O rebranding abandonou o rosa vibrante que simbolizava a marca e adotou uma paleta acinzentada e minimalista. 

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A mudança foi fortemente criticada no X (antigo Twitter), onde o público sentiu que a nova identidade perdeu o que tornava a marca única e carismática. 

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Bianca Andrade tentou contornar a situação com criatividade nas redes sociais, mas o impacto negativo da rejeição inicial mostrou como mudanças visuais radicais podem alienar a base de consumidores quando não são bem alinhadas às expectativas do público.

logo do inter e logo do itau

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O Itaú também enfrentou polêmicas em seu rebranding. A mudança visual modernizou a marca e reforçou a ideia de flexibilidade e proximidade com o consumidor, tornando o logotipo mais amigável e contemporâneo. 

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No entanto, rapidamente surgiram comparações com o Banco Inter, que também usa tons de laranja e tipografia arredondada. 

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A semelhança gerou discussões sobre originalidade e diferenciação no setor bancário. O próprio Inter entrou na discussão e usou de humor para dar uma alfinetada no concorrente. 

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Veja o meme compartilhado nas redes sociais do banco Inter:

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Captura de tela de uma publicação do Banco Inter

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A lição tirada é: mesmo com um design bem executado, a percepção do público pode influenciar a recepção de um rebranding.

Os casos de 2024 evidenciam que um rebranding bem-sucedido vai além da estética. Ele precisa equilibrar modernização com reconhecimento da identidade já consolidada, dialogando com o público sem perder sua essência.

Tendências de rebranding para os próximos anos

Os rebrandings de 2024 trouxeram mudanças significativas no mercado, evidenciando tendências que devem continuar moldando o branding nos próximos anos. 

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As principais delas são:

Foco na sustentabilidade

A sustentabilidade tem se tornado um fator decisivo para as marcas. Ela influencia as embalagens e materiais utilizados, mas também a identidade visual e o propósito comunicacional. 

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Empresas que desejam se manter relevantes precisam alinhar o seu branding a compromissos ambientais e sociais. 

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Isso pode ser evidenciado a partir de estudos, como o realizado pelo IBM Institute for Business Value, que concluiu que 62% das pessoas estão dispostas a pagar mais caro para comprar de quem se destaca por iniciativas sustentáveis. (8)

Design minimalista

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O design minimalista também foi um destaque em 2024, com diversas marcas adotando tipografias mais limpas, paletas de cores reduzidas e ícones simplificados. 

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Essa tendência melhora a legibilidade e a versatilidade das marcas em diferentes plataformas. Além disso, comunica uma estética sofisticada e atemporal.

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Porém, é necessário tomar cuidado para não “matar” a identidade da marca, como alguns consumidores da Boca Rosa acreditam que aconteceu com a empresa de cosméticos.

Storytelling

O storytelling autêntico tornou-se uma ferramenta essencial para marcas que buscam uma identidade forte e emocionalmente envolvente. 

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O Itaú utilizou essa estratégia em sua campanha de rebranding ao associar sua nova identidade visual ao conceito de “Feito de Futuro”, destacando sua trajetória e compromisso com as próximas gerações. 

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A Boca Rosa, apesar das críticas à sua nova identidade visual, também apostou na narrativa de evolução e amadurecimento da marca.

Conexão com a Geração Z

A conexão com a Geração Z, jovens adultos que nasceram no início dos anos 2000 e são nativos digitais, é outra tendência que seguirá em alta. 

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Esse público valoriza autenticidade, diversidade e propósito, e espera que as marcas se comuniquem de forma transparente e engajada. 

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O rebranding da Netshoes foi um exemplo dessa abordagem ao enfatizar o slogan “Vai no seu ritmo”, reforçando a individualidade dos consumidores e promovendo uma experiência mais inclusiva.

Os próximos anos prometem consolidar essas tendências, tornando o rebranding mais do que uma mudança estética. 

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A estratégia cada vez mais será vista como algo que visa alinhar os valores da marca com os seus consumidores e as mudanças e evoluções do mundo contemporâneo.

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O que sua empresa pode aprender com os rebrandings de 2024?

homem sentado a mesa de escritorio trabalhando no computador

Se a sua empresa está considerando um rebranding, algumas lições podem ser extraídas dos sucessos e contratempos enfrentados por grandes marcas no ano passado.

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Veja algumas dicas interessantes para quem está pensando em remodelar a marca de um negócio:

Pesquise profundamente seu público-alvo

Um dos principais erros do rebranding da Boca Rosa Beauty foi a falta de alinhamento com a percepção de seus consumidores. 

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A mudança radical no visual gerou rejeição porque o público não se identificou com a nova identidade acinzentada e minimalista. 

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Fica a lição: antes de realizar um rebranding, a sua empresa deve entender as expectativas do público e testar conceitos antes de aplicá-los amplamente. 

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Pesquisas, enquetes e testes A/B podem ajudar a medir a aceitação antes do lançamento oficial.

Alinhe o rebranding aos valores da sua marca

Marcas como Pepsi e Netshoes acertaram ao manter elementos essenciais de sua identidade enquanto modernizavam sua comunicação. 

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A Pepsi resgatou a sua história com um logotipo inspirado no passado, enquanto a Netshoes expandiu sua proposta para abranger moda esportiva, mas sem perder sua conexão com o esporte. 

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Moral da história: um rebranding eficaz não deve apagar a identidade da marca, mas sim reforçar os seus valores e propósito de maneira coerente.

Execute o rebranding de forma consistente em todos os pontos de contato

O Itaú enfrentou comparações com o Banco Inter porque a sua nova identidade visual compartilha características similares com a concorrência. 

Isso reforça a importância de um rebranding que seja único e facilmente reconhecível em todos os canais de comunicação. 

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O sucesso de um rebranding de empresas depende de uma execução uniforme, garantindo que a mudança seja percebida de forma clara e sem confusões.

Use o storytelling para criar uma narrativa envolvente

O Itaú utilizou a narrativa do “Feito de Futuro” para contextualizar a mudança de identidade, tornando o rebranding mais significativo. 

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Se a sua empresa está passando por uma transformação, contar por que essa mudança está acontecendo e como ela beneficia os clientes pode aumentar a aceitação e reduzir resistência.

Prepare-se para ajustar a estratégia, se necessário

Toda mudança gera reações, e algumas podem ser negativas. O caso da Boca Rosa mostrou que a resposta do público pode ser intensa.

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No entanto, a equipe da influencer soube reagir rapidamente, gerando engajamento com memes e explicações sobre o novo conceito. 

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Antes de lançar um rebranding, antecipe possíveis críticas e prepare estratégias para responder de forma autêntica e proativa.

O rebranding é uma excelente oportunidade para reposicionar a sua empresa e atrair novos públicos, mas deve ser realizado com planejamento, pesquisa e consistência. 

Dicas para acompanhar e avaliar rebrandings de outras marcas

Se sua empresa está considerando um rebranding, acompanhar os movimentos do mercado é uma excelente forma de se inspirar, aprender com os acertos e evitar erros. 

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Veja algumas dicas para monitorar o impacto dos rebrandings e utilizá-los como referência:

Monitore as marcas do seu setor e além dele

Atente-se às mudanças visuais e posicionamentos de marcas concorrentes e de segmentos adjacentes. 

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Plataformas como LinkedIn, Behance, Dribbble e sites especializados em design e branding

são excelentes fontes para acompanhar as tendências de branding e identidade visual.

Analise o impacto nas redes sociais e na mídia

Os rebrandings costumam gerar reações intensas do público. O caso da Boca Rosa Beauty, por exemplo, rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados no X, mas não da forma que a marca esperava. 

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Monitorar as redes sociais com ferramentas como Brandwatch e Sprout Social pode ajudar a entender como as mudanças são percebidas e o que funciona ou não na comunicação de um rebranding.

Use ferramentas de análise de impacto

Acompanhar métricas antes e depois do rebranding é essencial para avaliar a eficácia da estratégia.

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O uso de ferramentas de marketing como Google Trends e SEMrush podem mostrar se houve aumento nas buscas pela marca.

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Já o Google Analytics pode indicar mudanças no tráfego do site e na taxa de conversão. 

Observe o comportamento do consumidor

As mudanças de identidade podem influenciar diretamente o comportamento dos clientes. 

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Sendo assim, monitorar feedbacks por meio de pesquisas de opinião, e enquetes ajuda a sua empresa a entender como um rebranding afeta a relação com o público.

Acompanhe lançamentos e campanhas de ativação

Os rebrandings bem-sucedidos são acompanhados de campanhas estratégicas para explicar a mudança ao público. 

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O show de Madonna patrocinado pelo Itaú foi um exemplo de como um rebranding pode ser reforçado por um evento de grande impacto. 

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Para finalizar, lembra-se: acompanhar rebrandings de outras empresas não significa copiar tendências, mas sim aprender com os movimentos do mercado e evitar armadilhas. 

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Ao analisar casos de sucesso de rebranding e utilizar métricas para medir o impacto, a sua empresa pode criar um rebranding mais estratégico e alinhado às expectativas do público.

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Como vimos nos cases de 2024, um rebranding eficaz exige um planejamento estratégico sólido, que considere a percepção do público, a coerência com os valores da marca e a execução consistente em todos os pontos de contato.

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Isso envolve definir objetivos claros, compreender o público-alvo, analisar concorrentes e criar um plano detalhado para comunicar a mudança da forma certa.

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Para entender melhor como estruturar essa estratégia de maneira eficiente, continue no blog da Adtail e confira nosso artigo: Como criar um plano de marketing completo.

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Referências:

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(1) BEDENDO, Marcos. Rebranding: o que é e quando fazer? Exame, 25 ago. 2022. Disponível em: <https://exame.com/colunistas/branding-consumo-negocios/rebranding-um-novo-olhar-para-a-essencia-da-marca/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(2) GRANDOLFO, Daniel. Afinal, por que as marcas mudam? [Entrevista concedida a] FAJARDO, Vanessa. Estadão, s.d. Disponível em: <https://publicacoes.estadao.com.br/marcasmais/afinal-por-que-as-marcas-mudam/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(3) VILELA, Luiza. A HBO Max agora é Max: veja o que muda no conteúdo, preço e plataforma. Exame, 27 fev. 2024. Disponível em: <https://exame.com/pop/a-hbo-agora-e-max-veja-o-que-muda-no-conteudo-preco-e-plataforma/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(4) BASTIAN, Diego. Nova identidade visual de PEPSI® chega ao Brasil e inaugura rebranding da marca. [Entrevista concedida a] SOUSA, Márcia. Academia Brasileira de Marketing, 26 ago 2024. Disponível em: <https://abramark.com.br/destaques/nova-identidade-visual-de-pepsi-chega-ao-brasil-e-inaugura-rebranding-da-marca/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(5) TILIA, Caroline de. As estratégias por trás das mudanças de marca do Itaú e do show de Madonna no Rio de Janeiro. Forbes, 5 jun. 2024. Disponível em: <https://forbes.com.br/forbes-mkt/2024/06/as-estrategias-por-tras-das-mudancas-de-marca-do-itau-e-do-show-da-madonna-no-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(6) MIATO, Bruna; MACEDO, Rayane. Boca Rosa quer faturar R$ 1 bilhão até 2030 e bater de frente com gigantes nacionais. G1, 19 jun. 2024. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/06/19/boca-rosa-quer-faturar-r-1-bilhao-ate-2030-e-bater-de-frente-com-gigantes-nacionais.ghtml>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(7) NETSHOES apresenta novo posicionamento, com redesign de marca e slogan E-commerce Brasil, 19 jun. 2024. Disponível em: <https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/netshoes-apresenta-novo-posicionamento-com-redesign-de-marca-e-slogan>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

‍

(8) 62% DAS pessoas afirmam pagar mais caro por produtos sustentáveis. G1, 27 ago. 2024. Disponível em: <https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/engie-brasil/noticia/2024/08/27/62percent-das-pessoas-afirmam-pagar-mais-caro-por-produtos-sustentaveis.ghtml>. Acesso em: 7 fev. 2025. 

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